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	<title>agência completa, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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	<title>agência completa, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>Afeganistão ontem e hoje: o anunciado fracasso da ocupação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 23:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - Florência Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tomada do poder pelo Talibã faz jornalista revisitar sua ida a Cabul em 2009 e as evidentes dificuldades da ação dos EUA</p>
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<p><strong><em><a href="https://projetocolabora.com.br/ods16/afeganistao-ontem-e-hoje-o-anunciado-fracasso-da-ocupacao/?fbclid=IwAR3pqsTvNscUdkRMj59UoU1Q_eOu_D24eYlgKYVA5oJNrTsjb2V3iUlay7M" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por&nbsp;Florência Costa&nbsp;&#8211; Projeto Colabora</a></em></strong></p>



<p>Na tarde de 17 de agosto de 2009 peguei um avião-cacareco da empresa afegã Kam no aeroporto de Nova Delhi, onde vivia, e desembarquei em Cabul. Logo na primeira hora de chegada ao Afeganistão aprendi que pressa era sinônimo de sobrevivência por lá.</p>



<p>A pousada Gamdamack Lodge não havia mandado o carro blindado que prometera e tive que arranjar um táxi simples no aeroporto. Ignorei as advertências de “cuidado para não ser sequestrada, não pegue táxi de desconhecido”. Cheguei diante no endereço que tinha em mãos como sendo da pousada, no centro de Cabul. Calmamente abri a porta do carro, após pagar o motorista. Mas logo vi homens armados de metralhadora gritando do lado de fora, ordenando que eu voasse do carro para dentro de um portão de ferro.</p>



<p>Tive três minutos para desembarcar. Agarrei a mala e atravessei o portão, que foi fechado imediatamente, com toda a força. Não havia letreiro nenhum que identificasse a pousada. Estava no lugar certo ou aquilo era uma cilada?</p>



<p>Acabei aprendendo que na cidade onde eu iria passar uma semana cobrindo as eleições presidenciais não havia estacionamento: os carros tinham alguns minutos para desembarcar passageiros para evitar atentados à bomba do Talibã. Logo após entrar no portão, vi um pátio com um muro e ao lado, alguns outros homens armados fumando e conversando. O muro parecia um paredão de fuzilamento. Mas logo avistei uma guarita num canto, com um sistema de segurança parecido com o dos bancos hoje. Ao passar uma roleta, a porta de trás é trancada. Após tirar tudo de metal da bolsa e passar por detectores, a segunda porta se abre e você se depara em um segundo pátio. Aí sim, vê a pousada, um casarão do século 19 que lembrava os tempos das fracassadas invasões britânicas.</p>



<p>A pousada era administrada desde 2002 pelo jornalista britânico Peter Jouvenal. O nome Gandamack soava como outra advertência: era o lugar onde ocorreu um massacre de soldados britânicos e civis por afegãos, em 1842. Foi uma das maiores derrotas estrangeiras no Afeganistão. Logo ao entrar na Gandamack Lodge, vi uma incrível coleção de armas do século 19 em um corredor. Após o check-in, o funcionário me mostrou o bunker com coletes à prova de balas, capacetes e uma rota de fuga em caso de ataque do Talibã.</p>



<p>Em 2017, oito anos após a minha visita a Cabul, soube que a Gandamack havia sido fechada por ordem governamental. Famoso abrigo de estrangeiros, a pousada era um alvo certo de um Talibã cada vez mais dominante. A volta ao poder era favas contadas. No terceiro dia em Cabul, ao ir de carro pegar a minha credencial de jornalista, o táxi foi parado por um comboio de militares americanos, que gritaram e enfiaram as metralhadoras na janela do motorista. Ele mostrou documentos e os soldados mandaram ele voltar. Um carro-bomba havia explodido logo adiante, ao lado de um comboio da coalizão internacional, matando várias pessoas.</p>



<p>No caminho de volta para a pousada, eu percebi pela primeira vez as “almas penadas”: veteranos de guerra sem perna ou sem braço que pediam ajuda aos motoristas. A Cabul de agosto de 2009 era uma cidade amedrontada, desiludida, esfarrapada. Eu já havia sentido que o Talibã não estava para brincadeira desde a manhã seguinte à minha chegada. Os hóspedes foram chacoalhados às 7h com o estrondo de um foguete, que atingiu o palácio do então presidente (reeleito naquele pleito) Hamid Karzai, que ficava ali pertinho. No café da manhã, soube pelos outros hóspedes, quase todos jornalistas, que o presidente havia escapado dessa porque estava em um abrigo.</p>



<p>O Talibã havia prometido atrapalhar aquela que seria a segunda eleição após a invasão ocidental. Os extremistas ameaçavam explodir locais de votação e cortar dedos de eleitores. Aquele era o oitavo ano após a ocupação das forças de coalizão ocidental. Mas eu já havia entendido logo de cara que aquela seria mais uma invasão estrangeira que daria com os burros n’água e lembrei do vaticínio de John Lawrence, vice-rei da Índia em 1867: “O afegão vai aturar a pobreza, a insegurança na vida, mas não vai tolerar um governo estrangeiro. No momento que ele tiver uma chance, ele vai se rebelar”. Isso aconteceu com britânicos, russos e agora, com os norte-americanos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Pobreza, corrupção e criminalidade</strong></h3>



<p>O Afeganistão que eu conheci em 2009, uma sociedade ferida por anos de invasões e guerras, tinha 40% de sua população vivendo abaixo da linha da pobreza, estava mergulhado em corrupção, sofria com o desgoverno, com a criminalidade e com o tráfico de drogas (ópio). A expectativa de vida média de um afegão era de apenas 43 anos, metade da de um americano. Naquele momento já era visível a decepção geral com a esperada ajuda internacional que beneficiava uma elite e não chegava ao andar de baixo.</p>



<p>Os personagens com quem me deparei naquela cobertura ressuscitaram na memória neste domingo, 15 de agosto. Um deles, um jovem taxista chamado Ali, não havia votado: “Por que vou arriscar a minha vida se o próximo presidente será escolhido por americanos ou britânicos?”. Dameen, outro motorista que conheci tinha percepção semelhante: “Os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres estão mendigando”. Os afegãos que não entravam no radar das endinheiradas agências internacionais e não conseguiram empregos no governo engrossavam muitas vezes as fileiras do crime organizado e do tráfico de drogas. O Afeganistão era então o maior fornecedor mundial de heroína. Wali Karzai, meio-irmão do presidente apoiado pelos Estados Unidos, era acusado de ser o “don” da máfia de Kandahar e o supervisor do cartel de drogas local.</p>



<p>A população se ressentia também da prepotência dos soldados americanos, que costumam insultar os afegãos nas ruas. “Todo mundo diz que está aqui por causa da gente. Mas eles estão aqui pelos interesses deles. Estão nos manipulando”, dizia Aamir Hassan, jornalista da Associação da Imprensa Livre do Sul da Ásia. Me lembro também das sábias palavras do escritor e jornalista veterano Edward Girardet, que vive na Suíça, mas naqueles dias da eleição recolhia informações para um livro: “Não se vence essa guerra militarmente. Não há saídas rápidas e fáceis no Afeganistão”.</p>



<p>Um dos locais que visitei foi a famosa Shah M Book, na esquina da avenida Shar-e-Now, na Zona Sul de Cabul: é a livraria de&nbsp;<em>O livreiro de Cabul</em>, da jornalista norueguesa Asne Seierstad. Aj, então um musculoso jovem de 20 anos, vestido com uma camiseta do Hard Rock Cafe de Nova Delhi, contou tudo sobre o submundo de Cabul, com seus massage parlours, bordéis e nightclubs que proliferaram após a queda do Talibã. Para Aj, os políticos afegãos estavam vendendo o país para os estrangeiros: “Que futuro um país pode ter se o irmão do presidente está metido com a venda de drogas? Eu não gosto do Talibã, mas pelo menos eles coibiam o tráfico de drogas”.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que será das mulheres no Afeganistão?</strong></h3>



<p>Hassina Syed, de 30 anos, a-esposa-afegã-olhos-cor-de- mel de Peter Jouvenal, me contou que era melhor eu cobrir os cabelos com um lenço (hijab) caso eu quisesse bater perna pela misteriosa capital afegã, essa planície a 1.800 metros acima do nivel do mar, cercada pelas montanhas da cordilheira do Hindu Kush. No ano anterior, recordou Hassina, uma jornalista norueguesa que não usava o hijab, havia sido morta pelo Talibã. Mesmo não sendo obrigadas por lei, era comum ver as afegãs de burqa, principalmente aquelas tradicionais azuis: a cobertura as livravam dos olhares masculinos estranhos naquela sociedade conservadora. Mas para as estrangeiras as regras não escritas eram diferentes. Havia um ditado por lá: no Afeganistão tem homem, tem mulher e tem mulher estrangeira. Nós só devíamos usar burqas se fossemos perambular pelo interior do país.</p>



<p>Formada em Medicina, Hassina era mãe de duas filhas, uma de 3 e outra de 4 anos. Nunca esqueci de como ela projetava o futuro das filhas: “Meu sonho é que pelo menos uma delas seja engenheira”. Jornalista mulher tem algumas vantagens. Em sociedades muito conservadoras, onde as mulheres são ensinadas a ficar distante dos homens estranhos, as entrevistadas ficam à vontade com você.</p>



<p>As afegãs eram muito simpáticas e curiosas comigo. Desde as policiais no aeroporto (uma delas me pediu um batom que eu tinha na nécessaire) até donas de casa que entrevistei nas seções eleitorais no dia da votação. Elas mesmas vinham na minha direção conversar. Uma delas, Jalala, analfabeta, coberta com uma burqa, acompanhada do irmão, o médico Taj Mitalal, se aproximou bem devagar de mim. Ela estava curiosa para saber da onde eu era. Outras duas se aproximaram em seguida: Malika e a amiga Zeinab. Esta última olhava para todos os lados, insegura. “As pessoas estão com medo e desiludidas porque a situação está muito difícil. Não sei o que vai acontecer com o Afeganistão”, disse Zeinab.</p>



<p>Hoje me pergunto: O que será dessas mulheres que conheci agora que o Talibã voltou ao poder? E as mais simples do povo, aquelas que eu via de burqa, pedindo “bakshish” (esmolas) no trânsito ao lado de crianças esfomeadas?</p>



<p>Já em 2009, ninguém mais acreditava em contos de salvadores da pátria no Afeganistão. Vinte anos depois de os EUA declararem que iriam fazer o país voltar à Idade da Pedra por ter abrigado Osama bin Laden , a intervenção se esfarelou de forma acachapante para Washington e desnudou a realidade: o plano de reconstrução afegã era uma ficção, uma ilusão que se desmanchou no ar poeirento de Cabul.</p>



<p>Quando o Congresso americano aprovou por quase unanimidade a invasão, a única voz discordante foi a da deputada democrata Barbara Lee: “ Este é um assunto muito complexo e eu não acredito que uma ação militar vai evitar futuros atos de terrorismo internacional. Alguns de nós devem dizer para esperar um minuto e pensar sobre as implicações desta nossa ação, para que ela não fuja ao nosso controle”. A parlamentar foi alvo de insultos e ameaças e teve que ser protegida por seguranças armados após o voto.</p>



<p>A fama do Afeganistão de túmulo de impérios e de atoleiro sem fim se confirmou neste 15 de agosto, com a volta ao poder do Talibã, o mesmo que havia sido vitaminado pela CIA para lutar contra os soviéticos. “Não veremos pessoas sendo retiradas às pressas dos tetos da embaixada dos EUA no Afeganistão”, prometeu Joe Biden, em uma referência à cena humilhante dos americanos fugindo de Saigon. Mas a promessa foi descumprida.</p>



<p>Os EUA corriam para resgatar seus últimos diplomatas e funcionários, abandonando milhares de afegãos que trabalharam para as forças invasoras. Tudo o que os americanos tinham neste 15 de agosto era pressa. A mesma pressa que aprendi como sendo fundamental na hora de sair de um carro em Cabul.</p>



<p><em>*Florência Costa era correspondente do jornal O Globo na Índia quando fez a cobertura das eleições presidenciais no Afeganistão em agosto de 2009</em></p>
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		<title>Maiores sites bolsonaristas receberam 618 milhões de visitas contra 583 milhões em páginas da oposição nos últimos 12 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 21:01:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Artigo - Manoel Fernandes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manoel Fernandes, diretor da Bites Consultoria Nos últimos 12 meses, os 13 maiores sites de notícia do Brasil, excluindo os grandes portais de conteúdo genérico, receberam 4,7 bilhões de visitas, segundo o Sistema Analítico BITES. O número reflete a importância do papel da mídia clássica na construção de narrativas junto à opinião pública digital. Mas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p><strong><em>Manoel Fernandes, diretor da </em></strong><em>Bites </em><strong><em>Consultoria</em></strong></p>



<p>Nos últimos 12 meses, os 13 maiores sites de notícia do Brasil, excluindo os grandes portais de conteúdo genérico, receberam 4,7 bilhões de visitas, segundo o Sistema Analítico BITES.</p>



<p>O número reflete a importância do papel da mídia clássica na construção de narrativas junto à opinião pública digital.</p>



<p>Mas, há dois fluxos de opinião em paralelo que também chamam atenção pelo volume de interesse despertado em quem procura informação em endereços mais ideológicos sobre a agenda do presidente da República e dos seus adversários.</p>



<p>No mesmo período de 12 meses, os 26 maiores sites de apoio a Bolsonaro e da oposição, agrupados em páginas alinhadas à candidatura do ex-presidente Lula, alcançaram 1,2 bilhão de visitas.</p>



<p>Esse é um dos resultados preliminares do estudo apresentado ontem por BITES na Aula Aberta “Jornalismo em Tempos de Polarização”, que vai ter o segundo encontro hoje, 4, a partir das 19h, com a jornalista Angélica Santa Cruz. As inscrições ainda podem ser feitas no link http://www-bites-com-br.rds.land/aulaabertabites</p>



<p>Os bolsonaristas têm 51% da audiência dos dois ecossistemas de informação digital e integram uma rede mais homogênea sob o ponto de vista de temas publicados. Também são mais organizados na amplificação da agenda do presidente da República.</p>



<p>O bloco de oposição tem um bom número de visitas (583 milhões) no período analisado, mas o foco está em narrativas de desconstrução de Bolsonaro e não na amplificação da agenda de Lula ou de outros potenciais candidatos em 2022.</p>



<p>No contexto falem mal, mas falem de mim, a soma daqueles que defendem e criticam Bolsonaro se transforma numa vantagem para o presidente da República. O conteúdo negativo e positivo gera indexação e fica mais fácil de ser encontrado em buscas na Internet.</p>



<p>Todos os meses são feitas 8,3 milhões de consultas sobre o presidente no Google Brasil. Em torno de Lula ocorrem 2 milhões de consultas.</p>



<p>O fluxo de opinião digital se reflete nas interações (compartilhamentos, RTs, curtidas e cometários) de aliados em seus posts oficiais no Twitter, Instagram e Facebook, além de energizar a base bolsonarista.</p>



<p>O presidente da República tem cinco vezes mais interações do que Lula. Nos últimos 12 meses foram 470 milhões contra 96 milhões do petista.</p>
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		<title>Sua Excelência, O Fato #93</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 May 2021 11:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fernando Haddad, ex-ministro da Educação, ex-prefeito de São Paulo, é o convidado especial do Sua Excelência, O Fato desta quarta-feira. Advogado e acadêmico com pós-graduações em Economia e Filosofia, Haddad tem rodado o País &#8211; de fato e por meio de eventos virtuais &#8211; na busca de consensos e de pautas que unam as diversas [&#8230;]</p>
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<p>Fernando Haddad, ex-ministro da Educação, ex-prefeito de São Paulo, é o convidado especial do Sua Excelência, O Fato desta quarta-feira. Advogado e acadêmico com pós-graduações em Economia e Filosofia, Haddad tem rodado o País &#8211; de fato e por meio de eventos virtuais &#8211; na busca de consensos e de pautas que unam as diversas vertentes de oposição, dos mais variados matizes ideológicos, na tentativa de construir saídas para o abismo em que o Brasil foi lançado a partir da ruptura de 2016 (golpe do impeachment sem crime de responsabilidade) e do agravamento do quadro de emergência institucional com a eleição de Jair Bolsonaro em 2018. Legitimado pelos ,ais de 47 milhões de votos recebidos no 2º turno daquela disputa presidencial, o ex-prefeito paulistano tem se convertido no interlocutor necessário das muitas alas oposicionista na trajetória de reconstrução e recondução da Nação aos trilhos institucionais.</p>
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		<title>Amazônia é sertão</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2021 15:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - Lúcio Flávio Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por&#160;Lúcio Flávio Pinto Minha família é um universo microscópico da história da Amazônia, integrada por migrantes e nativos. Meu avô materno era um português que foi ser guarda-livro (o atual contador) num seringal em Boca do Acre, onde o rio Acre se encontra com o Purus. Apesar do nome, o município fica no Estado do [&#8230;]</p>
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<p><strong><em><a href="https://amazoniareal.com.br/amazonia-e-sertao/?fbclid=IwAR0C48l5vDLRN4bX-At4hKsQoDL10eWLB1kM1JhtFgaZytqaP71pu-VfcBU" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por&nbsp;Lúcio Flávio Pinto</a></em></strong></p>



<p>Minha família é um universo microscópico da história da Amazônia, integrada por migrantes e nativos. Meu avô materno era um português que foi ser guarda-livro (o atual contador) num seringal em Boca do Acre, onde o rio Acre se encontra com o Purus.</p>



<p>Apesar do nome, o município fica no Estado do Amazonas, embora Manaus esteja a mais de mil quilômetros em linha reta e Rio Branco a 145 quilômetros da capital de Boca do Acre. Caso exemplar da irracionalidade na organização territorial centralizada, imposta a partir do topo do poder nacional (um Estado unitário numa federação de perna quebrada), incapaz de compreender e traduzir um espaço gigantesco como o da Amazônia.</p>



<p>José Gomes de Faria chegou ao seringal, um dos maiores dos altos rios, quando a produção de borracha estava em declínio. Com a filha do dono do seringal, com quem casou, foi para Santarém, no Pará, onde o irmão mais velho crescia nos negócios ligados ao extrativismo, a atividade econômica predominante na região até os anos 1960. Manuel se tornou um dos homens mais ricos da cidade, que era a terceira mais importante da Amazônia, depois de Belém e Manaus.</p>



<p>Sua esposa morreu e a filha mais nova, minha mãe, com menos de um ano, foi mandada para que uma família estabelecida no Lago Grande de Franca a criasse. Numa paisagem típica da civilização ribeirinha amazônica, ela ficou até os oito anos, convivendo com os animais, correndo pela mata, cujos segredos ia descobrindo, se alimentando de peixe, livre de convenções e regras urbanas. Uma cabocla aculturada, caiada de branco pela miscigenação.</p>



<p>Meu avô paterno era um típico habitante do sertão cearense. Sua mulher também era de São Francisco do Canindé. A seca nordestina e as notícias promissoras sobre a borracha o fizeram migrar por duas vezes para a Amazônia, também para os altos rios do Acre e, depois, para o Acará, uma área de grande tradição no Pará, berço da maioria dos líderes da revolta da cabanagem (além dos cearenses).</p>



<p>Na primeira, fracassou. Voltou à terra natal. Mas nela não conseguiu mais se fixar. Retornou à Amazônia, abrindo comércio em Santarém, no bairro pobre da cidade (orgulhosa de sua fisionomia portuguesa), sugestivamente chamado de Aldeia. Foi nesse local que se constituiu a mais importante civilização indígena da Amazônia, dos Tapajó, massacrada e extinta pelo colonizador português.</p>



<p>Filho de cearense, era tratado pejorativamente por arigó. Meu pai, que nasceu em solo paraense, conseguiu superar os preconceitos, fazer carreira empresarial e política, e se casar com a bela Iraci, membro de uma das mais influentes famílias locais. Uma das ramificações da família à qual minha mãe se incorporou, através da irmã mais velha, tinha raízes em um dos dois barões santarenos.</p>



<p>Não narro em resumo essa história por narcisismo ou pretendendo cobrir de lantejoulas minha ascendência. Decidi quebrar a sequência de artigos objetivos com este relato pessoal porque a consulta que venho fazendo a fontes escritas, fotografias, mapas e noticiário da imprensa foram me conduzindo a uma constatação desoladora: a microscópica parcela de um universo caleidoscópico, como a Amazônia, está desaparecendo.</p>



<p>Embarcando no satélite do Google Earth, fui a Boca do Acre, Lábrea, aos rios Purus e Acre, a Santarém, à bacia do rio Arapiuns, do Tapajós, ao médio e alto Xingu. Busquei informações atualizadas sobre cada um dos locais. A conclusão: o processo de destruição da Amazônia nesses pontos cada vez mais a oeste e ao norte é o mesmo das partes a leste e ao sul, a devastação terrível dos vales do Araguaia, Tocantins e Xingu, do lado direito do rio Amazonas, com intrusões crescentes sobre os afluentes da margem esquerda.</p>



<p>O que se fala nesses locais é de grilagem de terras, desmatamento ilegal, trabalho escravo, crimes de encomenda, violência, brutalidade. Colocando a floresta abaixo, abrindo estradas que permitem a ocupação desordenada e caótica das suas margens, expandindo as frentes pioneiras numa velocidade muito superior à do aparato estatal, o que impede a vigência das leis e o respeito ao ser humano, bloqueando as verbas para conhecer melhor a maior reserva natural do planeta antes de explorá-la, a expansão da atividade econômica é a decretação do fim da Amazônia, tal como ela é, tal como nela viveram meus antepassados vindos de fora ou nascid os em seu ventre fecundo. A Amazônia está virando sertão.</p>



<p>Em 1953, o governo federal decidiu que essa imensa combinação de água, vegetação e luz tinha que ser incorporada à máquina de produção do país. Para realizar a tarefa, criou o primeiro órgão de planejamento regional do Brasil, a SPVEA, depois substituída pela Sudam. A Amazônia cresceu quantitativamente como nunca. Para se distanciar do que era e se tornar o que o poder central quer que seja.</p>



<p>Coincidentemente, nesse mesmo ano foi lançada a edição em língua portuguesa de&nbsp;<em>Uma comunidade amazônica&nbsp;–Estudo do Homem nos Trópicos</em>, do antropólogo norte-americano Charles Wagley (1913-1991), que vivera no Pará.&nbsp;Seu livro é um dos clássicos da antropologia e da bibliografia amazônica.</p>



<p>Com a sabedoria que uma longa convivência com os mais antigos moradores da Amazônia, estabelecidos nas margens dos rios, em secular processo de acomodação, Wagley observou, quase 70 anos atrás:</p>



<p>“Uma nova sociedade não pode nascer do nada; deve ser construída a partir de antecedentes históricos. A nova sociedade que o Brasil pretende criar na Amazônia terá por base o conhecimento que o povo dessa região acumulou durante séculos, dos tempos aborígenes ao presente”. Acrescentou que essa “é uma herança rica que jamais deverá ser ignorada na moderna conquista da Amazônia”.</p>



<p>Lamentavelmente, a conquista da Amazônia é uma atualização ampliada e piorada do passado colonial, que ignora a herança da história.</p>


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		<title>Sua Excelência, O Fato #70</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 13:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcasts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma semana o Congresso Nacional passou de fase no confronto entre a sociedade brasileira e o Governo Federal liderado por um presidente que se contrapõe à Ciência, às regras de convivência civil e aos limites da Política, conduzindo, assim, a Nação na direção da catástrofe humanitária que ora se registra. Há consenso dentro e [&#8230;]</p>
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<p>Há uma semana o Congresso Nacional passou de fase no confronto entre a sociedade brasileira e o Governo Federal liderado por um presidente que se contrapõe à Ciência, às regras de convivência civil e aos limites da Política, conduzindo, assim, a Nação na direção da catástrofe humanitária que ora se registra. Há consenso dentro e fora do Brasil quanto à necessidade de imposição de limites ao &#8220;poder de governar&#8221; de Bolsonaro, ou mesmo à eliminação total desse &#8220;direito de governar&#8221; que lhe foi conferido pelas urnas de 2018 &#8211; contanto que fosse apto para tal. O Brasil vive as vésperas de uma nova interrupção de Governo, isso é claro. E como ocorrem tais vesperais? Quais fatos, lidos com o distanciamento histórico, nos permitirão dizer mais à frente que se desmonta, sim, um Governo a partir de ações aparentemente descoordenadas dentro do Parlamento e de aparelhos da sociedade? Eis os tema em discussão como &#8220;o fato&#8221; no programa de hoje. Os jornalistas Eumano Silva e Luís Costa Pinto recebem para tal o convidado especial Raphael Aliberti. Historiador, professor de História, Aliberti é autor de &#8220;Um Espião Silenciado&#8221;, editado pela CEPE &#8211; Cia Editora de Pernambuco. O livro narra, em formato de thriller histórico, a morte de José Nogueira, um agente duplo da extrema-direita brasileira que foi lançado da sacada de seu apartamento no Rio de Janeiro em março de 1963, antes de depor na CPI do IBAD/IPES. Nogueira era, ao mesmo tempo, lotado no núcleo de informação da Marinha e jornalista atuante em investigações da imprensa fluminense. Dada como suicídio, a morte dele tem todas as características de assassinato. Sem o depoimento de Nogueira, que poderia ter sido crucial para a CPI chegar a um ponto que determinasse a paulatina inviabilização do Governo João Goulart, a comissão produziu um relatório gasoso e deixou de ser um catalisador de reações ao golpe militar de 1964. Que lições a História nos dá para ler o momento político?</p>



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		<title>A cara do fascismo digital no governo Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 01:44:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Doria]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte da maneira como o governo Bolsonaro escolhe se comunicar online é transmitindo uma ideologia neofascista</p>
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<p>Por Pedro Doria* &#8211; O Estado de S. Paulo</p>



<p>Há um aspecto da composição do governo <strong>Jair Bolsonaro</strong> que é muito pouco discutido. É o de como, na linguagem que usa para se apresentar ao mundo digital, transmite uma ideologia neofascista. O motivo pelo qual se fala tão pouco deste lado é porque estes códigos são realmente pouco conhecidos. Mas é também porque parte da lógica da extrema-direita digital está, paradoxalmente, em se disfarçar enquanto se apresenta com clareza. É o que na internet se chama <em>trollagem</em>. E é o que o assessor <strong>Filipe Martins</strong> fez esta semana no Senado Federal, durante a sabatina do chanceler <strong>Ernesto Araújo</strong>.</p>



<p>Esta cultura se construiu ao longo das últimas décadas nos muitos fóruns em que jovens de direita, principalmente de extrema-direita, se encontram na internet. Um deles, o mais célebre, é o 4chan. Sua versão radicalizada é o 8chan. Há redes sociais exclusivas da direita, caso da Gab. E há, claro, o submundo da internet — a deep web. Não foi nestes ambientes que a cultura troll nasceu. Mas foi neles que ela se desenvolveu.</p>



<p>O comportamento do troll é uma tentativa de humor. Ele ironiza alguém, ataca alguém, faz piada na cara de alguém — mas este alguém não percebe. Quem percebe são os outros trolls em volta. É algo particularmente masculino, tipicamente adolescente. A piada interna que os amigos entendem, quem está em volta não percebe. O jogo ganha escala quando alguém de fora acusa ter compreendido a mensagem. Neste momento, o troll nega. Diz que é delírio.</p>



<p>A diferença entre o adolescente e a extrema-direita é que a mensagem do neofascismo é xenófoba, é violenta, é antidemocrática.<strong> O gesto de Filipe Martins</strong>, por exemplo, o símbolo de OK americano apresentado de cabeça para baixo, quer dizer White Power. Poder Branco. É o grito da Ku Klux Klan contemporânea. Os outros supremacistas brancos conhecem o código e sabem do que se trata. Mas é um gesto tão parecido com o de um OK que, quando flagrado, o troll logo diz que era só um movimento de mãos inocente.</p>



<p>A alt-right digital está cravada de códigos assim. O ato de beber leite, por exemplo. Há uma característica genética de caucasianos que torna, para eles, mais fácil digerir lactose quando adultos. Daí que quando vários homens adultos bebem leite juntos, nos círculos desta alt-right, estão celebrando serem brancos. Em uma de suas lives no ano passado, o presidente Jair Bolsonaro e seus assessores beberam leite juntos. Quando questionados, negaram a simbologia, fizeram troça. Mas nos círculos da extrema-direita aquilo foi interpretado como o que é: o sinal de que ‘é um de nós’.</p>



<p>Filipe Martins é pródigo neste comportamento. Em um tuíte recente para o vereador Carlos Bolsonaro, falou espanhol. “¡Ya hemos pasao!” — a expressão que os soldados franquistas usavam em resposta ao grito comunista de “¡No passarán!” durante a Guerra Civil. Mais de uma vez citou o mote latino “Oderint dum metuant”, lema do grupo neonazista britânico Combat 18 — “Que nos odeiem, desde que nos temam”. Na imagem principal de seu perfil de Twitter estão os versos do grande poeta galês Dylan Thomas. “Do not go gentle into that good night.” Não mergulhe gentil naquela boa noite. É a frase com o qual um velho frequentador do 8chan, o terrorista que matou mais de uma dezena na Nova Zelândia há dois anos, abriu seu manifesto.</p>



<p>Não há acidente em tanta frequência. Não quando vem de um especialista em comunicação digital, que passou a juventude enfurnado nos cantos da direita online e conviveu num ambiente de trolls. Parte da maneira como o governo Bolsonaro escolhe se comunicar online é esta. A dos símbolos do fascismo cibernético.</p>



<p>O Brasil segue tolerando isto porque finge não ver.</p>



<p>Fonte: <a href="https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-cara-do-fascismo-digital-no-governo-bolsonaro,70003660427" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-cara-do-fascismo-digital-no-governo-bolsonaro,70003660427</a></p>
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		<title>Maia diz que Moro, Dallagnol e Marena poderiam estar presos se Dez Medidas tivesse sido aprovada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 16:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-presidente da Câmara diz em entrevista aos jornalistas Luis Costa Pinto e Eumano Silva, da Plataforma Brasília, que se as Dez Medidas defendidas por boa parte do Ministério Público tivessem sido aprovadas Moro e Dallagnol poderiam já estar presos</p>
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<p>O ex-presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ, fez críticas veementes à condução da Lava Jato e a agentes envolvidos na operação.</p>



<p>Em entrevista aos jornalistas Luis Costa Pinto e Eumano Silva, para o programa Sua Excelência, o Fato, da&nbsp;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=SlBiApKpRA0&amp;feature=youtu.be">Plataforma Brasília</a>, o deputado disse que se as Dez Medidas defendidas por boa parte do Ministério Público tivessem sido aprovadas, Sérgio Moro e Deltan Dallagnol e a delegada da Polícia Federal Erika Marena poderiam já estar presos.</p>



<p>Além disso, Maia afirmou, ainda, que o ex-presidente Lula merece novo julgamento.</p>



<p>Em relação à Lava Jato, ele destacou: “Nós tivemos excessos e cabe às instâncias superiores retificar os erros da primeira e da segunda instância. Por isso que o nosso sistema jurídico é tão importante e foi tão atacado pelo partido da Lava Jato, que era exatamente para desmoralizar as cortes superiores, STJ, Supremo e Congresso, para que as decisões arbitrárias tomadas por eles não fossem contestadas”.</p>



<p>Continue lendo em <a href="https://revistaforum.com.br/politica/maia-diz-que-moro-dallagnol-e-marena-poderiam-estar-presos-se-dez-medidas-tivesse-sido-aprovada/#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://revistaforum.com.br/politica/maia-diz-que-moro-dallagnol-e-marena-poderiam-estar-presos-se-dez-medidas-tivesse-sido-aprovada/#</a></p>
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		<title>Na troca na Petrobras, bolsonaristas se reagrupam e defendem o presidente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 15:57:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Análise - Manoel Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manoel FernandesDiretor BITES A decisão do presidente Jair Bolsonaro em fazer a troca no comando da Petrobras está chamando hoje mais atenção da opinião pública digital do que a perda de R$ 91 bilhões em valor de mercado em 09 de março do ano passado, dois dias antes da decretação da pandemia da Covid pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Manoel Fernandes</em></strong><br><em>Diretor BITES</em></p>



<p>A decisão do presidente Jair Bolsonaro em fazer a troca no comando da Petrobras está chamando hoje mais atenção da opinião pública digital do que a perda de R$ 91 bilhões em valor de mercado em 09 de março do ano passado, dois dias antes da decretação da pandemia da Covid pela OMS.</p>



<p>Em março, a preocupação estava relacionada com a potencial guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia. As ações da empresa caíram 28,5% em março passado e hoje até às 11h30 a queda estava em 20%.</p>



<p>Nas últimas 72 horas, os bolsonaristas voltaram a se reagrupar numa estratégia de defesa do presidente em torno de uma narrativa: os seguidos aumentos dos combustíveis no meio da pandemia determinaram a queda de Roberto Castello Branco.</p>



<p>Os últimos três dias representaram 8,5% do volume de posts no Twitter publicados no mundo sobre a Petrobras desde março passado. No Facebook foram 16 mil publicações nesse intervalo (21% do volume dos últimos 12 meses).</p>



<p>Os bolsonaristas estão incentivando a distribuição de um vídeo no Youtube no qual o presidente diz que a sociedade precisa ter mais informação sobre a formação de preços da gasolina no Brasil e se diz preocupado com grupos criminosos no comando de postos de gasolina pelo País.</p>



<p>Nas últimas 24 horas, duas buscas estão crescendo no Google em torno da pergunta: por que a gasolina é tão cara no Brasil?</p>



<p>No Facebook, por exemplo, os dez posts com a maior taxa de compartilhamentos, quando o dono de um perfil traz para dentro de sua rede de amigos o conteúdo de outro agente digital, os quatro primeiros trazem a versão do próprio presidente e de aliados, como as deputadas Bia Kicis e Carla Zambelli do PSL.</p>



<p>Os conteúdos até agora com maior volume de interações no Facebook e no Instagram reforçam a narrativa bolsonarista. No Twitter há equilíbrio entre críticos e aliados do presidente.</p>



<p>Em inglês foram publicados 391 artigos desde sexta-feira em torno do imbróglio com baixa taxa de interações. No Brasil foram 4.600 artigos tratando da troca na companhia. E aquele de maior propagação, editado por uma página bolsonarista, traz a narrativa da alta dos combustíveis com 71 mil interações.</p>



<p>Esse fenômeno é padrão no universo bolsonarista. Quando está sob ataque, especialmente da oposição, Bolsonaro consegue reagrupar seus aliados em torno de uma agenda comum. Na falta de uma estratégia de contenção digital mais estruturada das lideranças de oposição, a narrativa dos aliados do presidente consegue fluir com maior intensidade junto à opinião pública digital.</p>



<p>BITES – Dados para decisões</p>



<p>Conheça a Bites Consultoria: <a href="https://bites.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://bites.com.br/</a></p>
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		<title>Música lançada há 27 anos mostra o descaso do Brasil de hoje</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/musica-lancada-ha-27-anos-mostra-o-descaso-do-brasil-de-hoje/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[agência completa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2021 20:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lançada em 1993, a música ‘Perfeição’, da banda Legião Urbana, aborda questões como a fome, as queimadas, as epidemias e o descaso com a educação, e permanece sendo um retrato da realidade brasileira</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://observatorio3setor.org.br/author/maria-fernanda-garcia/">MARIA FERNANDA GARCIA</a></p>



<p>Banda Legião Urbana/ Foto: WikipédiaA música ‘Perfeição’ é uma obra musical de autoria da banda Legião Urbana e consiste em uma crítica à sociedade brasileira. A música é a quarta faixa do disco ‘Descobrimento do Brasil’, lançado em 1993.</p>



<p>O que mais chama atenção na música é que mesmo sendo de 27 anos atrás parece ter sido feita para os dias de hoje.</p>



<p>O descaso com o povo que sofre com fome, hospitais lotados e pandemia está na letra da música. Até as queimadas que já destruíram grande parte das florestas brasileiras são citadas na música.</p>



<p>Um dos trechos da música diz:</p>



<p>“Comemorar a água podre e todos os impostos<br>Queimadas, mentiras e sequestros<br>Nosso castelo de cartas marcadas<br>O trabalho escravo, nosso pequeno universo<br>Toda a hipocrisia e toda a afetação<br>Todo roubo e toda indiferença<br>Vamos celebrar epidemias<br>É a festa da torcida campeã!”</p>



<p>Neste trecho, a música relata vários problemas atuais do Brasil. “Comemorar a água podre e todos os impostos”: entre os 30 países com maior carga tributária no mundo, o Brasil é o que proporciona o&nbsp;<a href="https://observatorio3setor.org.br/noticias/brasil-e-pais-com-menor-indice-de-retorno-de-bem-estar-a-populacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pior retorno à população</a>. E metade da população brasileira&nbsp;<a href="https://observatorio3setor.org.br/noticias/brasil-mais-de-100-milhoes-de-pessoas-sem-rede-de-esgoto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não tem rede de esgoto</a>.</p>



<p>O trabalho escravo também é uma triste realidade para os brasileiros. Só no ano passado,&nbsp;<a href="https://observatorio3setor.org.br/noticias/brasil-pessoas-resgatadas-trabalho-escravo-2019/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">1.054 pessoas foram resgatadas de situações análogas ao trabalho escravo</a>&nbsp;em todo o Brasil.</p>



<p>Epidemias também fazem parte da realidade do país. E não só a pandemia de Covid-19, que já infectou mais de 4 milhões de brasileiros e matou mais de 140 mil. O Brasil também passa por um surto de febre amarela e dengue.</p>



<p>Mas grande parte da população no país está mais preocupada com a volta dos horários normais de shoppings e o futebol, ignorando a dor das famílias que perderam seus entes queridos.</p>



<p>Os autores da canção – Marcelo Bonfá, Dado Villa-Lobos e Renato Russo – criticam a hipocrisia da sociedade brasileira e fazem a sua autocrítica também. Em um trecho, eles relatam o descaso com a educação (o país já teve 3 ministros da educação em menos de 2 anos e mais de uma vez houve discussões sobre cortar verbas da educação) e como tudo acaba. O Brasil ignora a fome, pandemia, mas como a música diz, infelizmente tudo termina com vela e caixão. No Brasil, 10,3 milhões de pessoas passam fome.</p>



<p>“Vamos celebrar a aberração<br>De toda a nossa falta de bom senso<br>Nosso descaso por educação<br>Vamos celebrar o horror de tudo isto<br>Com festa, velório e caixão<br>Está tudo morto e enterrado agora<br>Já que também podemos celebrar<br>A estupidez de quem cantou essa canção”</p>



<p>Lara ler o texto e escutar a canção do Legião no site que originalmente este texto, clique aqui: <a href="https://observatorio3setor.org.br/noticias/musica-lancada-ha-27-anos-mostra-o-descaso-do-brasil-de-hoje/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://observatorio3setor.org.br/noticias/musica-lancada-ha-27-anos-mostra-o-descaso-do-brasil-de-hoje/</a></p>



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<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pCPA82yP9a"><a href="https://observatorio3setor.org.br/noticias/musica-lancada-ha-27-anos-mostra-o-descaso-do-brasil-de-hoje/">Música lançada há 27 anos mostra o descaso do Brasil de hoje</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Música lançada há 27 anos mostra o descaso do Brasil de hoje&#8221; &#8212; Observatório do 3° Setor" src="https://observatorio3setor.org.br/noticias/musica-lancada-ha-27-anos-mostra-o-descaso-do-brasil-de-hoje/embed/#?secret=pCPA82yP9a" data-secret="pCPA82yP9a" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe>
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