Wajngarten e Queiroga: dois cangaceiros numa agenda suja
Por Luís Costa Pinto Como se surgisse do nada, em meio ao mormaço da sexta-feira 23 de abril, o médico-cardiologista Marcelo Queiroga atira a esmo
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Por Lênio Streck – no Conjur Até agora, jornalistas, jornaleiros, bacharéis em Direito e muitos quejandos estão tentando entender um artigo misterioso de Merval Pereira,
O senador Ciro Nogueira (PP-PI) admitiu que será difícil defender atos e omissões de Jair Bolsonaro e do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello na CPI da Covid
Entre pizzas e cassações, comissões se firmaram como o mais ostensivo instrumento de fiscalização do Executivo; relatório final contundente fortalece resultados
Renda per capita afunda
Pobreza e fome aumentam
Desigualdade volta a crescer
A Pública conta agora a história oculta do fundador da Casas Bahia, Samuel Klein — falecido em 2014. Conhecido como “o rei do varejo”, Klein teria usado seu poder como empresário bem-sucedido para manter durante décadas um esquema de aliciamento de crianças e adolescentes para a prática de exploração sexual dentro da icônica sede da empresa, em São Caetano do Sul, além de outros locais em Santos, São Vicente, Guarujá e Angra dos Reis. Mas a história desses crimes não envolve apenas o patriarca da família Klein. Seu filho Saul Klein é hoje investigado por aliciamento e estupro de mais de 30 mulheres. Segundo o relato de fontes e dezenas de mulheres entrevistadas, há semelhanças na forma de agir de pai e filho. Os detalhes você lê a seguir.
A Associação Médicos pela Vida é o principal grupo de profissionais a apoiar o uso de remédios sem eficácia contra a covid, como a hidroxicloroquina, a azitromicina e a própria ivermectina
Presidente tenta encontrar meio-termo após ouvir de Arthur Lira que o Parlamento não aceita vetos à proposta orçamentária; e do ministro da Economia que, se o texto for sancionado como está, abandonará o cargo
Presidente hoje não vence ninguém
Lula e Huck ganhariam de Bolsonaro
Moro, Ciro e Doria ficariam empatados
Na simulação de 1º turno: tudo estável
Bolsonaro mantém 1/3 do eleitorado
“Um país, que incorre no mais escandaloso erro judiciário desde o caso Dreyfus (1894-1906) e que, apesar de o reconhecer, não é capaz de tirar todas as consequências, tanto na absolvição da vítima do erro como na condenação dos seus autores, não é uma democracia”, escreve o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, que cobra liberdade plena para Lula e punição para o ex-juiz Sérgio Moro