A posse do ministro Edson Facchin como presidente do Supremo Tribunal Federal inaugurou uma fase inédita de estabilidade em Brasília, apontada como a mais tranquila desde 2016. O julgamento que condenou Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão pelo golpe de Estado, somado à perda de força da extrema-direita no Congresso, consolidou um ambiente de maior harmonia entre Planalto, Senado e STF. A Câmara, sob Hugo Motta, perdeu relevância enquanto Lula, Davi Alcolumbre e Facchin alinham uma agenda que fortalece o equilíbrio republicano.
Esse novo cenário político foi detalhado na coluna de Luís Costa Pinto, publicada originalmente no ICL Notícias, que analisa o impacto das duras penas aplicadas aos golpistas e os próximos passos da agenda nacional, incluindo a Reforma Tributária e a revisão das relações de trabalho. Clique e leia a íntegra da análise para entender por que Brasília respira hoje o melhor ar institucional em quase uma década.