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	<title>Arquivos Vidas inspiradoras - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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		<title>Malala, Greta e Dorina Nowill: livro retrata estudantes que se destacaram pelo esforço a uma causa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G1]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 16:17:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ideia é destacar o protagonismo dos jovens: 'O tempo deles é urgente', diz uma das autoras.</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/malala-greta-e-dorina-nowill-livro-retrata-estudantes-que-se-destacaram-pelo-esforco-a-uma-causa/">Malala, Greta e Dorina Nowill: livro retrata estudantes que se destacaram pelo esforço a uma causa</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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<p><strong>Por Elida Oliveira, G1</strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/9O4xxAlEG58o7cTIum6gCgvvuqI=/0x0:1280x720/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/K/4/jpoztUSaCEjBVIXOHJEA/21historias.jpeg" alt="Ilustrações de Fernanda Ozilak acompanham as histórias do livro '21 histórias de estudantes que mudaram a escola', das autoras Cinthia Rodrigues e Luciana Alvarez. — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação"/></figure>



<p>Ilustrações de Fernanda Ozilak acompanham as histórias do livro &#8217;21 histórias de estudantes que mudaram a escola&#8217;, das autoras Cinthia Rodrigues e Luciana Alvarez. — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação</p>



<p>Histórias de estudantes &#8220;famosos&#8221;, como a da paquistanesa Malala Yousafzai, ativista pelo direito à educação, e a da Greta Thunbeg, que falta às aulas nas sextas-feiras para protestar contra o aquecimento global, são narradas em meio a outros &#8220;anônimos&#8221; no livro &#8220;21 Histórias de estudantes que mudaram a escola&#8221;, escrito pelas jornalistas Cinthia Rodrigues e Luciana Alvarez.</p>



<p>A publicação mostra o protagonismo de jovens e o impacto que suas ações trouxeram para a educação. Metade dos casos são de brasileiros. A ideia é inspirar e incentivar que jovens sejam os atores das mudanças que querem ver na escola. A venda será revertida para um projeto social liderado pelas jornalistas.</p>



<p>&#8220;A gente parte de casos famosos, mas a ideia é mostrar que são pessoas de carne e osso&#8221;, conta Cinthia Rodrigues, uma das autoras. Cada um dos capítulos vem com uma ilustração, feita por Fernanda Ozilak. São dela as imagens que ilustram esta matéria.</p>



<p>Ao fim de cada capítulo, há um conselho do perfilado para os estudantes de hoje – no caso das figuras históricas, os &#8220;conselhos&#8221; são retirados de publicações anteriores que citam o pensamento destas pessoas quando eram jovens estudantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;São histórias que pela primeira vez estão reunidas lado a lado. A ideia é que mudem a narrativa das escolas. Não é só o professor [que pode mudar a realidade].&nbsp;Para o aluno, o tempo é outro, é urgente, ele tem somente aqueles anos de escola, se tiver que mudar alguma coisa, é ali, é pra já&#8221;, afirma.</p></blockquote>



<p>Mesmo nos capítulos sobre nomes mais divulgados, há detalhes que nem sempre são conhecidos pelo público em geral.</p>



<p>Na parte sobre&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/greta-thunberg/">Greta Thunberg</a>,&nbsp;por exemplo, as autoras narram o momento em que ela aprende na escola sobre o aquecimento global e se revolta com a falta de ação de políticos para conter a previsão de aumento de temperatura.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/LrbMWj2coWmWtiQDwGezR32ClN8=/0x0:940x788/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/F/y/q6xUZaTpO9Io76xKhqNA/gretaemalala.jpg" alt="Ilustrações de Fernanda Ozilak que abre os capítulos com as histórias de Greta Thunberg (à esq) e Malala Yousafzai (à dir). — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação"/></figure>



<p>Ilustrações de Fernanda Ozilak que abre os capítulos com as histórias de Greta Thunberg (à esq) e Malala Yousafzai (à dir). — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação</p>



<p>Na história da paquistanesa&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/malala-yousafzai/">Malala Yousafzai</a>, a narrativa mostra a luta pelo direito à educação de todas as crianças, em especial das meninas, em países que consideram que o ensino não é essencial a todos. Ela chegou a ser alvo de um ataque a tiros do movimento fundamentalista Talibã e fugiu do Paquistão. A jovem se formou pela Universidade de Oxford.</p>



<p>Um capítulo é dedicado à história de&nbsp;Elizabeth Eckford,&nbsp;que fez parte do primeiro grupo de negros a estudar em uma escola frequentada por brancos no sul de leis racistas nos Estados Unidos em 1957.</p>



<p>&#8220;O governo manda acabar com o segregacionismo. Seleciona nove estudantes, filhos de funcionários públicos. Ela era a mais pobre entre eles. No primeiro dia de aula, houve um protesto. As outras famílias foram avisadas, ela não porque não tinha telefone. Elizabeth foi sozinha para a escola e enfrentou um grupo racista que protestou contra a presença dela&#8221;, narra Cinthia.</p>



<p>O livro traz ainda a história do sírio&nbsp;Mohamad al Jounde&nbsp;que, ao frequentar um campo de refugiados, percebe que não há atividade para as crianças. Ele organiza grupo de adultos voluntários para ensinar o que as crianças queriam aprender – no caso dele, a fotografia. A ideia é a semente para o surgimento de uma escola regular.</p>



<p>&#8220;Quando a pessoa está fazendo algo certo, as pessoas percebem. Mohamad atrai atenção internacional e começam a fazer escola, que até hoje existe em um campo de refugiados no Líbano&#8221;, conta Cinthia.</p>



<p>Nos casos brasileiros, há um capítulo dedicado à&nbsp;Dorina Nowill, brasileira que ficou cega aos 17 anos e não desistiu de estudar. Sua atitude levou ao desenvolvimento de materiais educativos em braile e à inclusão de jovens com deficiência visual nas escolas. Ela morreu em 2010, aos 91 anos, em São Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/fk69VcMaJ0sHMFyeq4oG97H8U_g=/0x0:940x788/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/S/Y/a6v1OGSaAOVqeRgUx44Q/dorina.jpg" alt="Dorina Nowill e Juliana Tupinambá estão no livro &quot;21 histórias que mudaram a escola&quot;.  — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação"/></figure>



<p>Dorina Nowill e Juliana Tupinambá estão no livro &#8220;21 histórias que mudaram a escola&#8221;. — Foto: Fernanda Ozilak/Divulgação</p>



<p>O leitor também conhecerá mais detalhes sobre a vida de&nbsp;Juliana Tupinambá, indígena do povo Tupinambá, que já foi considerado extinto e teve que lutar pelo reconhecimento histórico.</p>



<p>&#8220;Aos sete anos, ela é mandada para a escola que ela chama de &#8216;colonizadora&#8217;, com &#8216;catequese&#8217;. Ela vê o pajé e os anciões lutarem por reconhecimento, mas na escola era impedida de usar cocar e pintura corporal&#8221;, conta Cinthia.</p>



<p>Revoltada com a situação, ela tenta deixar a escola, mas é incentivada pela avó, que diz: &#8220;Cada um tem a sua luta, a sua é do papel e caneta&#8221;, narra Cinthia. A jovem entende que a escola a ajudaria a lutar pelos aldeados e, ao mesmo tempo, se desenvolve como liderança indígena.</p>



<p>&#8220;Ela conta que, no início, eles queriam que ela fizesse &#8216;u-u-u-u-u-u&#8217;, aquela coisa estereotipada. Mas ela começa a colocar como foi a luta, o resgate da língua.&#8221; Hoje, Juliana está no mestrado. Sua luta teve como resultado um pezinho na criação e implementação da Lei nº 11.645, de 10 março de 2008, que torna obrigatório o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira.</p>



<p>Outra história inspiradora é sobre duas estudantes do Ceará que conseguem atrair de novo para a escola alguns colegas que haviam desistido de estudar, revertendo o movimento de evasão escolar no sertão do país.</p>



<p>&#8220;É de uma lindeza tão grande porque a evasão é um problema seríssimo no Brasil. Mas elas não normalizam. Vão atrás de todo mundo que falta na aula, entendem acolhem, e eles retornam&#8221;, afirma Cinthia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Protagonismo nas escolas do Brasil</h2>



<p>A inspiração veio do projeto que as duas jornalistas coordenam há cinco anos, o&nbsp;Quero na Escola. Antes da pandemia, 12 mil jovens eram atendidos ao ano. Os estudantes falavam o que queriam aprender, e elas faziam a ponte com voluntários.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Nesse tempo todo vimos que os alunos têm dificuldade de se ver como protagonista. O estudante se vê como uma peça em uma escola pronta. Embora o protagonismo seja algo que falamos muito, desde antes do &#8216;Quero na Escola&#8217; surgiu, não é assim uma coisa que eles tenham um exemplo claro. E a gente pensou: se eles pudessem ver, eles poderiam crescer&#8221;, conta Cinthia.</p></blockquote>



<p>A venda do livro está sendo feita por meio de financiamento coletivo no site Catarse, e os recursos serão revertidos para a organização Quero na Escola, que coloca voluntários em contato com estudantes para incrementar a educação e incentivar o protagonismo.</p>



<p>Durante a pandemia, os voluntários atuaram ajudando os estudantes no ensino remoto. O objetivo é continuar com os trabalhos, que impactam na vida de milhares de alunos pelo país.</p>
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