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	<title>Arquivos Pandemia - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
	<lastBuildDate>Thu, 15 Apr 2021 20:32:29 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Pandemia - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>Empresa que faz ivermectina banca site de associação de médicos pró-tratamento precoce contra covid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ESTADÃO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2021 17:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Médicos pela Vida é o principal grupo de profissionais a apoiar o uso de remédios sem eficácia contra a covid, como a hidroxicloroquina, a azitromicina e a própria ivermectina</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/empresa-que-faz-ivermectina-banca-site-de-associacao-de-medicos-pro-tratamento-precoce-contra-covid/">Empresa que faz ivermectina banca site de associação de médicos pró-tratamento precoce contra covid</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Fabiana Cambricoli, <em><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,empresa-que-faz-ivermectina-banca-site-de-associacao-de-medicos-pro-tratamento-precoce-contra-covid,70003682358" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O Estado de S.Paulo</a></em></strong></p>



<p>A principal associação de médicos defensores do chamado tratamento precoce contra a&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/coronavirus"><strong>covid-19</strong></a>, que inclui medicamentos ineficazes contra a doença, tem como um de seus apoiadores um grupo empresarial goiano que fabrica a&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/ivermectina"><strong>ivermectina</strong></a>, um dos remédios que compõem o tratamento. A companhia é a responsável por desenvolver e administrar a plataforma online disponibilizada no site da associação aos médicos interessados no tema do tratamento precoce.</p>



<p>A Associação Médicos pela Vida é o principal grupo de profissionais a apoiar o uso de remédios sem eficácia contra a covid, como a&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/cloroquina-e-hidroxicloroquina"><strong>hidroxicloroquina</strong></a>, a&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/azitromicina"><strong>azitromicina</strong></a>&nbsp;e a própria ivermectina. Foi iniciativa da entidade a publicação de informes publicitários favoráveis ao “tratamento precoce” em oito jornais de grande circulação no País em fevereiro e a colocação de outdoors propagandeando a terapia ineficaz em várias cidades brasileiras. Representantes da associação também já se encontraram, em setembro do ano passado, com o presidente Jair Bolsonaro, outro apoiador das terapias inócuas.https://www.estadao.com.br/widget/coronavirus</p>



<p>A partir de março, no auge da pandemia no País, a entidade passou a realizar em seu site “super lives multidisciplinares” exclusivas para médicos nas quais são ensinados os protocolos de tratamento. Para o evento, a associação disponibilizou aos profissionais com CRM uma plataforma online na qual, além de assistir às lives, os médicos podem assinar os manifestos do grupo, se registrar em um cadastro público de doutores que prescrevem os remédios e acessar materiais sobre o tema. A plataforma, chamada de iMed, foi desenvolvida e é mantida pelo Grupo José Alves, proprietário da farmacêutica Vitamedic, uma das fabricantes da ivermectina no Brasil.</p>



<p>A ligação entre a entidade e a empresa, que pode configurar conflito de interesse segundo o Código de Ética Médica, foi exposta em uma das lives fechadas promovidas pela associação. O elo foi revelado pelo jornalista independente Victor Hugo Viegas Silva em sua&nbsp;<strong><a href="https://negativando.medium.com/m%C3%A9dicos-pela-vida-s%C3%A3o-diretamente-ligados-a-grupo-empresarial-que-produz-ivermectina-140285fe0691">página no site Medium</a></strong>&nbsp;e confirmado pelo&nbsp;<strong>Estadão</strong>, que também teve acesso aos vídeos das lives.</p>



<p>No evento citado, realizado em 10 de março, o presidente&nbsp;da associação, o oftalmologista pernambucano Antônio Jordão, convida o diretor de tecnologia do grupo empresarial, Carlos Trindade, a apresentar a plataforma criada para os médicos. Na introdução do convidado, Jordão pede à Trindade que explique “como os médicos vão fazer a interação com a nossa plataforma atual graças a ajuda de vocês”.</p>



<p>Ao apresentar o sistema, Trindade detalha as funcionalidades da plataforma e explica como os médicos devem proceder se tiverem dificuldades técnicas no sistema. “Nesse site, nós temos algumas melhorias que fizemos ao longo das últimas semanas. [&#8230;] O primeiro ponto principal é como os médicos se comunicam com o grupo técnico e com o grupo de apoio para ter os seus problemas resolvidos: é através do centro de suporte que nós criamos”, detalha o diretor, destacando em seguida que a empresa montou uma equipe exclusiva para atendimento aos profissionais.</p>



<p>O número de telefone disponibilizado no site da associação para suporte aos médicos tem código de área 62, de Goiás, onde está a sede do grupo empresarial, embora a entidade e a maioria dos seus coordenadores sejam pernambucanos.</p>



<p>Na apresentação, Trindade, que também é reitor da Unialfa, universidade goiana de propriedade do Grupo José Alves, também demonstra que a corporação, além de ter desenvolvido a plataforma, é quem a administra e tem acesso aos dados de todos os médicos cadastrados. Na live, ele mostra aos participantes a tela de gerenciamento do sistema, na qual aparecem 9.691 médicos registrados.</p>



<p>O diretor também destaca que o grupo empresarial abastecerá a plataforma com uma biblioteca na qual serão publicados artigos que “comprovam as evidências científicas” do tratamento precoce e notícias sobre o tema. “Registraremos todas as notícias que saem em mídia que falam sobre cidades, prefeituras e empresas que estão adotando o tratamento precoce e preventivo, e quais são os impactos da adoção desses tratamentos”, afirmou.</p>



<p>Apesar do apoio claro do grupo empresarial que produz a ivermectina aos médicos defensores do tratamento precoce, o coordenador da associação não deixa claro na live nem no site da associação tal conflito de interesse, o que é obrigatório pelo Código de Ética Médica.</p>



<p>Relações de médicos com a indústria farmacêutica não são proibidas, mas devem ser obrigatoriamente declaradas, segundo prevê o artigo 109 do código. De acordo com o documento, é vedado ao médico “deixar de declarar relações com a indústria de medicamentos, órteses, próteses, equipamentos, implantes de qualquer natureza e outras que possam configurar conflitos de interesse, ainda que em potencial”.</p>



<p>Diante da falta de evidências de eficácia da ivermectina contra a covid-19, seu uso foi desaconselhado até pela farmacêutica Merck (MSD no Brasil), fabricante original do produto. A farmacêutica estrangeira, porém, foi contestada pela Vitamedic, um dos laboratórios que produz a versão genérica do medicamento no Brasil.</p>



<p>Em nota emitida em fevereiro, logo após a manifestação pública da MSD desaconselhando o uso, a empresa brasileira disse desconhecer “qualquer estudo pré-clínico que essa empresa tenha realizado para sustentar suas armações quanto a ação terapêutica” da ivermectina no contexto da covid-19.</p>



<p>Números do Conselho Federal de Farmácia (CFF) mostram que o total de unidades vendidas de ivermectina subiu 557% em 2020 em comparação com 2019, sendo dezembro o mês recordista de vendas da droga. Como revelou o Estadão em março, o uso indiscriminado desse e de outros medicamentos do chamado&nbsp;<a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,kit-covid-entenda-por-que-o-tratamento-precoce-nao-funciona,70003657764"><strong>kit covid</strong></a>&nbsp;já está sendo associado a quadros de hepatite medicamentosa.&nbsp;<a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,apos-uso-de-kit-covid-pacientes-vao-para-fila-de-transplante-ao-menos-3-morrem,70003656961"><strong>Ao menos cinco pacientes foram para a fila do transplante de fígado após terem o diagnóstico do quadro</strong></a>.</p>



<p>O Estadão procurou a Associação Médicos pela Vida para esclarecer qual é a relação da entidade com o Grupo José Alves e, por consequência, com a Vitamedic. A reportagem enviou perguntas sobre qual tipo de apoio foi fornecido pela empresa à associação e por que essa relação não foi declarada no site da entidade, como prevê o Código de Ética Médica. Também questionou se o grupo empresarial fez repasses financeiros à associação e aos seus integrantes. O Estadão perguntou ainda quem foram os financiadores dos informes publicitários publicados em jornais e dos outdoors. Nenhuma das perguntas foi respondida.</p>



<p>A assessoria de imprensa da associação prometeu na terça-feira, 13, que um dos coordenadores do grupo daria entrevista para esclarecer todos os temas e destacou que a associação “não tem nada para esconder”. Nesta quarta, porém, a entidade recuou. Por meio de sua assessoria, disse que os coordenadores haviam se reunido e decidido não se pronunciar sobre o tema.</p>



<p>A reportagem também tenta, desde segunda-feira, 12, contato com o Grupo José Alves para esclarecer o tipo de apoio dado à associação, mas não obteve retorno até agora.</p>
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		<title>Editor da TV Câmara pergunta se vítima da Covid “desprezou tratamento precoce” e revolta colegas</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/editor-da-tv-camara-pergunta-se-vitima-da-covid-desprezou-tratamento-precoce-e-revolta-colegas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BRASIL 247]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Apr 2021 15:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Do Brasil247 Metrópoles &#8211;&#160;Uma mensagem enviada pelo editor da TV Câmara Claudio Lessa em grupo da redação no WhatsApp, no último fim de semana, gerou indignação de colegas após o jornalista perguntar se um funcionário vítima da Covid-19 “desprezou tratamento precoce”. O Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal e o Sindicato dos Radialistas do DF [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Do Brasil247</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://publisher-publish.s3.eu-central-1.amazonaws.com/pb-brasil247/swp/jtjeq9/media/20210412190440_3305f130-d802-46f6-aaa5-638faf19efb5.png" alt="" title=" (Foto: Reprodução/Metrópoles)"/><figcaption>(Foto: Reprodução/Metrópoles)</figcaption></figure>



<p><a href="https://news.google.com/publications/CAAqBwgKMPm1uQIwyvUg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://pagina.brasil247.com.br/newsletter-247-landingpage" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><strong>Metrópoles &#8211;</strong>&nbsp;Uma mensagem enviada pelo editor da TV Câmara Claudio Lessa em grupo da redação no WhatsApp, no último fim de semana, gerou indignação de colegas após o jornalista perguntar se um funcionário vítima da Covid-19 “desprezou tratamento precoce”. O Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal e o Sindicato dos Radialistas do DF divulgaram nota conjunta de repúdio ao comentário.</p>



<p>O questionamento de Claudio Lessa foi enviado depois que um outro integrante do grupo deu a notícia que Luciano Santana havia falecido em decorrência do novo coronavírus. “Lamento a notícia, mas… Perguntar não ofende: ele desprezou o tratamento precoce ou já possuía alguma doença grave pré-existente? Porque… fora dessas duas opções, numa doença com 99,98% de taxa de sobrevivência, só morre de peste chinesa quem quer”, escreveu.</p>



<p>Depois de colegas terem manifestado revolta com a mensagem, o servidor afirmou que não pretendia ser “insensível, muito pelo contrário”.&nbsp;</p>



<p>Continue lendo no&nbsp;<strong><a href="https://www.metropoles.com/colunas/grande-angular/editor-da-tv-camara-pergunta-se-vitima-da-covid-desprezou-tratamento-precoce-e-revolta-colegas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Metrópoles</a></strong>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://publisher-publish.s3.eu-central-1.amazonaws.com/pb-brasil247/swp/jtjeq9/media/20210412190436_2515781dc8c7c97b88a64f120d6b682376a22635843cb491821b88469297048d.png" alt="TV Cultura"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Covid-19: Brasil registra novo recorde de mortes nesta terça-feira (9/3)</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/covid-19-brasil-registra-novo-recorde-de-mortes-nesta-terca-feira-9-3/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PLATAFORMA BRASÍLIA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 22:34:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 1.972 mortes, um óbito a cada 43 segundos, resultado eleva a média móvel de perdas para 1.573. De acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, 70.764 novos casos da doença foram registrados</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em mais um recorde, o Brasil registrou nas últimas 24 horas, 1.972 mortes por covid-19. A tragédia vista pelos quatro cantos do país parece estar longe do fim, com um óbito&nbsp;sendo registrado a cada 43 segundos. De acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, 70.764 novos casos da doença foram registrados nesta terça-feira (9/3).</p>



<p>No acumulado, o Brasil já contabiliza 11.122.429 de casos positivos e 268.370 mortes em decorrência do novo coronavírus. A média móvel de óbitos segue em elevação e chega a 1.573 nesta terça. O&nbsp;resultado leva em consideração os números dos últimos sete dias.</p>



<p>O último recorde de mortes&nbsp;decorrentes da covid-19 no país havia sido na semana passada.&nbsp;<a href="https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/03/4909993-urgente-em-novo-recorde-covid-mata-1-910-brasileiros-em-24h.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">De acordo com o Ministério da Saúde, 1.910 pessoas foram vítimas da doença na&nbsp;quarta-feira (3).</a>&nbsp;Naquele dia&nbsp;também se chegou ao recorde de casos confirmados em 24 horas, com&nbsp;71.704 resultados positivos para o novo coronavírus.</p>



<h4 class="wp-block-heading">SAIBA MAIS</h4>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/03/4910732-brasil-segue-na-contramao-do-mundo-e-tem-maior-alta-nos-obitos-por-covid.html"><strong>BRASIL</strong>Brasil segue na contramão do mundo e tem maior alta nos óbitos por covid</a></li><li><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2021/03/4910785-ministerio-da-saude-registra-que-mortos-pela-covid-19-passam-de-265-mil.html"><strong>BRASIL</strong>Ministério da Saúde registra que mortos pela covid-19 passam de 265 mil</a></li></ul>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Vai ter paciente no corredor&#8217;, diz secretário da Saúde de SP após convocar médicos voluntários e anunciar &#8216;operação de guerra&#8217;</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/vai-ter-paciente-no-corredor-diz-secretario-da-saude-de-sp-apos-convocar-medicos-voluntarios-e-anunciar-operacao-de-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[G1]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 19:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>'Nós precisamos de ajuda, porque estamos em guerra', disse Jean Gorinchteyn nesta sexta-feira (5), em coletiva na qual o governador João Doria anunciou criação de outro hospital de campanha. Estado bateu recorde de ocupação de UTIs, de mortes por coronavírus em 24h e de pacientes internados com Covid-19 nesta semana.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Lívia Machado e Patrícia Figueiredo, G1 SP&nbsp;</strong>— São Paulo</p>



<p>O secretário da Saúde de&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/">São Paulo</a>, Jean Gorinchteyn, anunciou nesta sexta-feira (5) uma “operação de guerra” para acolher pacientes com&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/">Covid-19&nbsp;</a>no estado que inclui a convocação de profissionais de saúde voluntários. O governador&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/politica/politico/joao-doria/">João Doria&nbsp;</a>(PSDB) anunciou ainda a criação de um&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/05/governo-de-sp-anuncia-abertura-de-hospital-de-campanha-para-covid-19-na-capital-paulista.ghtml">novo hospital de campanha</a>, que deve ser detalhada na próxima segunda-feira (8).</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://especiais.g1.globo.com/sp/sao-paulo/2021/um-ano-de-covid-sp/?_ga=2.201361686.668882709.1614958861-fc8aac45-66a9-5ae7-04ee-6abb28d78cdc" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>ESPECIAL: Um ano de Covid-19 em São Paulo</strong></a></li><li><a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/05/10-das-17-regioes-do-estado-de-sp-tem-ocupacao-de-leitos-para-covid-acima-de-79percent.ghtml"><strong>10 das 17 regiões de SP têm taxa de ocupação acima de 79%</strong></a></li><li><a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/03/governo-de-sp-coloca-todo-estado-na-fase-vermelha-da-quarentena-a-partir-de-sabado.ghtml"><strong>SP volta à fase vermelha e fecha comércio e restaurantes</strong></a></li></ul>



<p>Em entrevista a jornalistas no Palácio dos Bandeirantes, o secretário&nbsp;pediu ajuda a conselhos regionais de profissionais de saúde&nbsp;para que voluntários possam auxiliar no atendimento da linha de frente e admitiu que&nbsp;pacientes sejam atendidos nos corredores de hospitais,&nbsp;desde que não fiquem desassistidos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Nós vamos continuar abrindo leitos dentro dos hospitais. Abriremos em qualquer lugar desses hospitais: seja nos anfiteatros, seja nos ambulatórios, seja nos corredores. Ah, paciente no corredor?&nbsp;Vai ter paciente no corredor, o que nós não queremos é paciente desassistido”, disse Gorinchteyn.</p></blockquote>



<p>“Nós precisamos agora do apoio dos conselhos regionais de classe: do Conselho Regional de Medicina, do Conselho Regional de Fisioterapia, do Conselho Regional de Enfermagem, para que nos ajudem com voluntários.&nbsp;Nós precisamos de ajuda. Porque estamos em guerra”, afirmou.</p>



<p>O&nbsp;<strong>G1&nbsp;</strong>questionou a Secretaria da Saúde sobre como deve ocorrer a convocação de profissionais voluntários, mas, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta.</p>



<p>Durante a coletiva de imprensa, o secretário apresentou ainda os indicadores de saúde do estado, que teve&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/02/estado-de-sp-tem-468-mortes-por-covid-19-em-24h-maior-numero-desde-o-inicio-da-pandemia-e-ultrapassa-marca-de-60-mil-obitos.ghtml">recorde de mortes por Covid-19</a>&nbsp;em 24 horas nesta semana, além do&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/04/ocupacao-de-utis-no-estado-de-sp-bate-recorde-e-chega-a-791percent-numero-de-internados-com-covid-e-o-maior-da-pandemia-pelo-3o-dia.ghtml">maior índice de ocupação de UTIs desde o início da pandemia</a>&nbsp;e também o&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2021/03/03/estado-de-sp-bate-recorde-de-internados-com-covid-19-pelo-2o-dia-seguido-e-tem-mais-de-17-mil-pessoas-em-utis-e-enfermarias.ghtml">maior total de pacientes internados</a>&nbsp;com confirmação ou suspeita da doença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novo hospital de campanha</h2>



<p>O governador de São Paulo, João Doria, anunciou durante a coletiva de imprensa a abertura de um novo hospital de campanha para atender pacientes com Covid-19. No entanto, Doria não detalhou como será a nova estrutura.</p>



<p>&#8220;Na próxima segunda-feira, nós vamos anunciar um novo hospital de campanha. Hoje pela manhã eu pedi que fosse liberado recurso para implantação, o mais rápido possível, de um hospital de campanha aqui na capital. Não dependerá da prefeitura, mas sei que ela está preocupada&#8221;, disse Doria.</p>



<p>Durante a coletiva de imprensa, o governador também comentou a declaração do secretário da Saúde sobre pacientes nos corredores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Entendo a preocupação de um infectologista como o Dr. Jean, mas nós não queremos atender pacientes em corredores, queremos atender pacientes em quartos, de forma digna, e é o que vamos fazer aqui no estado de São Paulo&#8221;, disse Doria.</p></blockquote>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s04.video.glbimg.com/x240/9323619.jpg" alt="Dez das 17 regiões já registram índices preocupantes de ocupação de leitos nos hospitais" title="Dez das 17 regiões já registram índices preocupantes de ocupação de leitos nos hospitais"/></figure>



<p><video preload="none" poster="https://s04.video.glbimg.com/x240/9323619.jpg"></video>&#8211;:&#8211;/&#8211;:&#8211;</p>



<p>Dez das 17 regiões já registram índices preocupantes de ocupação de leitos nos hospitais</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mortes e casos em SP</h2>



<p>O estado de São Paulo registrou 370 novas mortes provocadas pela Covid-19 nesta quinta, elevando o total para 61.064 desde o início da pandemia.</p>



<p>As novas confirmações em 24 horas não significam, necessariamente, que as mortes aconteceram de um dia para o outro, mas que foram contabilizadas no sistema neste período. Os números costumam ser menores aos finais de semana e às segundas-feiras por conta do atraso na notificação nessas datas.</p>



<p>Na terça-feira (2), São Paulo teve outro recorde da pandemia: o maior número de mortes por Covid-19 em 24 horas desde o início da série histórica, com 468 novos óbitos.</p>



<p>A média móvel de mortes, que leva em consideração os registros dos últimos 7 dias e minimiza as diferenças das notificações, é de 276 óbitos por dia nesta sexta. O número é 25% maior que o registrado há 14 dias, o que indica tendência de alta.</p>



<p>Segundo a metodologia do consórcio veículos de imprensa, a média móvel de mortes por Covid-19 registrada em São Paulo nesta sexta é a quarta maior de toda a pandemia.</p>



<p>De acordo com dados da Secretaria Estadual da Saúde, também foram registrados 13.072 casos da doença nas últimas 24 horas, totalizando 2.093.924 casos confirmados do novo coronavírus desde o início da pandemia. A média móvel de casos diários está em 9.686 nesta sexta (5).</p>
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		<title>Coronavírus: Brasil apostou em estratégia &#8216;genocida&#8217; para combater covid-19, diz Atila Iamarino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLATAFORMA BRASÍLIA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 21:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Biólogo e divulgador científico famoso por vídeos no YouTube critica governo federal e defende confinamento mais rígido com aceleração da vacinação.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list"><li><strong><em>Luis Barrucho</em></strong> &#8211; @luisbarrucho</li><li><strong>Da BBC News Brasil em Londres</strong></li></ul>



<p><strong>O Brasil adotou uma estratégia &#8220;genocida&#8221; ao apostar na chamada imunidade de rebanho para combater a covid-19, o que possibilitou o surgimento de uma nova variante mais perigosa e que vem causando mais mortes, diz à BBC News Brasil o biólogo e divulgador científico Átila Iamarino.</strong></p>



<p>A imunidade de grupo (também chamada imunidade de rebanho) ocorre quando uma parcela grande o suficiente da população desenvolver uma defesa imunológica contra o coronavírus. Nesse cenário, a doença não consegue se espalhar porque a maioria das pessoas é imune e ela passa a ter grande dificuldade para encontrar alguém suscetível.</p>



<p>O problema dessa estratégia, apontado desde o início por especialistas, é que ela teria um enorme custo humano — muitas mortes aconteceriam até que uma eventual imunidade de rebanho fosse alcançada. Outra questão importante nesse sentido é que não se sabe por quanto tempo a imunidade de alguém infectado pelo Sars-CoV-2 dura, se ela é de curto, médio ou longo prazo.</p>



<p>Em meio ao que especialistas consideram o pior momento da pandemia no país, Iamarino defende a adoção de um confinamento mais rígido e a aceleração da vacinação.</p>



<p>Ele critica ainda o governo federal, que acusa de ter &#8220;sabotado&#8221; Estados e municípios.</p>



<p>E vaticina que uma catástrofe pode estar prestes a acontecer se o que vimos em Manaus se repetir no restante do Brasil.</p>



<p>Doutor em microbiologia pela Universidade de São Paulo (USP), Iamarino concluiu dois pós-doutorados estudando a disseminação (ele prefere o termo &#8220;espalhamento&#8221;) dos vírus e a forma como esses organismos evoluem. Um desses pós-doutorados foi na própria USP, e o outro na Universidade Yale, nos Estados Unidos.</p>



<p>Em sua carreira, o pesquisador de 37 anos estudou vírus como ebola e HIV.</p>



<p>Iamarino se tornou conhecido por sua participação no canal de YouTube do Nerdologia, um dos maiores do país. Desde o início da pandemia, tem feito transmissões ao vivo sobre o novo coronavírus, com milhões de visualizações.</p>



<p>Confira os principais trechos da entrevista a seguir.</p>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; O Brasil parece viver o pior momento da pandemia, tendo registrado um recorde na média móvel de mortes. A que se deve isso?</strong></p>



<p><strong>Atila Iamarino &#8211;</strong>&nbsp;Sabemos que há um componente sazonal no novo coronavírus, com mais casos no inverno do que no verão. Portanto, o Brasil está muito adiantado no aumento de casos — isso só deveria estar acontecendo daqui a alguns meses. Mas por que os casos estão subindo tão cedo e tão rápido?</p>



<p>A resposta se deve a uma combinação de fatores. De um lado, houve um movimento de abertura no fim do ano passado, com mais pessoas circulando sem restrições. De outro — e que considero o principal fator — temos a variante P.1, inicialmente observada em Manaus.</p>



<p>Estudos recentes apontam que se trata de uma cepa mais transmissível e que &#8220;dribla&#8221; o sistema imunológico, reinfectando quem já se curou.</p>



<p>Quando falamos de vírus, é natural que eles sofram mutações e se tornem mais transmissíveis. O que não precisa ser um processo natural é termos linhagens que escapam da imunidade. Essas linhagens só serão selecionadas quando o vírus continua circulando na presença de pessoas que já tiveram o vírus.</p>



<p>Foi o que aconteceu no Brasil e na África do Sul.</p>



<p>Nesse sentido, a nossa variante é fruto direto da estratégia genocida do Brasil de contar com as pessoas circulando livremente e construindo imunidade. Não é por acaso que surgiu aqui uma das variantes mais perigosas, demonstradamente perigosa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/7F16/production/_111443523_foto3.jpg" alt="Médico com máscara segurando tubo de exame de coronavírus"/><figcaption>Legenda da foto,Surgimento de variante mais perigosa em Manaus indica falha no combate à covid-19 no Brasil, diz Iamarino</figcaption></figure>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; O que as autoridades deveriam ter feito?</strong></p>



<p><strong>Iamarino &#8211;&nbsp;</strong>O Brasil deveria ter se preparado melhor. Em vez disso, adotamos uma estratégia que cultivou um monstro e que, ao que tudo indica, está causando um surto de casos fora de temporada.</p>



<p>De fato, os hábitos sociais permitiram uma maior circulação do vírus. Apesar de estarmos em um período de baixa transmissão de doenças respiratórias, várias cidades do país já registravam alta ocupação de leitos de UTI (Unidade de Tratamento Intensivo).</p>



<p>Em vez de decretar um lockdown para restringir a movimentação das pessoas e conter o vírus, a aposta do governo para prover o mínimo de dignidade humana foi e continua sendo criar mais leitos.</p>



<p>Isso é jogar nos profissionais de saúde toda a responsabilidade de resolver o problema. Não se resolvem mortes no trânsito criando mais leitos UTI, mas sim com leis de trânsito. O mesmo se aplica à covid-19. É preciso diminuir o número de casos.</p>



<p>Mas o Ministério da Saúde não faz campanha para o uso de máscara e distanciamento social. Tampouco reconhece o lockdown como medida necessária para conter o avanço da pandemia. Falta coordenação federal para ações locais.</p>



<p>Temos agora um país economicamente pior, socialmente mais cansado e com profissionais de saúde exaustos, explorados e usados da pior maneira possível.</p>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; O que nos resta fazer, então?</strong></p>



<p><strong>Iamarino &#8211;&nbsp;</strong>O que o restante do mundo fez: decretar um lockdown mais rígido e correr com a vacinação. Isso é o mínimo. O problema é essa falta de coordenação a nível federal.</p>



<p>De que adianta um município ou um Estado decretar um confinamento se as pessoas de municípios ou Estados vizinhos continuarem circulando? Isso faz com que a localidade tenha todo o prejuízo econômico e político de confinar sua população, mas sem o sucesso que poderia ter se essa ação fosse coordenada. A falsa impressão é que o esforço não funciona, quando, na verdade, ele está sendo sabotado a nível federal.</p>



<p>Por isso, digo que temos dois inimigos para enfrentar no Brasil. Um é a nova variante e o outro é a falta de estratégia do governo federal.</p>



<p>Como resultado, temos pronta a receita para que mais variantes perigosas surjam.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/4711/production/_111439181_gettyimages-1209423875.jpg" alt="Mulher em isolamento social"/><figcaption>Legenda da foto,Confinamentos foram implementados por vários países do mundo para conter propagação do coronavírus</figcaption></figure>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; Se nada for feito, o que acontecer?</strong></p>



<p><strong>Iamarino &#8211;</strong>&nbsp;Nossa estratégia genocida já causou mais de 250 mil mortes. Manaus (AM) e Araraquara (SP) já registraram mais mortes no início deste ano do que durante todo o ano passado. Se isso se repetir no país todo, vai ser um outro massacre.</p>



<p>Mas o principal problema desse tipo de estratégia é que estamos dando ao vírus a oportunidade de sofrer novas mutações, mais perigosas. Eventualmente, as vacinas podem não ser mais eficazes — e, se esse cenário se concretizar, poderemos não ter mais solução.</p>



<p>O Brasil criou sua própria derrota. Estamos demorando para vacinar e deixando o vírus circular livremente.</p>



<p>Agora, com a escassez global de vacinas, entendo que a situação esteja muito mais difícil. E estamos tentando comprar uma vacina que ainda não tem eficácia comprovada (a indiana Covaxin).</p>



<p>Diferentemente dos Estados Unidos, o Brasil tem capilaridade de vacinação. Há postos de saúde por todo o território nacional que podem dar vazão as doses. Mas agora faltam as doses.</p>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; Alguns países, como Israel, já começaram a flexibilizar as regras. O Reino Unido também anunciou o afrouxamento de suas medidas. Em um contexto em que o mundo tenta retomar a normalidade, o Brasil pode se tornar uma pária internacional?</strong></p>



<p><strong>Iamarino &#8211;&nbsp;</strong>Eu diria que o Brasil vai continuar a pária que virou. Já não podemos viajar para a maioria dos países, nem em condição emergencial, desde antes do surgimento dessa nova variante.</p>



<p>Essa nova linhagem só reforçou o fechamento das fronteiras e essa situação deve permanecer daqui em diante. Se não mudarmos as condições que propiciaram o surgimento dessa variante, vamos gerar outras e estaremos sempre renovando os motivos para o mundo não receber brasileiros.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/5729/production/_111431322_9deeaf9d-56e3-4870-9bf3-053b36dfd05e.jpg" alt="Pessoa sendo submetida a teste de temperatura"/><figcaption>Legenda da foto,Segundo especialistas, Brasil vive pior momento da pandemia</figcaption></figure>



<p><strong>BBC News Brasil &#8211; O senhor foi duramente criticado quando, no início da pandemia, previu que o Brasil teria 1 milhão de mortos. Essa previsão nunca se concretizou. Por quê? Acredita ter se equivocado?</strong></p>



<p><strong>Iamarino &#8211;&nbsp;</strong>Acredito que os extremos dessas previsões continuam muito válidos. De um lado, países como Coreia do Sul, Taiwan, Austrália, etc, mostraram que o número de mortes pode ser mínimo. Do outro, a mortalidade em locais como Manaus evidenciou que o cenário mais pessimista não é fantasioso.</p>



<p>A capital do Amazonas tem um excesso de enterros até o mês de fevereiro de mais de 430 pessoas por 100 mil habitantes. Se extrapolarmos isso para a totalidade da população brasileira, temos 900 mil mortos.</p>



<p>Se os extremos continuam válidos, o meio do caminho é onde está a faixa de erro e a incerteza. Disso dependem as ações humanas. Há uma série de fatores de que não sabíamos.</p>



<p>Por exemplo, a eficácia das máscaras se revelou muito maior do que esperávamos, principalmente para evitar contaminados de transmitir o vírus para os outros. Tampouco sabíamos qual eficácia as medidas de confinamento teriam.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/1678A/production/_111424029_db1905fa-f64e-4f41-90d0-fa584462fd26.jpg" alt="Jair Bolsonaro fala à imprensa"/><figcaption>Legenda da foto,Presidente Jair Bolsonaro é contra lockdown</figcaption></figure>



<p>Estávamos, portanto, lidando com uma doença nova, para a qual não havia dados preliminares.</p>



<p>De qualquer forma, sabemos hoje que o melhor cenário é viável e existe, como observamos na Ásia. E que o pior cenário é possível, como também observamos no interior do Peru, no interior da Bolívia, em Manaus, em países que não são transparentes com os dados e em regiões onde não há estatísticas disponíveis.</p>



<p>Leia a íntegra desse texto na página da BBC Brasil clicando aqui: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56255563" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56255563</a></p>
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		<title>Covid-19: Conselho Regional de Medicina é alvo de críticas após nota contra medidas de restrição no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[G1]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 12:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entidade se posicionou contrária ao fechamento de atividades não essenciais na capital, em meio ao agravamento da pandemia. Infectologistas e Faculdade de Medicina da UnB criticaram posicionamento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) se tornou alvo de críticas após divulgar nota, nesta segunda-feira (1º), criticando as restrições a atividades não essenciais para frear o avanço da pandemia de&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/">Covid-19</a>&nbsp;na capital. A Sociedade Brasileira de Infectologia no DF e a Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (<a href="https://g1.globo.com/educacao/universidade/unb/">UnB</a>) reclamaram do posicionamento.</p>



<p>O decreto com restrições começou a valer no DF no domingo (28) e&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/02/27/covid-19-ibaneis-publica-novo-decreto-com-menos-restricoes-no-df-suspensao-das-atividades-vai-ate-15-de-marco.ghtml">determina o fechamento de estabelecimentos como escolas, bares, restaurantes, academias e shoppings</a>.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/02/27/covid-19-ibaneis-publica-novo-decreto-com-menos-restricoes-no-df-suspensao-das-atividades-vai-ate-15-de-marco.ghtml">Veja as atividades que podem funcionar ou não até 15 de março no DF</a></li><li><a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/ibaneis-diz-que-vai-flexibilizar-restricoes-contra-covid-19-para-alguns-setores-do-df-antes-de-15-de-marco.ghtml">Ibaneis diz que vai flexibilizar restrições contra Covid-19 para alguns setores no DF antes de 15 de março</a></li></ul>



<p>Na nota, o CRM-DF usa uma frase retirada de contexto para dizer que a Organização Mundial da Saúde (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/organizacao-mundial-de-saude/">OMS</a>) não recomenda o isolamento rígido contra a Covid-19. Na verdade, a OMS defende a medida como uma das formas de combate a&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2021/03/01/oms-diz-que-e-prematuro-pensar-que-a-pandemia-do-coronavirus-vai-acabar-em-2021.ghtml">momentos de crise causados pelo vírus</a>.</p>



<p>O conselho afirma, sem apresentar dados estatísticos, que as restrições causam aumento na incidência de transtornos mentais e no consumo excessivo de álcool e drogas. Afirma ainda que as medidas levam a prejuízos irremediáveis na economia.</p>



<p>O CRM-DF defende, como ação preventiva eficaz contra a Covid-19, ao invés do isolamento rígido, a realização de campanhas de educação sobre as medidas individuais de higiene, uso de máscaras, distanciamento social, vacinação populacional e ostensiva fiscalização por parte do governo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Críticas</h2>



<p><img decoding="async" src="https://s04.video.glbimg.com/x240/8542683.jpg" alt="Infectologistas do DF reforçam a importância de manter o isolamento social, em vídeo de arquivo">6 min<video preload="none" poster="https://s04.video.glbimg.com/x240/8542683.jpg"></video>&#8211;:&#8211;/&#8211;:&#8211;</p>



<p>Infectologistas do DF reforçam a importância de manter o isolamento social, em vídeo de arquivo</p>



<p>Após a divulgação da nota, a Sociedade de Infectologia do DF publicou carta aberta (<strong>veja íntegra ao fim da reportagem</strong>) dizendo que a área técnica do CRM-DF não foi consultada sobre o posicionamento.</p>



<p>A entidade afirma que &#8220;o DF, assim como o restante do Brasil, encontra-se em uma grave crise de saúde pública e tal situação requer máxima expertise, para que as melhores medidas de contenção sejam implementadas, visando assim o benefício da sociedade como um todo&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Soluções simples ou radicalismos não atendem à necessidade atual&#8221;, diz a Sociedade de Infectologia.</p></blockquote>



<p>Ainda segundo a entidade, &#8220;o lockdown já se mostrou, em várias partes do mundo, uma medida útil para controle da transmissão da Covid-19, devendo ser adotado em casos extremos&#8221;.</p>



<p>&#8220;São lícitos os debates e os questionamentos sobre quais atividades devem, ou não, ser afetadas pelas restrições, bem como a duração desse período. Não é admissível, entretanto, que haja um posicionamento radical, contra a medida de forma geral, como fez o CRM-DF.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s2.glbimg.com/w3yy8i7yoVLWqY72Gku6V8EZML8=/0x0:2048x1365/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2021/d/1/OmyNs3STqpRfninXCFbA/42707346345-6b95b72821-k.jpg" alt="Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) — Foto: Raquel Aviani/Secom UnB"/></figure>



<p>Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) — Foto: Raquel Aviani/Secom UnB</p>



<p>A Faculdade de Medicina da UnB também criticou e demonstrou &#8220;profunda preocupação&#8221; com a nota do CRM-DF. &#8220;A situação é crítica e, como tal, exige intervenção imediata e categórica para diminuir o risco de perda de vidas pela falta de atenção adequada aos casos mais graves de Covid-19 e de evitar mortes por outros agravos prevenindo o colapso do sistema de saúde&#8221;, diz o texto.</p>



<p>Segundo a faculdade, &#8220;as medidas de restrição preconizadas no decreto do GDF são baseadas em evidências sólidas obtidas em estudos científicos bem desenhados e executados em diversos locais do mundo&#8221;.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Estas medidas reduzem a transmissão do vírus e podem apresentar impacto positivo sobre o comportamento da epidemia, contando com a adesão da população.&#8221;</p></blockquote>



<p>&#8220;Assim, surpreende-nos sobremaneira a afirmação do CRM-DF ao argumentar contra uma medida destinada a evitar a morte das pessoas afetadas pela doença, em prol de interesses de natureza econômica e alheios ao seu dever de zelar pelo bom exercício da profissão médica. A atitude do CRM-DF tristemente contribui para reduzir a adesão às medidas e certamente terão um preço em vidas ceifadas pela doença&#8221;, diz a nota.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Restrições no DF</h2>



<p><img decoding="async" src="https://s03.video.glbimg.com/x240/9307518.jpg" alt="GDF altera decreto e diminui as restrições do lockdown">8 min<video preload="none" poster="https://s03.video.glbimg.com/x240/9307518.jpg"></video>&#8211;:&#8211;/&#8211;:&#8211;</p>



<p>GDF altera decreto e diminui as restrições do lockdown</p>



<p>A aplicação de novas restrições a serviços não essenciais no DF ocorre em meio ao aumento de casos de Covid-19 e&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/covid-19-veja-taxa-de-ocupacao-dos-leitos-de-uti-e-enfermaria-no-df.ghtml">à pressão por leitos de UTI</a>.&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/covid-19-df-tem-27-mortes-e-21-mil-casos-em-24-horas-numero-de-infectados-e-mais-alto-desde-agosto.ghtml">Nesta segunda, a capital registrou 27 mortes pela doença</a>, número mais alto desde outubro de 2020. Além disso, foram 2.142 infectados, maior total desde agosto do ano passado.</p>



<p>Nesta segunda, o governador&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/politica/politico/ibaneis-rocha/">Ibaneis Rocha</a>&nbsp;(MDB) disse que pretende&nbsp;<a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/ibaneis-diz-que-vai-flexibilizar-restricoes-contra-covid-19-para-alguns-setores-do-df-antes-de-15-de-marco.ghtml">retomar as atividades de todos os setores até 15 de março</a>. Disse ainda que há possibilidade de liberação de alguns setores antes. No entanto, de acordo com o Executivo local, isso depende da redução da taxa de transmissão do vírus e da abertura de mais leitos de UTI.</p>



<p><strong>Confira a íntegra do posicionamento da Sociedade de Infectologia do DF:</strong></p>



<p><em>&#8220;A Sociedade de Infectologia do Distrito Federal informa que, apesar do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal ter nomeado uma Câmara Técnica de Infectologia, a mesma nunca foi consultada antes da emissão dos posicionamentos recentes, que são a favor do tratamento específico precoce para Covid-19 e contra o lockdown.</em></p>



<p><em>O DF, assim como o restante do Brasil, encontra-se em uma grave crise de saúde pública e tal situação requer máxima expertise, para que as melhores medidas de contenção sejam implementadas, visando assim o benefício da sociedade como um todo. Soluções simples ou radicalismos não atendem à necessidade atual.</em></p>



<p><em>O lockdown já se mostrou, em várias partes do mundo, uma medida útil para controle da transmissão da Covid-19, devendo ser adotado em casos extremos. No Distrito Federal, propõese no momento a restrição de atividades específicas e em horários delimitados. São lícitos os debates e os questionamentos sobre quais atividades devem, ou não, ser afetadas pelas restrições, bem como a duração desse período. Não é admissível, entretanto, que haja um posicionamento radical, contra a medida de forma geral, como fez o CRM-DF.</em></p>



<p><em>A SIDF possui membros atuantes em todo o DF, nas redes pública e privada, e se dispõe a contribuir no que for preciso. Vale ressaltar que a implementação de medidas, que restringem a circulação de pessoas, deve ser baseada em indicadores que avaliem a representação de risco de cada uma das atividades envolvidas.&#8221;</em></p>



<p><strong>Confira a íntegra do posicionamento da Faculdade de Medicina da UnB:</strong></p>



<p><em>&#8220;A Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília vem a público manifestar sua profunda preocupação com a divulgação da nota pública do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF) contra as medidas adotadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para diminuir o trágico impacto da pandemia de Covid-19 na população.</em></p>



<p><em>No presente momento, a transmissão de SARS-CoV-2 apresenta curva ascendente, tanto no DF quanto nos municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (RIDE), com a ocupação de praticamente a totalidade dos leitos de UTI disponíveis. A situação é crítica e, como tal, exige intervenção imediata e categórica para diminuir o risco de perda de vidas pela falta de atenção adequada aos casos mais graves de Covid-19 e de evitar mortes por outros agravos prevenindo o colapso do sistema de saúde.</em></p>



<p><em>O processo de vacinação da população mais vulnerável à doença grave encontra-se em andamento, no entanto, a escassez atual de vacinas demandará um período prolongado de vários meses, antes de que essa meta seja adequadamente atingida.</em></p>



<p><em>A adesão às medidas de distanciamento físico, higienização frequente das mãos, uso de máscaras e de evitar aglomerações é fundamental para o enfrentamento da pandemia, porém, isso não é suficiente para reverter o cenário crítico atual na rede de atenção à saúde do DF.</em></p>



<p><em>As medidas de restrição preconizadas no decreto do GDF são baseadas em evidências sólidas obtidas em estudos científicos bem desenhados e executados em diversos locais do mundo. Estas medidas reduzem a transmissão do vírus e que podem apresentar impacto positivo sobre o comportamento da epidemia, contando com a adesão da população.</em></p>



<p><em>Assim, surpreende-nos sobremaneira a afirmação do CRM-DF ao argumentar contra uma medida destinada a evitar a morte das pessoas afetadas pela doença, em prol de interesses de natureza econômica e alheios ao seu dever de zelar pelo bom exercício da profissão médica. A atitude do CRM-DF tristemente contribui para reduzir a adesão às medidas e certamente terão um preço em vidas ceifadas pela doença.</em></p>



<p><em>Portanto, a Câmara de Representantes da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília reitera o apoio às medidas de restrição adotadas pelo GDF e manifesta o seu compromisso com a implementação de políticas em saúde pública baseadas em evidências científicas para que o Sistema Único de Saúde possa garantir que todas e todos tenhamos oportunidade e acesso ao cuidado necessário, evitando perda de vidas por Covid-19.&#8221;</em></p>



<p>Leia, clicando aqui, a íntegra da reportagem publicada originalmente no G1:<a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/covid-19-conselho-regional-de-medicina-e-alvo-de-criticas-apos-nota-contra-medidas-de-restricao-no-df.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/2021/03/01/covid-19-conselho-regional-de-medicina-e-alvo-de-criticas-apos-nota-contra-medidas-de-restricao-no-df.ghtml</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/covid-19-conselho-regional-de-medicina-e-alvo-de-criticas-apos-nota-contra-medidas-de-restricao-no-df/">Covid-19: Conselho Regional de Medicina é alvo de críticas após nota contra medidas de restrição no DF</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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		<title>Com um ano de pandemia, Brasil chega a 250 mil mortes e vive pior fase da doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ESTADÃO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 21:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País atingiu marca de óbitos por covid-19 nesta quarta-feira, de acordo com dados do consórcio de veículos de comunicação. Medidas rígidas voltaram a ser adotadas e especialistas chamam atenção para a falta de controle sobre a propagação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo</em></strong></p>



<p>Doze meses depois do registro do primeiro caso da&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/coronavirus"><strong>covid-19</strong></a>, o Brasil superou nesta quarta-feira, 24, a marca de&nbsp;<strong>250 mil mortos</strong>&nbsp;e vive a pior fase da doença, com pico de internações e com ritmo lento de&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/coronavirus-vacina"><strong>vacinação</strong></a>. Para tentar frear o vírus, prefeitos e governadores voltaram a adotar restrições rígidas. Especialistas afirmam que ainda não há controle sobre a pandemia.</p>



<p>Até as 18h desta quarta-feira, foram registradas 250.036&nbsp;mortes, conforme levantamento feito pelo consórcio de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Só nas últimas 24 horas&nbsp;foram 1.390 mortos. E&nbsp;o total de vítimas da pandemia no Brasil pode ser ainda maior, considerando a subnotificação e outros óbitos que ainda aguardam confirmação dos testes para a covid-19. Desde que ocorreu a primeira morte pela doença, o País perdeu o equivalente às populações da cidade de&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/marilia-sp"><strong>Marília&nbsp;</strong></a>(SP) ou de&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/novo-hamburgo-rs"><strong>Novo Hamburgo</strong></a>&nbsp;(RS).</p>



<p>O Brasil vive o pior momento da pandemia. Desde o dia 21 de janeiro, o País apresenta média de mais de mil mortes provocadas pela covid-19. Isso significa 34 dias consecutivos. Este é o período mais longo no qual o país registra média diária acima de mil mortes pela doença causada pelo novo coronavírus. Até então, a marca anterior era de 31 dias, entre 3 de julho e 2 de agosto de 2020.</p>



<p>“Além de os dados já apontarem para uma piora com relação ao momento mais crítico de 2020, a tendência é de aumento dos índices epidemiológicos. Existe o temor da circulação de novas cepas, mais agressivas e que com maior capacidade de disseminação”, avalia&nbsp;<strong>Wallace Casaca</strong>, matemático da&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/unesp-universidade-estadual-paulista-julio-de-mesquita-filho"><strong>Unesp&nbsp;</strong></a>e um dos responsáveis pela plataforma SP Covid-19 Info Tracker, que projeta infecções, óbitos e recuperados em São Paulo.</p>



<p>As variantes representam um novo desafio. Segundo o&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/ministerio-da-saude"><strong>Ministério da Saúde</strong></a>, o Brasil já identificou&nbsp;<a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,variante-brasileira-do-coronavirus-foi-identificada-em-17-estados-brasileiros,70003625827"><strong>novas cepas em exames de 204 pacientes</strong></a>. São 20 casos da variante do Reino Unido e 184 da brasileira, originada no Amazonas. Não há casos confirmados de infectados com a variante da África do Sul. O levantamento foi feito pela&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/Secretaria%20de%20Vigil%C3%A2ncia%20em%20Sa%C3%BAde"><strong>Secretaria de Vigilância em Saúde</strong></a>&nbsp;a partir das notificações recebidas pelas secretarias estaduais da saúde. Os dados foram contabilizados até 20 de fevereiro.</p>



<p>Quando o&nbsp;<a href="https://www.estadao.com.br/infograficos/saude,brasil-chega-a-100-mil-mortes-por-covid-entenda-o-que-pode-evitar-tragedia-maior,1110077"><strong>País atingiu 100 mil mortos</strong></a>, no dia 8 de agosto do ano passado, a média móvel de vítimas indicava um início de queda. Parecia que a situação começaria a melhorar. Cidades e Estados flexibilizaram restrições à circulação, e muitos hospitais de campanha foram desmontados. No mês de outubro, na marca dos 150 mil, o cenário era semelhante. O Brasil ultrapassou a marca num momento em que o pico da doença estava em queda havia um mês e meio.</p>



<p>O ritmo de redução, porém, era lento. Ao contrário da Europa, que teve claramente uma primeira e uma segunda ondas, o número de novas infecções e óbitos nunca arrefeceu no Brasil. Hoje, a curva de casos e mortes continua ascendente.</p>



<p>A gravidade espelhada pelos dados estatísticos ganha contornos reais nos quatro cantos do País. Nos primeiros 54 dias do ano no Amazonas, o número de mortes por covid-19 já ultrapassou o total do ano passado. A marca foi alcançada na última terça-feira, 23, com 5.288 mortes só neste ano (parte delas ocorreu no ano passado e foi diagnosticada após investigação). De março a dezembro de 2020, foram registrados 5.285 óbitos.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, as UTIs dos cinco maiores hospitais de Porto Alegre não têm mais vagas. São eles: Moinhos de Vento, Mãe de Deus, Ernesto Dornelles, Independência e Restinga. Segundo a prefeitura, 84 pacientes esperam por leitos. Nesta quarta-feira, 1.233 pessoas estão internadas na capital gaúcha. É o maior número desde o início da pandemia. Nos 299 hospitais do estado, o porcentual de ocupação de vagas nas UTIs é de 87%, o maior percentual já registrado desde o começo da pandemia.</p>



<p>Números tão expressivos, como o de 250 mil mortos, deixam ensinamentos. Ou indicam que as lições não foram aprendidas. Para a microbiologista&nbsp;<strong>Natália Pasternak</strong>, os números mostram que o Brasil aprendeu pouco durante um ano de enfrentamento à pandemia. “Enquanto o mundo inteiro juntou conhecimento sobre o vírus e a transmissão da doença, estamos num ritmo de transmissão acelerado. Grande parte da população nega a gravidade da pandemia e a própria pandemia. Aglomerações em bares, restaurantes e festas oferecem condições propícias para o vírus se espalhar ainda mais. Esses 250 mil mortos são um símbolo da nossa incapacidade de gerir a pandemia no Brasil. A gente aprendeu muito pouco em um ano”, afirma a presidente do&nbsp;<strong>Instituto Questão de Ciência (IQC)</strong>.</p>



<p>O sentimento é compartilhado por&nbsp;<strong>Carlos Lula</strong>, presidente do&nbsp;<strong>Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass)</strong>. “Essa marca significou o coroamento do nosso fracasso no enfrentamento da pandemia no País. Diferentemente de outros países, a gente não tem o comando central do País para tentar uma guinada no tratamento da doença. A gente continua na mesma caminhada e, por isso, não temos como chegar a um lugar diferente”, alerta.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lenta vacinação</h3>



<p>A urgente vacinação de toda a população é vista como a única estratégia para começar a mudar esse cenário. É o que indicam as experiências de outros países. Estudos de instituições científicas de Israel revelam que os casos e hospitalizações por conta da doença caíram drasticamente em apenas algumas semanas entre os vacinados com a primeira dose.</p>



<p>Em um deles, do Instituto de Ciência Weizmann, os pesquisadores descobriram que o número de novos casos caiu 41% em comparação com três semanas antes. A pesquisa partiu das estatísticas nacionais de saúde para pessoas com 60 anos ou mais que receberam a vacina da&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/coronavirus-vacina"><strong>Pfizer/BioNTech</strong></a>. Israel se tornou uma espécie de laboratório mundial para o combate à covid-19 devido à velocidade de sua campanha de vacinação. O tamanho desse impacto, no entanto, ainda precisa ser determinado.</p>



<p>Nos Estados Unidos, mais de 61 milhões de pessoas foram vacinadas, cerca de 13% da população elegível. Com isso, o país registrou queda de 44% na média móvel de novos casos e de 35% na média de mortes. Os dados são do monitoramento do jornal&nbsp;<em>The New York Times</em>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.estadao.com.br/resources/jpg/8/0/1613600659208.jpg" alt="vacina"/><figcaption>Campanha de vacinação contra a covid-19 no&nbsp;Parque Olímpico, zona oeste do Rio Foto: Wilton Junior/ Estadão</figcaption></figure>



<p>No Brasil, o atraso nas compras de vacina, insumos e no registro dos produtos, além da falta de uma coordenação nacional da logística, preocupam os especialistas. Enquanto outros países têm uma ação efetiva para controlar a pandemia com as campanhas de vacinação, o Brasil vive a angústia da falta de imunizantes.</p>



<p>O Município do Rio de Janeiro, por exemplo, retoma nesta quinta-feira, 25, a vacinação para idosos em geral. Por falta de doses, a campanha estava suspensa desde a quarta-feira passada, 17. É como se o país, mesmo sendo um grande produtor agrícola, estivesse passando fome, compara&nbsp;<strong>Rodrigo Stabeli</strong>, pesquisador da&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/Fiocruz"><strong>Fiocruz&nbsp;</strong></a>e professor de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), referindo-se à grande capacidade de vacinação do País.</p>



<p>Comparando a velocidade da vacinação no Brasil com a de outros países, Casaca avalia que o País fica para trás na comparação do porcentual da população vacinada. “Em termos de imunização absoluta, o Brasil está abaixo de países como EUA, Reino Unido e Índia, mas acima de referências como Israel”, analisa. Por outro lado, quando analisamos os dados relativos ao percentual da população imunizada em cada país, os números do Brasil são ainda bastante tímidos e preocupantes. No cenário de cobertura vacinal da população, o Brasil é um dos últimos nessa corrida”, avalia.</p>



<p>Para recuperar esse terreno,&nbsp;<strong>Domingos Alves</strong>, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da&nbsp;<a href="https://tudo-sobre.estadao.com.br/usp"><strong>USP</strong></a>, avalia que as próximas semanas devem ser focadas em estabelecer acordos relevantes para aquisição de vacinas. “A gente precisa conseguir maior número de doses. Não é 1 milhão ou 2 milhões aqui. Precisamos de acordos grandes com empresas que possam produzi-las ainda no primeiro semestre. Não tivemos vontade política para fazer acordos no momento certo. Não temos perspectiva real de controle para&nbsp;a doença para oferecer à população, perspectiva que pode ser vista em outros países que já estão se vacinando”, diz o especialista.</p>



<p>Diante da escassez de vacinas e do aumento de casos e mortes por covid-19, prefeitos e governadores estão adotando medidas mais restritivas de circulação para conter aglomerações e a disseminação do vírus.</p>



<p>Atualmente, quatro estados adotam o toque de recolher (Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul e Paraná). O Estado de São Paulo vai adotar a medida a partir desta sexta-feira até o dia 14 de março. Segundo o governo estadual, a medida terá como foco a autuação de pessoas que promovam aglomerações, especialmente as de maior porte, com mais de 100 pessoas. Dentro do Estado, municípios como São Bernardo, também adotaram a restrição.</p>



<p>Outras cidades foram além. Depois de registrar cinco mortes pela covid-19 na sexta-feira, 19, em mais um dia de UTIs lotadas, a prefeitura de Araraquara (SP) decidiu decretar lockdown total. Devem permanecer fechados bancos, indústrias, supermercados, postos de combustíveis e todo comércio, além dos serviços públicos não essenciais.</p>



<p>Com isso, cidadãos e veículos estão proibidos de circular pelas ruas, exceto em casos de emergência. Nesta terça-feira, a medida foi prorrogada por mais 78 horas. O município também pediu ajuda ao Exército no combate à covid-19. Uma equipe do 13.o Regimento de Cavalaria Mecanizada (13.o RCMec), sediado em Pirassununga, circula pelas ruas da cidade para fiscalizar o cumprimento do bloqueio.</p>



<p>Os especialistas concordam com as medidas de restrição. “Se a gente não tomar decisões duras ainda no mês de fevereiro, teremos um péssimo mês de março”, diz&nbsp;<strong>Carlos Lula</strong>, presidente do Conass. “É preciso pensar nas restrições no contexto de uma circulação maior das variantes do vírus”, afirma Julio Croda, médico infectologista, pesquisador da Fiocruz e ex-diretor do Departamento de Imunizações e Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde.&nbsp;&nbsp;NOTÍCIAS RELACIONADAS</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,com-recorde-pelo-3-dia-sp-pode-ter-esgotamento-de-leitos-de-uti-para-covid-em-3-semanas,70003626706">Com recorde pelo 3º dia, SP pode ter esgotamento de leitos de UTI para covid em 3 semanas</a></li><li><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,pesquisa-aponta-gargalos-em-infraestrutura-de-postos-de-saude-que-podem-afetar-vacinacao,70003626686">Pesquisa aponta gargalos em infraestrutura de postos de saúde que podem afetar vacinação</a></li></ul>



<p>Leia aqui o texto originalmente publicado no site do Estadão: <a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,com-um-ano-de-pandemia-brasil-chega-a-250-mil-mortes-e-vive-pior-fase-da-doenca,70003626855" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,com-um-ano-de-pandemia-brasil-chega-a-250-mil-mortes-e-vive-pior-fase-da-doenca,70003626855</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/com-um-ano-de-pandemia-brasil-chega-a-250-mil-mortes-e-vive-pior-fase-da-doenca/">Com um ano de pandemia, Brasil chega a 250 mil mortes e vive pior fase da doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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		<title>Amazonas vive a dor que não cessa após um mês de colapso na saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[EL PAÍS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 19:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com casos de covid-19 ainda em alta e sob os efeitos da crise que culminou na falta de oxigênio para doentes, Estado decide flexibilizar o comércio. Somente neste início de 2021, montante de vidas perdidas é quase o dobro do registrado durante todo 2020</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>STEFFANIE SCHMIDTManaus&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/acervo/2021-02-16/">16 FEV 2021 &#8211; 20:41</a></p>



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<p>Um mês depois&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-15/morrer-sem-oxigenio-em-uma-maca-em-manaus-a-tragedia-que-escancara-a-negligencia-politica-na-pandemia.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">da catastrófica falta de oxigênio medicinal nos hospitais de Manaus</a>&nbsp;e do interior do Amazonas, ocorrida em 14 de janeiro, o Estado já registrou quase 4.000 óbitos&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/coronavirus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">por covid-19</a>. Somente neste um mês e meio de 2021, o montante de vidas perdidas é quase o dobro do número registrado durante todo o ano de 2020, segundo dados da Fundação de Vigilância Sanitária do Amazonas (FVS-AM), totalizando 10.100 mortes desde o início da pandemia. Embora a&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-24/400-reais-para-respirar-mais-quatro-horas-em-manaus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">corrida pelo oxigênio tenha sido freada</a>, a situação ainda não é estável, com hospitais lotados e o consumo diário do gás medicinal atingindo a média de 86.000 metros cúbicos, 10.000 a mais do que o registrado no pico da crise. Ainda assim, o Governo do Estado anunciou no último sábado (13) a flexibilização das regras mais rígidas de circulação que havia adotado, permitindo a abertura do comércio no sistema&nbsp;<em>drive-thru</em>&nbsp;e liberou o transporte de cargas de produtos no período de 24 horas. A medida passou a valer na última segunda-feira (15), e segue pelos próximos sete dias.</p>



<h3 class="wp-block-heading">MAIS INFORMAÇÕES</h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-21/pesquisa-revela-que-bolsonaro-executou-uma-estrategia-institucional-de-propagacao-do-virus.html?rel=listapoyo">Pesquisa revela que Bolsonaro executou uma “estratégia institucional de propagação do coronavírus”</a></li><li><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-24/400-reais-para-respirar-mais-quatro-horas-em-manaus.html?rel=listapoyo">400 reais para respirar mais quatro horas em Manaus</a></li><li><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-15/morrer-sem-oxigenio-em-uma-maca-em-manaus-a-tragedia-que-escancara-a-negligencia-politica-na-pandemia.html?rel=listapoyo">Morrer sem oxigênio em Manaus, a tragédia que escancara a negligência política na pandemia</a></li></ul>



<p>“Nas últimas quatro semanas atingimos índice de isolamento social de 50%, chegando a um pouco mais de 60% em alguns dias. Esse não é o ideal, mas a gente entende o esforço e faz um apelo à população para que as medidas de isolamento sejam adotadas no dia a dia”, afirmou o diretor técnico da FVS-AM, Cristiano Fernandes, durante live realizada no sábado (14) para anunciar as medidas de relaxamento. O quadro apresentado pelo diretor aponta o “aumento da frequência de prováveis reinfecções” e “o aumento de casos em duas regiões do interior do Estado”, que ainda permanecem na fase roxa, a mais grave do plano de contingenciamento.</p>



<p>O Amazonas apresentou uma tendência de redução de 21% na media móvel de contaminação nos últimos 14 dias, mas ainda está em platô elevado de número de casos com uma taxa de transmissão de 1,01, ou seja, cada 100 pessoas infectadas podem transmitir para 101 em um intervalo de uma semana. “Isso caracteriza alta transmissão. Ainda é um perfil epidemiológico que preocupa, apesar dessa desaceleração. Não é o momento de relaxarmos, mas de mantermos nossas medidas de prevenção para que consigamos diminuir ainda mais o risco de transmissão. Os 61 municípios do interior continuam na fase roxa. Manaus regrediu para a fase vermelha que ainda é grave”. A apresentação técnica dos dados, feita pelo diretor da FVS-AM, Cristiano Fernandes, parecia desconexa com a decisão do governador Wilson Lima, que estava ao lado dele durante o anúncio das medidas de flexibilização no Estado.</p>



<p>Pressionado pelo comércio e com dez pedidos de impeachment contra ele protocolados na Assembleia Legislativa, o governador do Amazonas decidiu pelo funcionamento do setor, o que incentivou uma parte dos estabelecimentos a já funcionarem de forma irregular no mesmo dia, antes ainda da validação do decreto. Na rua do Comércio, em Manaus, por exemplo, restaurantes atendiam clientes nas mesas normalmente, e lojas recebiam pessoas.</p>



<p>A vacinação em massa de pelo menos 70% da população elegível de Manaus e das sete cidades do entorno, impactadas diretamente pela capital, é a única solução plausível para puxar a curva de contaminação para baixo, na avaliação do epidemiologista Jesem Orellana. “Para diminuir casos novos, reduzir casos graves e a mortalidade, essa é a solução. Isso devolve a dinâmica à economia, a possibilidade do empresário pensar nos próximos meses sem a preocupação de&nbsp;<em>lockdown</em>. Hoje temos centenas de pessoas passado fome por conta da negligência de autoridades responsáveis pela tragédia da primeira e segunda onda, que seguem impunes”, afirmou em&nbsp;<em>live&nbsp;</em>realizada na noite de sábado (13).</p>



<p>Ele explica que focar onde a pandemia está castigando, ou seja, priorizar regiões como o&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-03/ritmo-lento-na-vacinacao-contra-a-covid-19-no-brasil-favorece-novas-cepas-do-virus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Amazonas, é seguir o critério epidemiológico, técnico&nbsp;</a>e não o político. “O critério usado hoje pelo Ministério da Saúde, na minha avaliação e de dezenas especialistas, é equivocado. Quando você tem escassez de vacinas e pulveriza essa distribuição não há a menor possibilidade de alcançar imunidade coletiva ou controlar a transmissão. Isso joga fora a oportunidade de focar no problema principal para dar conta depois dos problemas menores”.</p>



<p>Até o momento, 214.534 doses foram aplicadas em todo Amazonas até terça (16), sendo 202.828 primeiras doses e 11.706 segundas doses.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Unidades lotadas</h3>



<p>A atendente de bar e restaurante, Patrícia Pereira Corrêa, 52, gastou 100 reais com transporte por aplicativo no início da tarde de domingo (14), para conseguir atendimento para o marido, Sílvio César de Figueiredo, 48, percorrendo três unidades de saúde para achar um lugar que pudesse atendê-lo. Ela está desempregada desde o início da pandemia e dependia do<a href="https://brasil.elpais.com/noticias/auxilio-emergencial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;auxílio emergencial para sobreviver</a>. “Hoje a gente conta com ajuda de um e de outro. Nem tenho esse dinheiro, mas ele estava passando muito mal, com os dedos roxos”.</p>



<p>Atualmente, a fila de espera por um leito para covid-19 é de 227 pacientes, sendo 149 para leitos clínicos e 78 para UTI. Segundo o Governo do Estado, a fila tem diminuído: há 18 dias, 659 pessoas aguardavam uma vaga. Segundo o órgão, 542 pacientes com covid-19 já foram transferidos do Amazonas para outros Estados. Desse total, 271 pacientes (50%) receberam alta hospitalar, 242 retornaram ao Estado e 62 faleceram (11,43%).</p>



<p>O Governo afirma que no momento as unidades de saúde da capital e do interior estão abastecidas de oxigênio, mas a demanda pelo insumo ainda está acima da média histórica, o que exige que ele seja levado pela White Martins de outros Estados a Manaus. O Governo prevê instalar 74 usinas de oxigênio, sendo que 28 delas já se encontram em operação. “A solução para o problema passa pela queda do número de internações, que puxará para baixo o consumo de oxigênio das unidades. Nessa frente, o Governo se esforça, com o auxílio do Governo Federal e dos municípios, para acelerar ao máximo a imunização da população contra a Covid-19”, informou o órgão em nota.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Impactos psicológicos</h3>



<p>Diante de tantas mortes e do trauma causado por um sistema de saúde em que não se pode confiar, os impactos psicológicos são muitos, conta a psicóloga Carolina Omena, que vem atuando de forma voluntária no atendimento online de pacientes em Manaus desde o início do ano. “Atendi recentemente o filho de uma senhora de 59 anos que foi internada com covid-19 depois de ter rodado por vários hospitais. Dias depois de conseguir o atendimento, ele pode entrar no hospital e soube que a mãe ficou durante quatro dias no corredor sem assistência, mesmo com a saturação oscilando entre 45% a 50% e teve que dividir oxigênio com outras pessoas. Ele conta que tinha que abraçar a mãe para que ela não visse gente morrendo sem respirar. O que mexeu muito com ele foi ver que tinham várias pessoas que estavam há mais tempo ali e ainda não haviam sido atendidas”, afirma Omena. O trauma permaneceu no paciente, mesmo diante da recuperação da mãe que foi transferida para Recife (PE) e aguarda o retorno para Manaus.</p>



<p>Segundo a psicóloga, o número de atendimentos de casos de pessoas com&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-04-20/um-mundo-de-ansiedade-medo-e-estresse.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">transtornos de ansiedade, pânico e depressão</a>, todos relacionados à covid-19, tem aumentado. As perdas, a impossibilidade da despedida, o isolamento e a falta de perspectiva compõem o quadro de adoecimento mental apontado por especialistas e que tende a se agravar no futuro.</p>



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<p>Omena conta ainda que atendeu um socorrista de 64 anos que havia conseguido transportar o irmão, de 47 anos, com quadro grave de covid-19. Quatro dias depois, ele faleceu. Logo após enterrar o irmão, o próprio socorrista ficou doente e passou um mês debilitado. “Não teve tempo&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-08-08/luto-coletivo-a-dor-que-o-brasil-nao-consegue-viver.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">de viver o luto</a>, de viver a dor e agora tem medo de voltar ao trabalho. Por isso temos o desenvolvimento desses transtornos, as pessoas não têm tempo de assimilar a dor”, explica. “Para quem está no Amazonas, há constantemente uma vivência de perdas: perdemos a liberdade, os hospitais, os atendimentos médicos, perdemos o sistema de saúde primário, secundário. Tudo caiu. Tem ainda as perdas do amigo do amigo, do vizinho, do colega. Isso tudo gerou uma tristeza, o luto não é luto porque alguém falece, é um momento de transição, de quando a gente perde algo”, diz.</p>



<p>Por conta da demanda que vem recebendo, ela afirma que vem tentando convencer os colegas a ampliar a rede de escuta, por perceber que as pessoas não conseguem ajuda.</p>



<p>A coordenadora do projeto de acompanhamento psicológico online da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Sônia Maria Lemos, 57 anos, representante da universidade na Rede de Emergência em Saúde Mental do Amazonas, afirma que o que pode aparecer adoecimento emocional é, na maioria das vezes, um sofrimento emocional, natural em decorrência do momento vivido. “O problema é se a pessoa continua com esses sinais e isso impede que ele toque a vida adiante, aí podemos ter o adoecimento mental em decorrência da pandemia”, explica.</p>



<p>Para ajudar, ela e outros profissionais, de diversas instituições, articularam a rede de emergência em saúde mental, iniciativa que resultou na contratação de 50 profissionais para atuar no atendimento na rede pública do Amazonas, fato que ela considera histórico, dada à situação extremamente deficitária de política pública da área. “Em saúde mental, quanto maior o número de informações objetivas, corretas, mais segurança eu tenho de ter um comportamento adequado pra responder. Sempre tivemos subnotificação de casos.&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-12-20/chip-na-vacina-virar-jacare-e-outros-mitos-criam-pandemia-de-desinformacao-na-luta-contra-a-covid-19.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Quando mais conflito de informações&nbsp;</a>quanto mais volume de informações desencontradas, menor é a minha chance de confiar nelas. Aqui no Amazonas não podemos confiar em todos os níveis”, afirma a psicóloga Sônia Lemos.</p>



<p>“A pessoa que ocupa&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-21/pesquisa-revela-que-bolsonaro-executou-uma-estrategia-institucional-de-propagacao-do-virus.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a cadeira da presidência faz propaganda de tratamento que não funciona</a>, o governo do Estado compra equipamentos superfaturados de lugares que não vendem equipamentos de saúde, a primeira ação do novo prefeito foi burlar a fila de vacinação. Imagina como eu, pessoa, me sinto em relação a qualquer informação de saúde? Como vou querer que a saúde mental das pessoas encontre alguma coerência onde não há coerência, mas tristeza e frustração?”, indaga.</p>



<p><a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-03-22/ao-vivo-ultimas-noticias-sobre-o-coronavirus-no-brasil-e-no-mundo.html"><em>Siga a cobertura em tempo real</em></a><em>&nbsp;da crise da covid-19 e&nbsp;</em><a href="https://brasil.elpais.com/ciencia/2020-07-23/evolucao-dos-casos-de-coronavirus-no-brasil.html"><em>acompanhe a evolução da pandemia no Brasil</em></a><em>.</em></p>



<p></p>



<p>Leia aqui o texto integral publicado originalmente no site do El País: <a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-16/amazonas-vive-a-dor-que-nao-cessa-apos-um-mes-de-colapso-na-saude.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-16/amazonas-vive-a-dor-que-nao-cessa-apos-um-mes-de-colapso-na-saude.html</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/amazonas-vive-a-dor-que-nao-cessa-apos-um-mes-de-colapso-na-saude/">Amazonas vive a dor que não cessa após um mês de colapso na saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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		<title>Nicolelis: sem lockdown haverá colapso sanitário nacional e veremos a &#8220;devastação épica&#8221; do coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRASIL 247]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 17:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>247&#160;&#8211; O neurocientista Miguel Nicolelis afirmou na madrugada desta quarta-feira (24) que atualmente o Brasil é o &#8220;maior laboratório a céu aberto onde se pode observar a dinâmica natural do coronavírus sem qualquer medida eficaz de contenção&#8221;. De acordo com o médico, &#8220;ou os políticos brasileiros aprendem rapidamente a pronunciar &#8216;lockdown&#8217;, ou todo BR vai [&#8230;]</p>
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<p><strong>247</strong>&nbsp;&#8211; O neurocientista Miguel Nicolelis afirmou na madrugada desta quarta-feira (24) que atualmente o Brasil é o &#8220;maior laboratório a céu aberto onde se pode observar a dinâmica natural do coronavírus sem qualquer medida eficaz de contenção&#8221;. De acordo com o médico, &#8220;ou os políticos brasileiros aprendem rapidamente a pronunciar &#8216;lockdown&#8217;, ou todo BR vai entrar em colapso sanitário ao mesmo tempo&#8221;. Nicolelis deixou a coordenação do Comitê Científico do Consórcio Nordeste há duas semanas.</p>



<p>&#8220;Neste momento, o Brasil é o maior laboratório a céu aberto onde se pode observar a dinâmica natural do coronavírus sem qualquer medida eficaz de contenção. Todo o mundo vai testemunhar a devastação épica q o SARS-CoV-2 pode causar qndo nada é feito de verdade p/ contê-lo&#8221;, disse. &#8220;Governantes estão renunciando às suas responsabilidades de liderar e proteger a população. Não há mais nenhum tempo a perder&#8221;, acrescentou.</p>



<p>O Brasil registrou 1.370 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 248.646 óbitos desde o começo da pandemia, de acordo com levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça-feira (23). A média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.095, sendo a&nbsp;<a href="https://www.brasil247.com/brasil/brasil-registra-3-maior-media-movel-de-mortes-por-covid-da-pandemia">terceira maior registrada até aqui</a>.</p>



<p>Devido à falta de coordenação do governo federal para o gerenciamento da crise do coronavírus, a Frente dos prefeitos decidiu formar um&nbsp;<a href="https://www.brasil247.com/brasil/frente-dos-prefeitos-anuncia-consorcio-para-compra-de-vacinas-contra-covid-19-vz06x79k">consórcio para adquirir vacinas contra a Covid-19</a>.&nbsp;</p>



<p>Segundo números da plataforma Worldometes desta quarta-feira (24), o Brasil ocupa o terceiro lugar no ranking global de casos de coronavírus (10,2 milhões), atrás de Índia (11 milhões) e Estados Unidos (28,8 milhões). O governo brasileiro também contabiliza a segunda maior quantidade de mortes (248 mil) &#8211; nessa estatística os EUA também ficam na primeira posição (514 mil).<a href="https://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.htmlhttps://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.htmlhttps://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.htmlhttps://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.htmlhttps://d-242110492727319194.ampproject.net/2102130314001/frame.html</a></p>



<p></p>
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		<title>OMS registra 6ª semana seguida de redução dos casos globais do novo coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[CNN BRASIL]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 10:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com números da Organização Mundial da Saúde, mundo totaliza 110,7 milhões de casos e mais de 2,4 milhões de mortes desde o início da pandemia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os casos globais do&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/coronavirus">novo coronavírus</a>&nbsp;caíram 11% na semana anterior a 21 de fevereiro, marcando a 6ª semana consecutiva de queda, disse a&nbsp;<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tudo-sobre/organizacao-mundial-da-saude-oms">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>&nbsp;nesta terça-feira (24).</p>



<p>A OMS relatou 2,4 milhões de novos casos e 66.000 novas mortes naquela semana, uma queda de 20% nas mortes em comparação com a semana anterior.</p>



<p>Isso totaliza 110,7 milhões de casos e mais de 2,4 milhões de mortes desde o início da pandemia de Covid-19, segundo dados da OMS.&nbsp;</p>



<p>Atualmente, os Estados Unidos relatam o maior número de novos casos diários, seguidos por Brasil, França, Rússia e Índia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leia mais</h2>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/18/infeccoes-por-covid-recuam-no-mundo-mas-oms-alerta-para-apatia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Infecções por Covid-19 recuam no mundo, mas OMS alerta para apatia</a></li><li><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/22/oculos-podem-reduzir-risco-de-contaminacao-pelo-novo-coronavirus-diz-estudo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Óculos podem reduzir risco de contaminação pelo novo coronavírus, diz estudo</a></li><li><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2021/02/23/covid-19-no-brasil-em-23-2-21" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil registra mais 62,7 mil casos e 1.386 mortes por Covid-19</a></li></ul>



<p>A OMS observou que, embora muitos países estejam relatando um declínio nos casos gerais do novo coronavírus, os relatos de variantes da Covid-19 estão aumentando.</p>



<p>A OMS disse que a variante B.1.1.7 detectada pela primeira vez no Reino Unido já foi encontrada em 101 países, enquanto a variante B.1.351 detectada pela primeira vez na África do Sul está em 51 países.&nbsp;</p>



<p>Já a variante B.1.1.28.1 menos prevalente – identificada pela primeira vez no Brasil e no Japão – já foi encontrada em 29 países.</p>



<p><strong>(Texto traduzido;&nbsp;<a href="https://edition.cnn.com/world/live-news/coronavirus-pandemic-vaccine-updates-02-24-21/h_f599619b5e376a82c5b8571d42bea434" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leia o original</a>&nbsp;em inglês)</strong></p>
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