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	<title>Arquivos Pandemia - drama brasileiro - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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	<title>Arquivos Pandemia - drama brasileiro - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>“A pandemia tirou a roupa da desigualdade brasileira”, diz Preto Zezé, presidente da CUFA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BRASIL 247]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 13:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia - drama brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>62% dos mortos por Covid-19 eram negros e moradores das favelas e periferias das grandes cidades brasileiras</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em><a href="https://www.brasil247.com/brasil/a-pandemia-tirou-a-roupa-da-desigualdade-brasileira-diz-preto-zeze-presidente-da-cufa" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Do Brasil 247</a></em></strong></p>



<p><strong>247-&nbsp;</strong>Em entrevista para os jornalistas Luís Pinto e Eumano Silva no Sua Excelência, O Fato (vídeo abaixo) o escritor e ativista Preto Zezé, presidente nacional da Central Única das Favelas (CUFA) revelou que levantamentos feitos pela entidade chegam a uma estatística brutalmente desumana: 62% dos mortos por Covid-19 eram negros e moradores das favelas e periferias das grandes cidades brasileiras. “A pandemia tirou a roupa da desigualdade”, diz Preto Zezé.</p>



<p>Mais de 17 milhões de brasileiros moram em favelas, complexos e comunidades – comumente chamados “quebradas” – na periferia das cidades com mais de 150.000 habitantes em todo o País. Se fosse uma Nação, tamanho contingente populacional era maior do que Portugal, equivaleria a duas vezes e meia o Paraguai e a mais da metade do Peru. “Há fome, desesperança e medo nesse imenso pedaço de Brasil que parece esquecido”, alerta Zezé.</p>



<p>O presidente da CUFA diz que “o Brasil está sem eira nem beira” e que há conscientização política para a resistência, sim. “Não se pode é criminalizar o discurso religioso. É um erro. Muitos pastores têm, nas favelas, um papel fundamental de confortar quem está desesperado”, crê.</p>
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		<title>&#8216;Esses dias podem ser a diferença entre viver ou morrer&#8217;, alerta infectologista sobre megaferiados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[O GLOBO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 11:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia - drama brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Maria Eugênia Fernandes, se população aproveitar dias de folga para passear, e não para ficar em casa, pode haver 'mortandade' pelo país</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Constança Tatsch &#8211; O Globo</em></strong></p>



<p>RIO — Cidades como Rio e São Paulo criaram megaferiados para tentar conter a propagação do novo coronavírus e o número crescente de casos, que estão levando ao colapso hospitalar. Mas, para muitos, feriado é sinônimo de passeio, festa e viagem. A infectologista e superintendente da Associação Saúde da Família, Maria Eugênia Fernandes Pedroso de Lima, alerta que esses dias podem ter profundo impacto na sociedade, agravando ou aliviando a pandemia.</p>



<p><strong>Leia mais:&nbsp;</strong><a href="https://oglobo.globo.com/rio/falta-de-unidade-em-decretos-do-estado-da-prefeitura-sobre-restricoes-em-feriadao-deixa-cariocas-confusos-24941131" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Falta de unidade em decretos do estado e da prefeitura sobre restrições em feriadão deixa cariocas confusos</a></p>



<p>Com experiência no combate ao vírus HIV, a médica explica que a população tem conhecimento sobre a doença, mas resiste a mudar de comportamento. Leia, abaixo, os principais trechos da entrevista.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ogimg.infoglobo.com.br/in/24941772-3a4-905/FT460B/xmaria-eugenia.jpg.png.pagespeed.ic.vpqB4Ghz_n.jpg" alt="A médica infectologista Maria Eugenia Fernandes Pedroso de Lima Foto: Divulgação"/><figcaption>A médica infectologista Maria Eugenia Fernandes Pedroso de Lima Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p><strong>Feriado em SP</strong>:&nbsp;&nbsp;<a href="https://oglobo.globo.com/sociedade/feriado-em-sp-que-pode-o-que-nao-pode-funcionar-na-cidade-nos-proximos-10-dias-24941163" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O que pode e o que não pode funcionar na cidade nos próximos 10 dias</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que criar feriados para conter a pandemia?</h3>



<p>O feriado é um mecanismo que o setor público e o governo encontraram para fazer com que as pessoas permaneçam em casa. E para que com isso a gente consiga, à semelhança do que ocorreu em Portugal ou Araraquara (<em>interior de São Paulo</em>), que as pessoas não precisem circular. Mas o que a gente tem verificado, não sei se por cultura local, é que esses feriados são interpretados pela população como uma oportunidade de se divertir. Muitas pessoas, especialmente jovens, aproveitam esses feriados, seja quais forem, para viajar para resorts, ir à praia, fazer churrasco, juntar a turma e se aglomerar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A população entende o objetivo dessas ações?</h3>



<p>Sou infectologista e venho da equipe que trabalhava com Aids em São Paulo, e nas pesquisas a gente constatava que as pessoas tinham informação sobre a doença e sua transmissão. Tenho certeza de que, se fizermos um estudo agora sobre Covid, como é transmitida, o que precisa fazer e a situação dos hospitais, as pessoas vão saber, mas nem sempre essa informação é introjetada para refletir em mudança de comportamento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Por que a população não adere a essas ações de proteção?</h3>



<p>Quando se fala de mudança de comportamento, complica. Por vários fatores, um deles é a percepção de risco: acontece com outro, não comigo. É o outro que não pode sair. Outra mentalidade equivocada é aquela fatalista: “Ah, se é para morrer prefiro ver minha família”, ou “se tiver que acontecer, vai acontecer”. Mas o destino depende das escolhas que a gente faz. O que a gente também ouvia na época da Aids era que o parceiro, aquele que se ama e confia, não precisava de preservativo. Da mesma forma, pensam que com as pessoas de que gostam não é preciso usar máscara. A riqueza, a beleza, o vínculo afetivo, o físico dão falsa percepção de proteção.<a href="https://www.publicidadeeditoraglobo.com.br/midiakit-digital" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PUBLICIDADE</a></p>



<p>As pessoas precisam pensar qual é o papel delas, não adianta as autoridades e a mídia bombardearem de informação se não é usada para seguir as medidas de prevenção, que são distanciamento social, uso de máscara (trocando e lavando) e higienização constante das mãos. É preciso entender que esses dias podem ser a diferença entre viver ou morrer, você, seu familiar, seu amigo ou um conhecido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como fazer as pessoas aderirem? É uma questão de punição?</h3>



<p>As estratégias de medo afastam, fazem as pessoas recuar. Aí a adesão pode ser ainda mais comprometida. Na minha opinião, a gente tem que pegar essas pessoas em quem o povo confia para promover o uso de máscara e isolamento social. No passado, vimos que as pessoas confiavam no Padre Marcelo Rossi. E hoje? Vamos buscar essas pessoas. Pegar alguém que todos consideram “chique” e pedir para dizer nas mídias sociais que usa máscara, está fazendo distanciamento, que se preocupa em proteger sua família.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que esses dez dias podem representar, epidemiologicamente?</h3>



<p>Se esses dias forem de isolamento e distanciamento, eles vão interromper a transmissibilidade do vírus. Assim, num período de 14 dias, haverá uma diminuição substancial no número de novos casos. Vai dar tempo de vacinar mais gente, ter um maior contingente de doses. Precisamos dar tempo também para o sistema de saúde. Não vamos corrigir a resposta tardia, apontar os erros do passado. E agora? Agora é questão de sobrevivência. Precisa saber que esse tempo pode ser a diferença entre viver ou morrer, você, um familiar, um amigo ou conhecido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que pode acontecer se as pessoas aproveitarem o feriado para viajar?</h3>



<p>Pode acontecer uma mortandade sem precedentes. As taxas de transmissão vão aumentar, vai haver um agravamento do número de casos em que nós médicos e o sistema de saúde ficaremos totalmente impotentes. Por isso estamos pedindo, pelo amor de Deus, para que as pessoas, com seu comportamento, nos ajudem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O governo parece só ter conseguido um consenso sobre a importância da vacinação, mas não sobre a necessidade de um lockdown.</h3>



<p>A resposta para a Covid tem apenas dois caminhos, os dois de prevenção: um é a vacina, e o outro é o comportamento da população. O sistema de saúde está colapsado, e se as pessoas não entenderem que esses feriados são para ficar em casa, vai ter gente morrendo na rua.</p>
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		<title>Colapso do sistema de saúde torna covid-19 mais mortal no Brasil, alerta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ESTADÃO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 11:08:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia - drama brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas pedem lockdown de 14 dias para conter avanço do vírus e evitar colapso dos hospitais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Roberta Jansen, Rio</p>



<p>23 de março de 2021 | 21h54<a href="http://tudo-sobre.estadao.com.br/coronavirus">&nbsp;SAIBA MAIS</a></p>



<p>O colapso do sistema de saúde em praticamente todo o Brasil faz a&nbsp;<a href="http://tudo-sobre.estadao.com.br/%20epidemia" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>pandemia</strong></a>&nbsp;de&nbsp;<a href="http://tudo-sobre.estadao.com.br/%20coronavirus" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>covid-19</strong></a>&nbsp;se alastrar mais rapidamente e se tornar ainda mais mortal no País, aponta boletim extraordinário do Observatório Covid-19 da&nbsp;<a href="http://tudo-sobre.estadao.com.br/%20fiocruz" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fiocruz</strong></a>&nbsp;divulgado nesta terça, 23. Diante do cenário de “crise humanitária”, o novo trabalho divulgado pela instituição pede que os Estados adotem imediatamente medidas de lockdown por pelo menos 14 dias. Segundo a instituição, essa seria a forma de reduzir o ritmo de transmissão da doença e aliviar a pressão nos hospitais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">LEIA TAMBÉM</h2>



<p><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,em-pior-dia-da-pandemia-brasil-registra-pela-1-vez-mais-de-3-mil-mortes-pelo-coronavirus,70003658077">Em pior dia da pandemia, Brasil registra pela 1ª vez mais de 3 mil mortes pelo coronavírus</a>https://www.estadao.com.br/widget/coronavirus</p>



<p>De acordo com o boletim, ocorreram, em média, 73 mil casos diários de covid-19 e cerca de 2 mil óbitos por dia na última semana epidemiológica analisada (de 14 a 20 de março). Além disso, o número de casos cresce a uma taxa de 0,3% ao dia, e o número de óbitos, em 3,2% ao dia – proporção maior do que o registrado nas semanas anteriores. Também foi observado aumento da mortalidade no País. Passou de cerca de 2% no fim do ano passado para 3,1% em março de 2021.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://img.estadao.com.br/resources/jpg/2/6/1614412938962.jpg" alt="UTI"/><figcaption>UTI do Hospital Municipal do M’Boi Mirim durante a pandemia Foto: Werther Santana/Estadão</figcaption></figure>



<p>“A continuidade dos cenários em que temos o crescimento de todos os indicadores para covid-19, como transmissão, casos, óbitos e taxas de ocupação de leitos de UTI resulta em colapso que afeta todo o sistema de saúde no País e no aumento das mortes por desassistência”, afirmaram os pesquisadores no relatório. “Trata-se de um cenário que não é só de uma crise sanitária, mas também humanitária, se considerarmos todos os seus aspectos.”</p>



<p>A Fiocruz recomenda a restrição imediata das atividades consideradas não essenciais por cerca de 14 dias para obter uma redução de cerca de 40% das transmissões da doença. Essas medidas devem ser adotadas por todos os Estados onde o sistema de saúde se encontra em estado crítico. São todos à exceção de Roraima e Amazonas.</p>



<p>“Mesmo que vários municípios e Estados já venham adotando essas medidas, é fundamental que governos municipais, estaduais e federais caminhem todos na mesma direção para ampliá-las e fortalecê-las, uma vez que a adoção parcial e isolada nos levará ao prolongamento da crise sanitária”, pediram os cientistas.</p>



<p>O boletim destaca na Região Norte a saída do Amazonas da zona crítica para a de alerta intermediário, com ocupação de leitos de UTI covid para adultos em 79%. Alerta, porém, para a piora do quadro na Região Sudeste. Na última semana, o indicador cresceu em Minas Gerais (de 85% para 93%), no Espírito Santo (de 89% para 94%), no Rio de Janeiro (de 79% para 85%) e em São Paulo (de 89% para 92%).</p>



<p>As Regiões Sul e a Centro-Oeste mantiveram índices iguais ou superiores a 96%. Piauí (96%), Ceará (97%), Rio Grande do Norte (96%) e Pernambuco (97%) registram os piores números no Nordeste.</p>



<p>“Desde o início do mês de março, o País assiste a um quadro que denota o colapso do sistema de saúde no Brasil para o atendimento de pacientes que requerem cuidados complexos para covid-19”, sustentam os pesquisadores do Observatório Covid-19.</p>



<p>“Este colapso não foi produzido em março de 2021, mas ao longo de vários meses, refletindo os modos de organização para o enfrentamento da pandemia no País, nos Estados e nos municípios.”NOTÍCIAS RELACIONADAS</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,em-pior-dia-da-pandemia-brasil-registra-pela-1-vez-mais-de-3-mil-mortes-pelo-coronavirus,70003658077">Em pior dia da pandemia, Brasil registra pela 1ª vez mais de 3 mil mortes pelo coronavírus</a></li><li><a href="https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,fiocruz-detecta-novas-alteracoes-em-coronavirus-que-circulam-no-brasil,70003657465">Fiocruz detecta novas alterações nas variantes do coronavírus que circulam no Brasil</a></li></ul>
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		<title>‘Não tem UTI, amo vcs’: a história por trás do tuíte viral que revela mensagens de mãe morta por covid-19 no RS</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/nao-tem-uti-amo-vcs-a-historia-por-tras-do-tuite-viral-que-revela-mensagens-de-mae-morta-por-covid-19-no-rs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[BBC NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 19:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia - drama brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vinícius Lemos Da BBC News Brasil em São Paulo &#8220;Eu vou pra UTI, só não tem vaga em nenhum lugar. Amo vocês&#8221;, escreveu a comerciante Valéria de Abreu em mensagens para a filha mais velha, a assistente comercial Giulia Mariana, no sábado (27/02). Valéria, que tinha 42 anos, estava internada em decorrência de complicações da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/nao-tem-uti-amo-vcs-a-historia-por-tras-do-tuite-viral-que-revela-mensagens-de-mae-morta-por-covid-19-no-rs/">‘Não tem UTI, amo vcs’: a história por trás do tuíte viral que revela mensagens de mãe morta por covid-19 no RS</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list"><li><strong><em>Vinícius Lemos</em></strong></li><li>Da BBC News Brasil em São Paulo</li></ul>



<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/A404/production/_117388914_prin.jpg" alt="Última conversa de WhatsApp entre Giulia e a mãe, Valéria"/><figcaption>Legenda da foto,Em último contato, Valéria contou à filha sobre a dificuldade de conseguir uma vaga de UTI no Rio Grande do Sul</figcaption></figure>



<p><strong>&#8220;Eu vou pra UTI, só não tem vaga em nenhum lugar. Amo vocês&#8221;, escreveu a comerciante Valéria de Abreu em mensagens para a filha mais velha, a assistente comercial Giulia Mariana, no sábado (27/02).</strong></p>



<p>Valéria, que tinha 42 anos, estava internada em decorrência de complicações da covid-19. Em um hospital público de Esteio, município do Rio Grande do Sul, ela passou seus últimos dias de vida em meio ao caos ligado à falta de leitos em diversas regiões do país, em razão do aumento de casos do novo coronavírus no Brasil.</p>



<p>O último contato da comerciante com a filha mais velha, por meio do WhatsApp, foi compartilhado pela jovem de 23 anos no Twitter horas após a morte de Valéria, na terça-feira (02/03).</p>



<p>&#8220;Essa foi a última mensagem que tive da minha mãe (&#8230;) Usem máscara, não saiam se não for necessário, por favor&#8221;, escreveu Giulia na publicação, que já teve mais de 125 mil curtidas e mais de 13 mil compartilhamentos na rede.</p>



<p>A situação vivida por Valéria ilustra o caos vivido no país em decorrência da covid-19 — nos últimos dias, o Brasil registrou sucessivos recordes de mortes e se aproximou de 2 mil óbitos pelo novo coronavírus em 24 horas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Internação-e-falta-de-UTI">Internação e falta de UTI</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/13220/production/_117386387_giulia1.jpg" alt="Valéria segura a filha, Giulia, quando a jovem ainda era bebê"/><figcaption>Legenda da foto,Valéria com a filha mais velha: comerciante teve Giulia aos 18 anos</figcaption></figure>



<p>A família relata que Valéria sempre adotou os cuidados necessários para que não fosse infectada pelo coronavírus.</p>



<p>Os parentes acreditam que ela, que era dona de uma sorveteria na cidade de Esteio, tenha sido infectada pelo coronavírus enquanto atendia algum cliente. &#8220;As pessoas pouco se importavam. A minha mãe cansou de brigar com clientes (para que usassem máscara)&#8221;, relata Giulia.</p>



<p>Os primeiros sintomas da comerciante começaram por volta de 14 de fevereiro, quando ela passou a tossir muito. Dias depois, fez um teste que apontou que ela e o marido estavam com o novo coronavírus. O casal ficou isolado. Giulia, que mora com a avó em outra casa, relata que a mãe chegou a ir algumas vezes ao hospital, mas logo era liberada.</p>



<p>&#8220;Os hospitais estavam cheios, então os profissionais de saúde viam alguma melhora nela e a liberavam para que outra pessoa pudesse ser atendida também&#8221;, relata a jovem.</p>



<p>Em 20 de fevereiro, a situação se agravou. Valéria, que tinha diabetes e asma, teve os pulmões duramente comprometidos pelo coronavírus. Ela foi internada na área de emergência de uma unidade de saúde pública.</p>



<p>&#8220;Ela sempre mandava mensagens para a gente porque podia ficar com o celular enquanto estava internada. Porém, ninguém podia visitá-la, só o meu pai que podia ir para levar algo que ela precisasse&#8221;, relembra a jovem.</p>



<p>No último sábado, o quadro de Valéria se agravou ainda mais. Os médicos orientaram que ela fosse encaminhada para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mas diante do cenário de falta de leitos no Rio Grande do Sul, ela não conseguiu.</p>



<p>Como em diversas partes do Brasil, a&nbsp;<a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56272391">atual situação da pandemia no Rio Grande do Sul</a>&nbsp;é considerada extremamente preocupante. O cenário é o pior desde os primeiros registros de covid-19. Há fila de espera por um leito de UTI. O governo do Estado avalia o aluguel de contêineres refrigerados para acomodar um eventual excesso de corpos.</p>



<p>&#8220;Ela precisava disso (um leito de UTI). Ligamos para hospitais, até do litoral, inclusive particulares, e nada. Havia um leito em um hospital de Santa Maria, mas era a cinco hora de viagem e os médicos avisaram que ela não aguentaria o trajeto&#8221;, diz Giulia à BBC News Brasil.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/15930/production/_117386388_066254f0-459c-4f7a-98b2-b42db3f9466d.jpg" alt="Print do Tweet de Giulia com a última conversa com a mãe no WhatsApp"/><figcaption>Legenda da foto,Publicação de jovem viralizou no Twitter e teve mais de 125 mil curtidas</figcaption></figure>



<p>&#8220;A falta de UTI se dá pelo colapso da rede de saúde, como já haviam dito que aconteceria desde o ano passado, mas ninguém levou a sério&#8221;, acrescenta a jovem.</p>



<p>Quando soube da situação da mãe, Giulia mandou as mensagens para saber como ela estava.</p>



<p>&#8220;Mãe, eu tô torcendo por ti. Eu te amo muito&#8221;, escreveu a jovem. &#8220;Tu tem que ser firme. Tem que me ver formar&#8221;, acrescentou a filha para a mãe, nas mensagens por WhatsApp. Foi o último contato entre elas.</p>



<p>&#8220;A saturação dela ficou muito baixa e ela precisou ser intubada. O médico disse ao meu pai que o quadro dela era grave e explicou que o problema era a asma dela e um quadro de pneumonia&#8221;, relata.</p>



<p>Sem leito de UTI, a comerciante permaneceu na área de emergência. &#8220;O hospital fez o possível para equipar o leito dela (na emergência). Mesmo com ajuda do respirador, a saturação dela não melhorava&#8221;, relata Giulia.</p>



<p>&#8220;Foi tudo muito terrível e muito rápido&#8221;, lamenta Giulia. Na terça-feira, a comerciante teve uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.</p>



<p>&#8220;Eu fico muito frustrada. Se não fossem as aglomerações e falta de posicionamento decente dos governos, minha mãe poderia estar aqui ainda&#8221;, diz a jovem.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Conscientização">Conscientização</h2>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/F224/production/_117388916_giulia3.jpg" alt="Giulia e Nathalia posam para foto"/><figcaption>Legenda da foto,Giulia (de óculos) e Nathalia são as filhas mais velhas de Valéria. Família é da cidade de Esteio (RS)</figcaption></figure>



<p>Depois da morte da mãe, Giulia decidiu compartilhar em seu perfil no Twitter as últimas mensagens trocadas entre elas para tentar conscientizar outras pessoas sobre a gravidade da covid-19.</p>



<p>&#8220;Fiquei em choque em como (a publicação) viralizou. A postagem foi, acima de tudo, um desabafo&#8221;, diz a jovem à BBC News Brasil.</p>



<p>Depois da repercussão, ela recebeu inúmeras mensagens de carinho. A jovem agradeceu as manifestações na rede social. &#8220;Não estou conseguindo responder as pessoas porque não tenho forças&#8221;, escreveu no Twitter.</p>



<p>&#8220;Uma das piores partes é que ninguém pode ou quer vir me ver e dar um abraço, por causa da covid-19. Vocês não têm noção de como é solitário&#8221;, desabafou Giulia na rede social — ela está com suspeita de covid-19 e aguarda o resultado do exame.</p>



<p>Por meio do Twitter, a jovem recebeu diversos relatos de pessoas que também perderam parentes para a covid-19, que já matou mais de 260,9 mil pessoas no país. Nas mensagens, muitos relataram a tristeza após a morte do ente querido em decorrência do coronavírus.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/CB14/production/_117388915_giulia2.jpg" alt="Valéria e o esposo, Carlos"/><figcaption>Legenda da foto,Valéria e o marido, Carlos Abreu: casal estava junto havia mais de duas décadas</figcaption></figure>



<p>&#8220;Sinto muito pela sua perda. Essa foi a última mensagem com a minha mãe antes de ela ir pra UTI. Depois ela só foi piorando. Hoje só restam a saudade e um aperto no coração&#8221;, escreveu o universitário Kayk Cezarino, de 27 anos.</p>



<p>Na postagem, ele compartilhou mensagens de setembro passado, nas quais diz para a mãe que a ama e que a situação dela irá melhorar. Ela morreu dias depois, em decorrência da covid-19.</p>



<p>&#8220;Senti sua dor daqui! Perdi meu pai também (em razão da covid-19), vai fazer um mês! Dói muito, muito. É avassalador!&#8221;, escreveu uma outra jovem.</p>



<p>Além de Giulia, Valéria também deixa outras duas filhas, uma jovem de 22 e uma garota de oito anos. &#8220;A minha mãe era o meu porto seguro. Nós teremos que aprender a caminhar sem a segurança de ter alguém como ela para nos acolher&#8221;, diz a primogênita à BBC News Brasil.</p>



<p>&#8220;Eu escolhi o caixão mais bonito que tinha para ela. Espero que ninguém mais tenha que passar por essa dor tão cedo na vida&#8221;, escreveu a jovem no Twitter.</p>



<p>Leia clicando aqui a reportagem originalmente publicada no site da BBC Brasil: <a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56284846?at_custom4=D0706B58-7DA4-11EB-B6FE-9AF939982C1E&amp;at_custom2=facebook_page&amp;at_custom3=BBC+Brasil&amp;at_custom1=%5Bpost+type%5D&amp;at_campaign=64&amp;at_medium=custom7&amp;fbclid=IwAR29x6VG9d4urccxB3BhFPmU5s-INQWwNZFsZxdNStNHKWBUUDRVg-A-EZ0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-56284846?at_custom4=D0706B58-7DA4-11EB-B6FE-9AF939982C1E&amp;at_custom2=facebook_page&amp;at_custom3=BBC+Brasil&amp;at_custom1=%5Bpost+type%5D&amp;at_campaign=64&amp;at_medium=custom7&amp;fbclid=IwAR29x6VG9d4urccxB3BhFPmU5s-INQWwNZFsZxdNStNHKWBUUDRVg-A-EZ0</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/nao-tem-uti-amo-vcs-a-historia-por-tras-do-tuite-viral-que-revela-mensagens-de-mae-morta-por-covid-19-no-rs/">‘Não tem UTI, amo vcs’: a história por trás do tuíte viral que revela mensagens de mãe morta por covid-19 no RS</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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