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	<title>Arquivos História - Nazismo - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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	<title>Arquivos História - Nazismo - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>A brasileira que descobriu o passado nazista do próprio avô</title>
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		<dc:creator><![CDATA[BBC NEWS]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 May 2021 15:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[História - Nazismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde criança, Julie Lindahl sentia que a família guardava um segredo obscuro, mas não fazia ideia do que era. As últimas palavras do seu pai, no entanto, confirmaram que ela precisava de respostas. E foi assim que ela deu início a uma busca de sete anos que revelou o passado nazista de seu avô. A [&#8230;]</p>
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<p></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/12E19/production/_115373377_20130917_115443.jpg" alt="Julie Lindahl com o avô na infância"/><figcaption>Legenda da foto,Julie, aos dois anos, com o avô em São Paulo — ele morava em uma fazenda no Mato Grosso do Sul e tinha ido visitá-la</figcaption></figure>



<p><strong>Desde criança, Julie Lindahl sentia que a família guardava um segredo obscuro, mas não fazia ideia do que era.</strong></p>



<p>As últimas palavras do seu pai, no entanto, confirmaram que ela precisava de respostas.</p>



<p>E foi assim que ela deu início a uma busca de sete anos que revelou o passado nazista de seu avô.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47142678">A segunda morte do médico nazista Josef Mengele no Brasil</a></li><li><a href="https://www.bbc.com/portuguese/geral-45950325">Segunda Guerra Mundial: &#8216;como a dica de um oficial nazista salvou a vida de meus avós&#8217;</a></li></ul>



<p>Em entrevista à jornalista Andrea Kennedy do programa de rádio Outlook, da BBC, ela conta como esta descoberta desencadeou uma jornada transformadora à procura das vítimas das atrocidades do avô.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/1683C/production/_104602229_line976.jpg" alt="Línea"/></figure>



<p>Julie Lindahl nasceu no Rio de Janeiro, no fim da década de 1960. As fotografias do álbum de família mostram uma menina loirinha curtindo as praias brasileiras.</p>



<p>Filha de mãe alemã e pai americano, ela foi criada em dez países diferentes — e suas raízes acabaram se tornando uma questão central na sua vida.</p>



<p>Quando nasceu, seus avós maternos, que eram alemães, também moravam no Brasil. E ela desenvolveu uma relação muito próxima da avó.</p>



<p>&#8220;Ela era uma pessoa fascinante que viveu até os 103 anos, nasceu antes da eclosão da Primeira Guerra Mundial. E foi formada pela experiência daquela guerra.&#8221;</p>



<p>&#8220;Nós compartilhávamos vários interesses, o amor pela natureza, pela literatura, pela boa música&#8221;, enumera.</p>



<p>Mas havia certos aspectos nela que a deixavam bastante desconfortável.</p>



<p>&#8220;Ela tinha pontos de vista sobre algumas pessoas, certos grupos de pessoas, que eram muito perturbadores. E isso era difícil. Eu queria receber seu afeto, já que éramos muito próximas, mas ao mesmo tempo, eu tinha que ouvir comentários racistas bastante incômodos.&#8221;</p>



<p>Já o avô, Julie viu pela última vez aos três anos de idade, quando sua família deixou o Brasil. A foto acima, em que ela aparece segurando uma colher, é a única que ela tem ao lado dele.</p>



<p>Ele faleceu quando ela tinha nove anos. Mas deixou uma marca.</p>



<p>&#8220;Eu sabia muito pouco sobre ele, e procurava evitar esse assunto porque mencionar meu avô despertava muita emoção, uma emoção negativa, conflito e raiva na família — na minha mãe e nos irmãos dela, na minha avó também.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Silêncio-incômodo">Silêncio incômodo</h2>



<p>A verdade é que a casa da família era repleta de coisas não ditas. Havia algo tácito no ar, e Julie e a irmã sentiam isso desde pequenas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/59E0/production/_115380032_20130917_111734.jpg" alt="Julie Lindahl aos dois anos de idade em São Paulo"/><figcaption>Legenda da foto,Julie vestida de &#8216;dirndl&#8217;, traje típico alemão, em 1969, em São Paulo</figcaption></figure>



<p>&#8220;Minhas relações familiares estavam sendo asfixiadas por algo de que eu não sabia o suficiente. Havia raiva e indignação sendo expressas ao meu redor&#8221;, diz ela.</p>



<p>&#8220;E uma criança presume que fez algo errado quando os adultos estão infelizes. A criança pensa: Eu fiz algo impronunciável.&#8221;</p>



<p>Ela conta que acabou cultivando um sentimento de vergonha muito forte, que teve consequências para sua saúde física e mental.</p>



<p>&#8220;Eu tive anorexia, parei de comer por muitos anos. Foi uma espécie de autopunição pela vergonha&#8221;, revela.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Resgatando-o-passado">Resgatando o passado</h2>



<p>Quando Julie se tornou mãe, ela começou a questionar o silêncio que rondava a história da família. E a promessa que fez ao pai, em seu leito de morte, teve um papel decisivo nesse processo:</p>



<p>&#8220;Meu pai me pediu: &#8216;Cuide dos meus netos&#8217;.&#8221;</p>



<p>&#8220;E eu pensei: Para fazer isso direito, vou ter que olhar para o passado, porque sinto que há algo em mim que pode realmente fazer mal aos meus filhos, sentimentos de vergonha que podem fazer mal a eles&#8221;, explica.</p>



<p>Julie decidiu então confrontar o passado, seja lá qual fosse.</p>



<p>Ela sabia que a principal fonte de conflito na família girava em torno do nome do avô — e que ele e a avó haviam vivido na Polônia, território ocupado pela Alemanha nazista, durante a Segunda Guerra Mundial.</p>



<p>&#8220;Me perturbava muito a lembrança de certas conversas que havia tido com a minha avó, em que ela tentava me convencer que o Holocausto não havia acontecido, por exemplo. Ela tentava me convencer de que era uma conspiração da mídia mundial para depreciar a Alemanha&#8221;, relembra.</p>



<p>A avó seria então o ponto de partida para sua busca. E, certo dia, enquanto ela transcorria sobre a &#8220;vida maravilhosa que tinham na Polônia&#8221;, Julie a interrompeu e foi direto ao ponto:</p>



<p>&#8220;Perguntei diretamente se meu avô havia feito parte da SS (a tropa de elite do Partido Nazista).&#8221;</p>



<p>&#8220;E ela respondeu: &#8216;Claro que não, que ideia absurda&#8217;.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-verdade-sobre-os-avós">A verdade sobre os avós</h2>



<p>Mas a neta não se deu por satisfeita. Começou a estudar sobre a história do Terceiro Reich e as relações entre Polônia-Alemanha. E, em 2010, fez uma visita ao Arquivo Federal Alemão, em Berlim.</p>



<p>&#8220;Achar qualquer coisa nos arquivos era como encontrar uma agulha no palheiro. Os nazistas foram muito bons em destruir seus próprios documentos, e os aliados foram muito bons em bombardear lugares onde os documentos estavam&#8221;, explica.</p>



<p>Mas, para sua surpresa, foram encontradas 100 páginas de documentação a respeito do seu avô — e o conteúdo era assustador.</p>



<p>Os documentos mostravam que ele havia sido um dos primeiros entusiastas do Partido Nazista — havia se filiado ao mesmo em 1931, antes mesmo de Adolf Hitler tomar o poder na Alemanha. E o classificavam como um membro leal e fanático da SS, a organização paramilitar de elite nazista, conhecida pela brutalidade.</p>



<p>Se não bastasse tudo isso, os arquivos revelariam ainda algo mais sombrio, que Julie jamais poderia imaginar:</p>



<p>&#8220;O mais chocante de tudo, que eu realmente não esperava encontrar, porque não havia perguntado sobre minha avó, foram documentos preenchidos com a caligrafia dela, que reconheci das inúmeras cartas e cartões de aniversário que ela me enviou ao longo dos anos.&#8221;</p>



<p>&#8220;Reconhecer (a caligrafia dela) foi profundamente chocante e triste&#8221;, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="Encontro-com-as-vítimas">Encontro com as vítimas</h2>



<p>Dois anos depois, Julie visitou o Instituto de Memória Nacional em Pozna, na Polônia, que forneceu a ela depoimentos de testemunhas, coletados em 1946, sobre as atrocidades cometidas por seu avô.</p>



<p>Durante a Segunda Guerra Mundial, ele tinha supervisionado propriedades rurais ocupadas pelos alemães na Polônia, sendo responsável por práticas de trabalho forçado e tortura, além de ter sido cúmplice do assassinato da população local.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/B8E9/production/_115373374_2012-06-0314.36.11.jpg" alt="Avô de Julie Lindahl na Polônia"/><figcaption>Legenda da foto,O avô de Julie (no canto direito da foto) supervisionava o trabalho forçado em propriedades rurais ocupadas na Polônia</figcaption></figure>



<p>&#8220;Os documentos continham sobretudo depoimentos de pessoas que tinham vivido nas propriedade administradas por ele. Alguns relatos eram muito, muito específicos&#8230; como (meu avô) ter espancado pessoas até ficarem inconscientes.&#8221;</p>



<p>Com a ajuda de Robert, um jovem arquivista e historiador polonês, ela saiu em busca de famílias na zona rural da Polônia que haviam sido vítimas do avô.</p>



<p>&#8220;Nos documentos, havia sobrenomes e nomes completos de pessoas que testemunharam, e também nomes de vítimas.&#8221;</p>



<p>&#8220;Robert corria no meio do campo, parava os tratores dos fazendeiros e mostrava os documentos, perguntando: &#8216;Vocês sabem onde essa e aquela família vivem?'&#8221;, relembra.</p>



<p>Para sua surpresa, a estratégia funcionou — e eles conseguiram localizar algumas famílias.</p>



<p>&#8220;A primeira família que encontramos era, na verdade, um casal, e o homem tinha vivenciado a suserania do meu avô na propriedade, quando tinha uns 20 anos. E ficou sentado, me encarando, estava com raiva.&#8221;</p>



<p>&#8220;Ele explicou algumas coisas que foram muito tristes de ouvir, sabe, que sua família havia sido torturada&#8230;&#8221;</p>



<p>&#8220;Não fiz as coisas que o machucaram e provavelmente destruíram a sua vida&#8230; Mas posso mostrar compaixão&#8221;, diz ela emocionada.</p>



<p>Ao fim da conversa, Julie conta que apertou a mão dele e o agradeceu, enquanto ele parecia desconcertado com a atitude dela.</p>



<p>O segundo encontro — desta vez com um senhor de 90 anos, que sofria de demência — foi mais perturbador.</p>



<p>Enquanto Robert fazia as perguntas, o idoso parecia distante, dando respostas confusas — até que algo na conversa o despertou:</p>



<p>&#8220;Quando Robert começou a dizer o sobrenome do meu avô, ele de repente entrou num túnel do tempo e foi parar naquela época. Ele estava revivendo um momento que era claramente muito assustador, dizia algo sobre &#8216;pessoas colocadas contra uma parede para serem baleadas'&#8221;, relata.</p>



<p>&#8220;Eu disse a Robert: &#8216;Temos que parar com essa entrevista agora, porque esse homem está muito angustiado e isso não é justo, está errado&#8217;.&#8221;</p>



<p>A conversa foi então interrompida, e o senhor se acalmou.</p>



<p>Depois desse episódio, Julie estava determinada a parar sua busca, mas Robert a convenceu a seguir adiante: havia mais uma família à sua espera.</p>



<p>Dessa vez, ela se deparou com um homem que era criança durante a ocupação da Polônia — e que estava disposto a contar tudo que havia visto e vivido.</p>



<p>&#8220;Ele era um menino de 10 anos na época, e seus pais e parentes trabalhavam nas propriedades (administradas por seu avô). Ele nos contou histórias de pessoas sendo espancadas até perderem a consciência, sendo gravemente maltratadas, ele mesmo também havia sido muito maltratado.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://ichef.bbci.co.uk/news/640/cpsprodpb/17C39/production/_115373379_kajsagransson_vercredito.jpg" alt="Julie Lindahl"/><figcaption>Legenda da foto,&#8217;A culpa e vergonha se transformaram em responsabilidade&#8217;, diz Julie</figcaption></figure>



<p>Julie afirma que não começou essa jornada em busca de perdão — mas, à medida que sua busca avançava, &#8220;um sentimento muito forte, um desejo de pedir perdão, começou a vir à tona&#8221;.</p>



<p>E quando foi se despedir daquele homem que havia testemunhado as atrocidades do seu avô na infância, algo que ele disse provocou uma transformação dentro dela:</p>



<p>&#8220;Quando nos levantamos para nos despedir, pensei: Vou me ajoelhar aqui mesmo. E ele me segurou de uma forma, foi uma coisa estranha, ele segurou meus braços, olhou nos meus olhos e disse: &#8216;Não foi sua culpa, você não fez nada&#8217;.&#8221;</p>



<p>&#8220;Com aquele simples gesto e aquelas palavras, aquele homem abriu caminho para uma transformação: a culpa e vergonha se transformaram em responsabilidade&#8221;, diz ela.</p>



<p>&#8220;A partir deste momento, a vida foi diferente.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="A-revelação-da-avó">A revelação da avó</h2>



<p>No ano seguinte, Julie decidiu abrir o jogo com a avó sobre o que havia descoberto a respeito do passado da família. Ela estava morando na Alemanha na época, e tinha 100 anos.</p>



<p>&#8220;Em algum lugar dentro dela, eu acreditava fervorosamente que havia uma pessoa que queria se manifestar, expressar arrependimento e dizer simplesmente: &#8216;O que fizemos foi errado&#8217;. Teria sido o suficiente.&#8221;</p>



<p>Mas não foi isso que aconteceu:</p>



<p>&#8220;Em vez disso, ela se endireitou na cadeira, olhou para mim, retraiu a mão (que estava segurando a dela) e defendeu tudo o que eles fizeram, tudo que meu avô tinha feito. Ela disse que os (membros da) SS eram os homens mais lindos que já pisaram na Terra.&#8221;</p>



<p>&#8220;Foi um dos piores momentos da minha vida. Porque percebi que aquela pessoa que eu amava, que conhecera durante toda a minha vida, de quem me sentia tão próxima, na verdade, eu não conhecia.&#8221;</p>



<p>A avó de Julie morreu em 2014, pouco antes de completar 103 anos.</p>



<p>A neta passou sete anos pesquisando a história da família — e chegou a voltar ao Brasil para buscar informações sobre a vida dos avós por aqui.</p>



<p>Julie conta sua jornada no livro&nbsp;<em>The Pendulum: A Granddaughter&#8217;s Search for Her Family&#8217;s Forbidden Nazi Past</em>&nbsp;(&#8220;O Pêndulo: A busca de Uma neta pelo passado nazista proibido da família&#8221;, em tradução livre), uma história que ela acredita que tinha o dever de narrar.</p>



<p>Durante o lançamento do livro na Suécia, onde mora atualmente, ela conta que recebeu um telefonema marcante da filha que resume a sua busca:</p>



<p>&#8220;Ela disse: &#8216;Mãe, quero dizer o quanto estou orgulhosa de você!'&#8221;</p>



<p>&#8220;Para mim, esse foi um momento muito importante. Aquele sentimento de vergonha tinha sido substituído por um sentimento de orgulho por assumir responsabilidades. Era isso que eu procurava&#8221;, afirma.</p>



<p>Atualmente, Julie dirige uma organização sem fins lucrativos chamada Stories for Society, que tem o objetivo de ajudar jovens a entender melhor as questões sociais por meio de histórias narradas em grupo.</p>



<p><a href="https://www.bbc.co.uk/programmes/w3cszdr5">Ouça aqui (em inglês) a íntegra do programa de rádio Outlook</a></p>
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