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	<title>Arquivos Eleições - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<title>Arquivos Eleições - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>Dono do Coco Bambu constrangia sócios a financiarem campanha de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[LUÍS COSTA PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 15:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luís Costa Pinto O grupo de whatsapp no qual Afrânio Barreira Filho, o dono do Coco Bambu, administra seus negócios nas 64 unidades da rede de restaurantes (especializada em servir camarões de cativeiro nadando em piscinas de creme de leite com presunto e batatas-palha), vai se tornar um manancial de novos inquéritos para os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Luís Costa Pinto</em></strong></p>



<p>O grupo de <em>whatsapp</em> no qual Afrânio Barreira Filho, o dono do Coco Bambu, administra seus negócios nas 64 unidades da rede de restaurantes (especializada em servir camarões de cativeiro nadando em piscinas de creme de leite com presunto e batatas-palha), vai se tornar um manancial de novos inquéritos para os investigadores que apreenderam o <em>smartphone</em> do cearense metido a chef do bolsonarismo.</p>



<p>Barreira Filho, que já preparou jantares com seu cardápio de mau gosto para Jair e Michêlle Bolsonaro no Palácio da Alvorada, é um dos bolsonaristas que se dizem “empresários” e agora são investigados pela Polícia Federal, pela Justiça Eleitoral e pelo Ministério Público por atentarem contra a Democracia: articulavam e pediam, no Brasil, em caso de vitória do ex-presidente Lula, um golpe de Estado nos moldes do que vem ocorrendo há uma década e meia na Hungria de Viktor Orbán.</p>



<p>Mensagens do grupo de “gestão” Coco Bambu em mãos dos investigadores mostram que o dono dos restaurantes constrangeu seus 164 sócios nas 64 unidades da rede a financiarem a campanha de Bolsonaro doando de R$ 3 mil a R$ 5 mil para a reeleição do presidente da República. Barreira Filho detém ao menos 70% de todas as lojas. Os demais 30% são composições acionárias que ele faz com sócios-trabalhadores. Só há duas mulheres no grupo, pois é proverbial e histórica a misoginia do “empresário” cearense. Ele exigia o envio, para o grupo de <em>whatsapp</em>, de comprovantes da contribuição eleitoral sob pena de punir os sócios na distribuição de lucros futura. Está tudo lá, nas mãos dos policiais e procuradores liderados pelo ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE.</p>



<p>Alguns parceiros de negócios de Afrânio Barreira Filho protestaram contra a contribuição compulsória que tinham de fazer à campanha de reeleição de Bolsonaro. O dono do Coco Bambu, muitas vezes, respondeu a tais mensagens com emojis de armas, figuras típicas do bolsonarismo iletrado. Depois das “arminhas”, que funcionam como marca registrada das patas bolsonaristas, ele registrava: seguia esperando o comprovante dos depósitos para a tesouraria do PL. A lei eleitoral permite que pessoas físicas contribuam para campanhas políticas até o limite de 10% da renda bruta anual (por CPF) declarada no Imposto de Renda de 2021.</p>



<p></p>



<p><strong>Sócios tiveram de comprar vinho &#8220;Bolsonaro&#8221;</strong></p>



<p></p>



<p>Além da contribuição compulsória para a reeleição de Bolsonaro que seus sócios minoritários tinham de fazer, Barreira Filho exigiu que todos eles comprassem lotes do vinho “Bolsonaro – Il Mito”, rótulo que ele mandar preparar em lote especial numa vinícola chilena em ainda 2019. Elaborado a partir da uva Carmenére, é um vinho fraco e aguado, mas, teria preço de cardápio estimado entre 110 e 130 reais. Porém, para ver os rótulos sobre as mesas de suas unidades, o dono do Coco Bambu determinou que eles poderiam ser vendidos até abaixo dos R$ 100, com prejuízo, a fim de expor o nome de seu “mito”. Também foram registradas reclamações dos sócios quanto a essa postura esdrúxula de quem se diz bom gestor. Os protestos novamente eram respondidos com os <em>emojis</em> ridículos de armas.</p>



<p>O modelo de negócio do Coco Bambu estabelece que Afrânio Barreira Filho recebe o retorno proporcional dos lucros das unidades a partir dos seus 70% de participação mínima. Apenas cinco das unidades não registram lucro. Os demais 30% são distribuídos por parceiros que atuam como funcionários, contudo ganham o <em>status</em> de “sócios”. Estes sócios são os que efetivamente trabalham nas lojas como gerentes, supervisores, maitres etc. Se houver divergências que levem a dissoluções dessas sociedades, os “sócios” não têm direito (por contrato) a sair levando nada além do capital societário com o qual entraram no negócio – mesmo que as unidades pelas quais estivessem responsáveis estejam se revelando altamente lucrativas. Agora, muitos desses sócios conversam entre si, em grupos paralelos, a fim de se protegerem contra as investigações desencadeadas em razão do bolsonarismo atávico de Afrânio Barreira Filho. Foram arrastados para o meio do inquérito da PF e do TSE à revelia de suas vontades e até de suas preferências políticas em razão do fanatismo do “empresário” cearense.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="263" height="500" src="https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2022/08/image.png" alt="" class="wp-image-3391" srcset="https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2022/08/image.png 263w, https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2022/08/image-158x300.png 158w, https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2022/08/image-150x285.png 150w" sizes="(max-width: 263px) 100vw, 263px" /></figure>
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		<title>&#8220;A grande vitória da Democracia será tirar Bolsonaro e Moro do 2º turno&#8221;, diz Rodrigo Maia. Ele apoia Lula contra fascistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PLATAFORMA BRASÍLIA]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jan 2022 17:01:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil 247]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Maia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No “Sua Excelência, O Fato”, na TV 247, ex-presidente da Câmara diz que vota no ex-presidente do PT se decisão for contra Bolsonaro ou Moro</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deputado eleito pelo Rio de Janeiro e secretário de Parcerias Público-Privadas do governo João Doria (PSDB) em São Paulo, o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia arrepende-se de ter usado o “argumento” Paulo Guedes para votar em Jair Bolsonaro no 2º turno de 2018 e declara que o grande desafio da Democracia brasileira este ano é tirar tanto o atual presidente quanto o ex-juiz e ex-ministro Sérgio Moro de um eventual 2º turno presidencial em outubro próximo. “Quem estava na política conhecia o Bolsonaro. Não essa loucura toda. Mas, sabia que era um cara sem preparo, sem experiência, sem projeto para o País”, disse Maia aos jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva no programa <i>Sua Excelência, O Fato</i>, transmitido ao vivo pela <u><i><b>TV 247</b></i></u> e pela Plataforma Brasília na manhã desta 5ª feira <i>(55min30seg do vídeo. Link da íntegra da entrevista no final deste texto)</i>. “Eu me arrependo de ter votado em Bolsonaro justificando o voto pelo Paulo Guedes. Disso me arrependo. Eu avisava aos empresários, aos meus amigos: vocês vão se arrepender de viabilizar o Bolsonaro”.</p>
<p>Segundo Rodrigo Maia, Bolsonaro e Moro são iguais no desprezo às regras democráticas e às instituições. “Nas últimas semanas eu tenho falado para alguns empresários aqui em São Paulo: o Moro de 2022 é o Bolsonaro de 2018. Não trato nem da questão do autoritarismo, da ocupação do Estado, da ação contra a política e contra as instituições que falo”, afirmou. Ele contou ainda que, nos momentos finais de seu período na presidência da Câmara, foi vítima de ações ilegais da autodenominada “República de Curitiba” e do conluio de procuradores e juízes do Paraná que tentavam orquestrar denúncias contra ele assim como fizeram durante a Lava Jato e contra o PT e o ex-presidente Lula. De acordo com Maia, essas ações ilegais virão à tona em breve, com diálogos obtidos a partir da “Vaza Jato”. “Não quero tratar da Organização Criminosa da qual o Moro fez parte, da milícia que ele comandou, da ocupação do Estado brasileiro, enfim”, desabafou. “Quero tratar da inexperiência. Moro não conhece o Brasil, não conhece os problemas brasileiros”.</p>
<p>O ex-presidente da Câmara assegura que em 2018 tentou fazer com que o DEM, partido ao qual pertencia, o PSDB e o MDB apoiassem Ciro Gomes. Não conseguiu. “Não deu”, resigna-se. “Em 2022, e estou em São Paulo, ajudando o PSDB, apesar da grande relação que construí com os partidos de esquerda – e não abro mão disso! – temos de tentar viabilizar as nossas ideias no nosso campo”, ressalva ele para então ir no coração do fato, o apoio a Lula num eventual 2º turno em 2022: “Mas, não tenho dúvida, que nós todos temos de estar juntos – PSDB, União Brasil, MDB, PT, PSD, PSB, PDT, PCdoB, Psol, PV… – todos os que estão no campo democrático, temos que estar juntos. Em qual momento? Não sei. Temos de estar juntos, contudo, porque a grande vitória da Democracia será tirar Bolsonaro e Moro do 2º turno”. A partir daí, já encerrando o programa, foi enfático: “Essa dúvida sobre em quem votar num 2º turno não existe: estaremos todos juntos contra Bolsonaro e Moro”.</p>
<p><iframe title="Sua excelência, o fato (6.1.22)" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/6-26P0Ttn2I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Do nome, fez-se o verbo. Do verbo, o movimento. No movimento, a determinação: reconstruir e reconciliar o País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[LUÍS COSTA PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2021 14:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2022]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2022, como nunca antes na História, Brasil precisa estar determinado a revogar ressentimentos e recalques para voltarem a esperança e o crescimento inclusivo</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/do-nome-fez-se-o-verbo-do-verbo-o-movimento-no-movimento-a-determinacao-reconstruir-e-reconciliar-o-pais/">Do nome, fez-se o verbo. Do verbo, o movimento. No movimento, a determinação: reconstruir e reconciliar o País</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No outono da ditadura militar, período compreendido entre a derrota popular da emenda das <i>Diretas, Já </i>em abril de 1984 e a eleição de Tancredo Neves pelo Colégio Eleitoral em janeiro de 1985, a face civil da escumalha apodrecida dos generais – Paulo Maluf, nome designado por eles para tentar conservar o “regime” instituído à força em 1964 – emprestou o sobrenome para um neologismo que denotava delinquência: malufar.</p>
<p>Usada como sinônimo jocoso, sempre no campo da política ou, ironicamente, nas relações interpessoais, a expressão “malufar” significava “roubar”, “encobrir a verdade”, “disfarçar algo incorreto”, “negar a verdade ou os fatos”, “fraudar”. As equipes dos dicionários Aurélio, Houaiss e Caldas Aulete, os mais populares do País, debateram a fundo a dicionarização do termo. Porém, como ele caiu em desuso com as sucessivas derrotas políticas aplicadas a Maluf, ao malufismo e ao campo político dele, o tema foi superado pela dinâmica da vida.</p>
<p>Nos dias de hoje, poder-se-ia dizer que Jair Bolsonaro, com a ajuda dos mesmos militares que tinham Paulo Maluf por porta-bandeira, malufou o pleito de 2018. Unido ao “Centrão” (integrado, aliás, por próceres do malufismo e coordenado pelo PP, herdeiro direto do PDS malufista), malufou a esperança dos brasileiros em ver o Congresso aplicando a punição constitucional a governantes abúlicos, vis, perversos e corruptos – o impeachment.</p>
<p>Mas, História é vida em movimento e 2021, o ano que enfim se vai, preparou as bases para um outro nome próprio se converter em verbo no campo semântico da política.</p>
<p>Em 2022, não tenham dúvidas, a palavra de ordem será “Lular”.</p>
<p>Do apelido de Luiz Inácio da Silva, “Lula”, porque em Pernambuco todos os Luíses viram “Lula”, fez-se o verbo. Ao contrário do neologismo saído da raiz do malufismo, a conotação do novo verbo ainda não dicionarizado é boa, é do bem.</p>
<p>Numa acepção direta, “Lular” significa admitir que vota em Lula (PT) para a Presidência da República, mesmo quando pesem divergências pretéritas a ele ou aos governos liderados pelo Partido dos Trabalhadores entre 2003 e 2016 (quando o ciclo foi interrompido por um golpe jurídico/parlamentar/classista que cobra alto preço ao Brasil e aos brasileiros).</p>
<p>A coleção de pesquisas de intenção de voto realizadas nesse 3º ano da Era do Obscurantismo no Brasil revela que há uma velocidade ascendente de cidadãs e cidadãos “Lulando” por motivos diversos. Seja porque decidiram voltar a votar no ex-presidente depois de análise comparativa de mandatos e de saldos de legados históricos, seja porque revogaram implicâncias e temores surgidos nas abjetas fábricas de mentiras do lava-jatismo e do bolsonarismo que se uniram e foram amalgamadas pela gestão militarizada das redes sociais.</p>
<p>Nunca antes em sua História, nem mesmo ao sair das ditaduras de Vargas e da militar, ou no ocaso do Império, o Brasil precisou tanto reunir energia e determinação em tal escala, revogar ressentimentos e recalques e se unir para voltar ao jogo de esperança e crescimento inclusivo.</p>
<p>Alquimias artificiais e antidemocráticas daqueles que ainda se dizem intolerantes com o PT, ou com Lula, e se confessam decepcionados ou traídos por Bolsonaro e pelo bolsonarismo – os “nem, nem” da política; os que traçam paralelos impossíveis e hiperbolicamente falsos entre “petismo” e “bolsonarismo” – não produziram vias diferentes para o País correr ao encontro de saídas políticas e constitucionais.</p>
<p>Com seus direitos políticos restaurados, vendo seus algozes de Curitiba, sobretudo o ex-juiz Sérgio Moro e o ex-procurador Deltan Dallagnol, serem instados a pagar pelos crimes cometidos ao criarem, conduzirem e julgarem inquéritos e ações penais ao arrepio do Estado de Direito e das normas e diretivas da Constituição, o ex-presidente faz jus e é merecedor de todo o amplo diapasão de significados do verbo “Lular”.</p>
<p>“Lular” significa admitir que tem esperança e que está disposto a dar novas cotas de sacrifício e empenho pessoais para reconstruir um Brasil ora em ruínas; “Lular” também quer dizer revelar-se disposto a reconciliações pessoais em nome de um projeto maior: reconciliar o País.</p>
<p>Sem o estabelecimento de prioridades para a reconstrução – com foco na restauração da rede de proteção social, nos programas de inclusão e de redução de danos da extrema pobreza, nos mecanismos disponíveis para gerar aceleradamente emprego e renda, na reindustrialização brasileira, em programas de reconexão com instituições e ações que atuam na vanguarda da sustentabilidade e da preservação dos recursos naturais que temos e dos quais irresponsavelmente descuidamos – esta fundamental e inescapável reconciliação nacional não ocorrerá. Caso o pior cenário se dê, será mais que mero desastre ou nova tragédia na ziguezagueante biografia brasileira: vai ser a perda da última chance, da oportunidade derradeira de conservar o Brasil como Nação íntegra e detentora de território tão vasto.</p>
<p>2022 é amanhã. “Lular” é verbo. E o verbo já se converteu em movimento. O movimento supera antagonismos menores, divergências vãs e pequenez de espírito.</p>
<p>Com a pretensão de ser mais que um desejo de “Feliz Ano Novo”, este artigo de opinião pretende ser um vaticínio.</p>
<p>Iremos nos encontrar diariamente nas páginas virtuais do<u><i><b> Brasil247</b></i></u>, nos canais da <u><i><b>TV247</b></i></u>, nas redes sociais. Com largueza d’alma, sem ódio e sem medo, com coragem e esperança desejo a todos um Feliz Ano Novo.</p>
<p>Vamos Esperançar!</p>
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		<title>Direita se engalfinha e desfaz alianças enquanto Haddad, Huck e Moro seguem entre apostas para 2022</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/direita-se-engalfinha-e-desfaz-aliancas-enquanto-haddad-huck-e-moro-seguem-entre-apostas-para-2022/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[EL PAÍS]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2021 18:56:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eleição de presidente da Câmara expõe guerra interna do DEM e PSDB e embaralha xadrez para próxima eleição. Bolsonaro premia Centrão com ministério da Cidadania enquanto PT testa primeiro nome da esquerda à sucessão presidencial</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://brasil.elpais.com/autor/afonso-benites/">AFONSO BENITES</a></p>



<p>Sem lideranças políticas naturais, a direita brasileira está esfacelada em compasso de espera pelas eleições de 2022. E a&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-08-19/oposicao-fracassa-na-criacao-de-frente-de-esquerda-contra-bolsonaro-na-eleicao-de-2020.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esquerda também</a>, depois que o PT lançou a candidatura de Fernando Haddad como um balão de ensaio para testar o eleitorado. O&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-02-12/divide-e-reina-a-estrategia-diabolica-de-bolsonaro.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">presidente Jair Bolsonaro</a>&nbsp;foi incapaz de criar sua própria legenda, a Aliança pelo Brasil, mas alcançou a proeza de embaralhar a miríade das outras composições partidárias que pretendem disputar sua sucessão. Com um cenário de candidaturas diluído, a máquina governamental nas mãos e um apoio na casa dos 30% da população já colocariam o presidente em um segundo turno.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Entrevista com Flávio Dino: STF, Lava Jato, esquerda em 2022" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/U9NudzViQHQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Nas últimas semanas,&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-02/arthur-lira-sela-vitoria-dupla-de-bolsonaro-no-congresso-mas-deixa-planalto-refem-do-centrao.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bolsonaro cooptou com cargos</a>&nbsp;e recursos da União o Centrão, o fisiológico grupo de centro direita que atua no Congresso Nacional, implodiu o direitista Democratas e acabou estimulando um racha na sigla de centro-direita PSDB. Todo o processo tem como pivô a disputa pela Presidência da Câmara dos Deputados no início do mês, que terminou com a vitória do candidato bolsonarista e expoente do Centrão Arthur Lira (PP-AL).</p>



<p>Nesta sexta-feira, Bolsonaro concretizou parte do acordo firmado com o Centrão em troca de seu apoio por Lira. Ele nomeou o deputado federal João Roma, do Republicanos, para o Ministério da Cidadania em substituição a Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que foi deslocado para a Secretaria-Geral da Presidência da República. Roma é amigo e ex-assessor de&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-09/dem-implode-e-ameaca-levar-junto-o-ensaio-para-unir-centro-direita-contra-bolsonaro-em-2022.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Antônio Carlos Magalhães Neto, o presidente do Democratas</a>&nbsp;que se aproximou do Planalto rompendo com o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com o movimento, o mandatário começa a pagar a sua fatura em troca de uma base de sustentação legislativa. Ainda restam entre dois e três ministérios a serem entregues ao Centrão, o que deve ocorrer nas próximas semanas.</p>



<p>Os movimentos no xadrez político de Bolsonaro ocorrem a um ano e 8 meses da eleição. Mas, de pronto, já começaram a minar alianças que estavam sendo planejadas pelo campo autodenominado “direita democrática”. A principal delas foi a articulação feita por DEM, MDB, Cidadania e PSDB. As quatro legendas rascunhavam um acordo para seguirem juntas em 2022. Seu candidato seria&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2021-01-12/marketing-de-doria-para-divulgar-coronavac-sai-pela-culatra-e-alimenta-movimento-antivacina.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Doria</a>&nbsp;(PSDB), o governador paulista que já foi aliado de Bolsonaro, ou Luciano Huck, o apresentador da maior emissora de TV do Brasil, a Globo, que paquerava uma filiação ao DEM ou ao Cidadania.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Implosão do DEM e racha no PSDB</h2>



<p>A implosão do DEM afastou Huck dos democratas, mas há ainda a esperança do Cidadania de tê-lo em suas hostes. Além disso, dos 27 deputados do DEM, 6 disseram que apoiarão a reeleição de Bolsonaro, 14 não descartaram apoiá-lo e apenas dois disseram que não se aliarão ao presidente. Os dados foram levantados pelo jornal&nbsp;<em>O Estado de S. Paulo</em>. “O que o DEM tem dito é que não fechará nenhuma porta, nem mesmo a Bolsonaro. Se o presidente se moderar nos próximos dois anos, o DEM consegue se justificar e seguir com ele, caso contrário, pode tomar outro rumo”, avalia e cientista política Lara Mesquita, que é pesquisadora do Centro de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getulio Vargas.</p>



<p>No PSDB, Doria se sentiu forçado a marcar território. Tentou controlar diretamente a Executiva Nacional do partido, atualmente comandada pelo seu então aliado o ex-deputado Bruno Araújo. Mas os figurões da sigla reagiram e estenderam o mandato de Araújo para 2022. De pronto, Doria se enfraqueceu no processo, sinalizou que pode deixar a legenda e viu outro tucano despontar como potencial presidenciável:&nbsp;<a href="https://brasil.elpais.com/brasil/2020-03-30/eduardo-leite-governador-do-rs-ninguem-vai-pagar-para-ver-quando-se-paga-com-vidas.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Eduardo Leite</a>, o governador do Rio Grande do Sul que quer ser uma nova oposição a Bolsonaro. “O Doria é uma liderança de luz própria. Os velhos elefantes do partido não o veem com bons olhos. Ele é uma das pessoas mais pragmáticas da política brasileira. Tanto que se aliou a Bolsonaro para se eleger governador”, diz a cientista política Mariana Borges, pesquisadora em Oxford.</p>



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		<title>Com DEM em crise, Huck se aproxima do PSB: veja os cenários para 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ESTADÃO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 17:11:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Articulações para eventual candidatura à Presidência incluem fusões de legendas e a construção de proposta de um centro liberal e democrático; apresentador conversa com João Campos</p>
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<p>A vitória de <strong>Arthur Lira</strong> (Progressistas-AL) na <strong>Câmara dos Deputados</strong> reforçou a percepção no grupo mais próximo a <strong>Luciano Huck</strong> de que é necessário construir uma estrutura partidária consistente para viabilizar o projeto presidencial do apresentador e empresário. No cálculo para uma eventual candidatura ao Palácio do Planalto são levadas em conta fusões de legendas e um arranjo que sustente a proposta de um centro liberal e democrático, capaz de se contrapor à polarização entre bolsonaristas e petistas. Desde o ano passado, ao menos quatro partidos já sondaram Huck.</p>



<p>Com o <strong>DEM</strong> fragmentado e mais governista, uma opção que passou a ser avaliada com atenção extra por aliados do apresentador é o <strong>PSB</strong>. As conversas ocorrem desde o ano passado e têm sido estimuladas pelo prefeito do Recife, <strong>João Campos</strong> (PSB), e por sua namorada, a deputada federal <strong>Tabata Amaral</strong> (SP), que está rompida com seu partido, o <strong>PDT</strong>. Tabata tem relação próxima com Huck e foi a ponte entre ele e Campos. Os dois jovens políticos integram o <strong>RenovaBR</strong>, grupo de renovação e formação política que tem o apoio do apresentador.</p>



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