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	<title>Arquivos Depoimento - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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		<title>“UM LIVRO ME MOSTROU QUE ERA POSSÍVEL OCUPAR A CASA GRANDE”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[REVISTA PIAUÍ]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2021 19:16:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Empresária do grupo Racionais MCs, Eliane Dias relata o impacto em sua vida do primeiro livro de Carolina de Jesus</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A empresária Eliane Dias tinha 9 anos quando encontrou no lixo um exemplar do livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, da escritora Carolina Maria de Jesus. Moradora de favela e filha de mãe solteira, a menina perguntou quem poderia ajudá-la a entender as palavras. Disseram que quem entendia as palavras eram os advogados. Estudou, tornou-se advogada e ativista na luta pelos direitos das mulheres, contra o racismo e a homofobia.<em> </em></p>



<p>Publicado pela primeira vez em 1960, Quarto de despejo é baseado no diário de Carolina Maria de Jesus, uma catadora de papel que descreve o cotidiano triste e cruel da favela paulistana do Canindé nos anos 1950. O livro virou um best-seller traduzido para treze línguas, publicado em mais de quarenta países, e inspirou mulheres como a escritora franco-martinicana Françoise Ega, autora de <a href="https://piaui.folha.uol.com.br/materia/mas-senhora-e-negra/">Cartas a uma negra: Narrativa Antilhana</a>, que a editora Todavia lança em 9/03. Carolina de Jesus morreu em 1977 e foi homenageada na última quinta-feira (25/02) com o título de doutora honoris causa pela UFRJ. </p>



<p>Quarto de Despejo marcou gerações – entre elas, a de Eliane Dias. Empresária do grupo Racionais MCs, da carreira solo de seu marido, o rapper Mano Brown, e de outros artistas como Liniker, ela conta neste depoimento como o livro transformou sua vida:</p>



<p><em>Em depoimento a Lia Hama)</em></p>



<p>Se hoje sou uma advogada, empreendedora, ativista e mãe de dois filhos que entraram na universidade, tudo começou com Carolina de Jesus. Ela deu um norte à minha vida. Em meados de 1977, eu era uma menina prestes a completar 9 anos que morava num barraco de madeira numa favela (hoje comunidade) no Parque Santa Amélia, Zona Sul de São Paulo. Minha mãe trabalhava como empregada doméstica e dormia no trabalho. Era mãe solteira e pagava um casal, Seu Juca e Dona Maria, para tomar conta de mim e das minhas irmãs. Às vezes saíamos com Seu Juca e sua carroça em busca de comida para os porcos que ele criava. Um dia, caminhando pela rua, brincando e segurando na carroça, vi um livro com a capa rasgada jogado no lixo. Era <em>Quarto de Despejo</em>.</p>



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