A Organização Mundial do Comércio (OMC) cogita uma medida inédita: expulsar os Estados Unidos do bloco de países filiados. A proposta vem em meio à denúncia de 11 senadores democratas americanos, que enviaram uma dura carta à Casa Branca alertando para uma perseguição comercial imprópria contra o Brasil. Essa ofensiva escancara os efeitos das chantagens promovidas por Donald Trump — agora projetando o Brasil de Lula à liderança global, com uma diplomacia ativa e respeitada.
No Brasil, a extrema direita perde força, coesão e influência. A oposição bolsonarista, atolada em crises internas e escândalos, vive uma fissura causada pela obsessão do clã Bolsonaro em escapar da cadeia. Ao abandonarem até a pauta de costumes que os impulsionou em 2018, ficaram sem rumo e sem projeto de país, desorganizando a economia, a política e a credibilidade do Brasil no cenário internacional.
Luís Costa Pinto, editor da Plataforma Brasília, revela em sua análise como essa parceria entre Trump e Bolsonaro — dois líderes desqualificados e acidentais — resultou no enfraquecimento da democracia, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. A carta dos senadores democratas é um alerta global: acusa o presidente norte-americano de senilidade e de abrir espaço para a expansão chinesa na América Latina, ao atacar injustamente um aliado histórico como o Brasil.
A OMC, criada sob inspiração dos próprios EUA, agora reage à tentativa de Trump de destruir sua legitimidade. A ameaça de expulsão dos norte-americanos do comércio global marca o auge do isolamento de uma potência que já foi símbolo da democracia. Na análise publicada no canal de Luís Costa Pinto, fica claro: o mundo mudou — e os extremistas de ontem estão cada vez mais irrelevantes e expostos.
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