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Luís Costa Pinto analisa: operação no Rio reposiciona extrema direita e expõe “pena de morte” sem julgamento

Reprodução YouTube

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Operação no Rio e o impacto político de 2026

Durante sua participação no programa Desperta ICL, do canal ICL Notícias, o jornalista Luís Costa Pinto afirmou que ainda é cedo para medir o impacto eleitoral da recente operação policial no Rio de Janeiro. No entanto, destacou que o episódio serviu para tentar recompor a imagem do governador Cláudio Castro e reposicionar a extrema direita fluminense, que estava “sem bandeira e sem agenda” desde a derrota de Jair Bolsonaro em 2022.

“Decretou-se a pena de morte no Brasil”

Luís Costa Pinto classificou a ação policial como uma violação grave dos princípios constitucionais e dos direitos humanos, afirmando que “decretou-se a pena de morte no Brasil”. Segundo o jornalista, nenhum dos mortos estava incluído nas autorizações judiciais da operação. Ele ressaltou ainda o protagonismo político do secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, que tenta se projetar como novo nome da extrema direita no Rio de Janeiro.

A manipulação das pesquisas e o discurso da violência

O jornalista também analisou as pesquisas divulgadas após a operação, como as do AtlasIntel e do Datafolha. Para ele, os levantamentos iniciais ajudaram a criar um “campo semântico da violência”, fortalecendo a narrativa de sucesso da ação policial. Costa Pinto alertou para a necessidade de estudos qualitativos mais profundos que ouçam a população diretamente, a fim de compreender a real percepção sobre os episódios recentes.

O próximo capítulo da “minissérie trágica”

Segundo Costa Pinto, o governo federal prepara uma resposta baseada em inteligência e cooperação entre Receita Federal, Banco Central, Polícia Federal e Ministério Público, com foco em desmantelar a estrutura financeira do crime organizado. Ele comparou os acontecimentos a uma “minissérie trágica”, em que a primeira temporada foi vencida pelo governo do Rio, mas a segunda promete reviravoltas — com o governador Cláudio Castro agora diante do ministro Alexandre de Moraes para prestar contas da operação.

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