<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos GOVERNO - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
	<atom:link href="https://plataformabrasilia.com.br/governo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://plataformabrasilia.com.br/governo/</link>
	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
	<lastBuildDate>Wed, 22 Jan 2025 20:36:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-icone-32x32.png</url>
	<title>Arquivos GOVERNO - PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
	<link>https://plataformabrasilia.com.br/governo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Demora de Lula em mudar Governo é incompreensível e revela má estratégia para o jogo político</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/cronica/demora-de-lula-em-mudar-governo-e-incompreensivel-e-revela-ma-estrategia-para-o-jogo-politico/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/cronica/demora-de-lula-em-mudar-governo-e-incompreensivel-e-revela-ma-estrategia-para-o-jogo-politico/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[LUÍS COSTA PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 19:51:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crônica]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Crônica - Lcp]]></category>
		<category><![CDATA[manchete]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=3855</guid>

					<description><![CDATA[<p>Reflexões de dois velhos conhecidos do presidente da República na boca do fogo, à hora do jantar, dizem muito sobre ambiente político de Brasília Por Luís Costa Pinto O celular tocou às 20h12min da última segunda-feira. Preparava-me para refogar o arroz ao qual juntaria o alho-poró e o creme caseiro de castanhas para um risoto. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/cronica/demora-de-lula-em-mudar-governo-e-incompreensivel-e-revela-ma-estrategia-para-o-jogo-politico/">Demora de Lula em mudar Governo é incompreensível e revela má estratégia para o jogo político</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Reflexões de dois velhos conhecidos do presidente da República na boca do fogo, à hora do jantar, dizem muito sobre ambiente político de Brasília</em></p>



<p><strong><em>Por Luís Costa Pinto</em></strong></p>



<p>O celular tocou às 20h12min da última segunda-feira. Preparava-me para refogar o arroz ao qual juntaria o alho-poró e o creme caseiro de castanhas para um risoto. Havia encerrado o expediente no home office dez minutos antes. Meu escritório &#8211; minha sala de entrevistas, meu laboratório de ações, enfim &#8211; está em casa há mais de 20 anos, desde muito antes da pandemia de 2020. Como a minha mulher, invariavelmente, só retorna de suas aulas no estúdio de yoga depois das 21h30min, sempre tenho margem para meditar e refletir enquanto preparo o jantar; ou para cozinhar enquanto medito e reflito sobre o dia, a conjuntura e o mundo. Tanto faz a ordem das prioridades. Essa é a nossa dinâmica. “José Genoíno”, indicava a tela do aparelho. Tinha pensado em ligar para ele pouco antes, cedo da tarde, mas, não quis incomodar. Arrastei o círculo verde estilizado com uma seta, ícone dos Androids, para o centro da tela.</p>



<p>– Alô?</p>



<p>– Companheiro Lula, boa noite! Aqui é o camarada José Genoíno Neto ligando para dizer que sobrevivi à cirurgia, o processo foi mais rápido do que todos imaginávamos, estou bem e voltei para casa desde ontem. Às suas ordens.</p>



<p>A altivez e o tom galhofeiro da voz do ex-deputado mascaravam o timbre nitidamente cansado. O ex-guerrilheiro que se embrenhou nas matas pré-amazônicas das franjas do Araguaia no fim dos anos 1960, que foi Constituinte em 1987-88, ex-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, e agora é um irresignado professor aposentado, retirou um extenso tumor maligno do intestino na segunda semana de janeiro. Portador de um aneurisma de aorta não dissecado, sobrevivente de três malárias dos tempos da guerrilha contra a ditadura e portador de insuficiência cardíaca, foi submetido a cirurgia de alto grau de risco. Não eram à toa as preocupações de quem admira sua trajetória, gosta dele e preza por sua amizade.</p>



<p>– Salve, salve! Ia te ligar à tarde, mas, enrolei-me numa série de reuniões, pré-produções, gravações e entrevistas para um podcast e um livro nos quais estou trabalhando e não consegui.&nbsp;</p>



<p>– Ligo para dizer que estou vivo. E também estou assustado.</p>



<p>– Só o fato de você me ligar já é grandioso. Assustado estamos todos. Está ruim, não é, companheiro Genoíno?</p>



<p>Vinte e dois anos, uma geração, nos separam. Em 1968, quando nasci, Genoíno estava se embrenhando na selva amazônica às margens do Rio Araguaia. Militei no Movimento Estudantil já sob os ventos da transição democrática do período de José Sarney e sempre trilhando o caminho do meio. Tinha apoio da militância do PT nas disputas acadêmicas, porém nunca me filiei à legenda. Logo que cheguei a Brasília, em 1991, para atuar profissionalmente como jornalista, transferido da sucursal do Recife de uma revista que fez algum sucesso há 30, 35 anos, <em>Veja</em>, para a sucursal brasiliense, converti o ex-guerrilheiro em fonte das melhores. Ele já estava amansado pelos jogos da política institucional. Depois, o convívio nos tornou bons amigos &#8211; respeitosamente divergentes em alguns momentos, implacavelmente atuantes e convergentes em nome da notícia e da democracia quando necessário. </p>



<p>Genoíno não precisou falar nada para que eu compreendesse que estava assustado com os rumos do Governo no início da segunda metade do terceiro mandato do presidente Lula. No mesmo dia em que saía do hospital onde extirpou o tumor maligno do abdômen, um tresloucado Donald Trump era empossado pela segunda vez na presidência dos Estados Unidos &#8211; agora, encarnando a personagem de titã da extrema-direita global, e não mais no papel de falso outsider bizarro &#8211; e Lula reunia seu ministério na Granja do Torto, em Brasília, para fazer com atraso o planejamento da equipe até 2026.&nbsp;</p>



<p>Aos subordinados, o presidente da República fez estudado desabafo sobre as incertezas de seu futuro político, deslindou platitudes de comunicação e pela enésima vez apelou para o espírito de grupo e para a responsabilidade pública determinando aos auxiliares que não inventassem nada novo que fosse lançado provocando ruídos de comunicação e terremotos na avaliação da gestão.&nbsp;</p>



<p>Liderando uma equipe que patina na política, erra na comunicação e tem imensas dificuldades de fazer entregas objetivas à sociedade &#8211; apesar de ser um Governo extremamente bem-sucedido na economia, na restauração da mobilidade e inclusão social e no aconselhável retorno da institucionalidade aos processos administrativos de Estado &#8211; Lula sabe que não tem tempo a perder. Sabe, também, que seus auxiliares de 2023 para cá, assim como a linha de comando do Partido dos Trabalhadores, sempre estiveram aquém da História dele. Não representam o que havia de melhor no arco-íris de diversos matizes que se uniu durante os tempos de chumbo da ditadura e na Era Trágica do período 2016-2022 contra os golpes e ardis antidemocráticos e dos desafios oceânicos de resgatar as abissais injustiças sociais de um Brasil ainda muito desigual.&nbsp;</p>



<p>Mais solitário do que em tempos idos, pior assessorado do que nos dois mandatos anteriores, desprovido de mão-de-obra equipada de ousadia política e bravura existencial no Congresso para perfilar a seu lado e a favor de causas justas e urgentes, a colossal biografia de um Lula que é protagonista singular da História já parece insuficiente para liderar o País na batalhas excruciantes, diárias e impiedosas. Vencer essas batalhas é mister para o Brasil e os brasileiros se conservarem no lado certo da vida e caminhando em direção à luz e a horizontes mais promissores.&nbsp;</p>



<p>Relutar em fazer trocas ministeriais que estão a quarar sob o céu úmido do verão do cerrado brasiliense, contemporizar excessivamente com a obtusidade cafajeste de muitos dos partidos do “Centrão” abrigados embaixo das marquises de um Governo contra o qual sempre lutaram, é erro político de um Lula que não agiria assim caso tivesse à disposição biografias como a de Genoíno. Meu interlocutor que interrompeu momentaneamente o preparo do jantar sabe disso. Perdoar risonhamente as estratégicas e táticas errôneas e titubeantes da esquerda e do PT, reunidos como base governista no Congresso, é uma bonomia à qual o presidente não pode se permitir. Afinal, “2026 já começou”, como ele mesmo disse aos ministros na reunião de segunda-feira passada. De cá, advirto: começou, sim, e o bate-cabeças da equipe ministerial e a abulia da comunicação palaciana dos dois primeiros anos de “Lula 3” podem ter comprometido perigosamente (talvez fatalmente) o sucesso dessa corrida.</p>



<p>– Liguei só para isso, companheiro. Para dizer que estou vivo, resisti e ainda estou aqui.</p>



<p>Eu e Genoíno não falamos do desempenho do Governo, da candidatura Lula em 2026, dos riscos que o segundo mandato do Donald Trump trazem para o mundo e nem do desempenho sofrível do PT e das esquerdas nesse terceiro mandato. Mas, como sói acontecer aos bons amigos, estava tudo ali no silêncio cúmplice que fizemos no meio de nosso diálogo, enquanto eu conferia o ponto exato da cebola a refogar antes da entrada do alho na panela.</p>



<p>– Genoíno, irei a São Paulo na próxima semana. Estou bem atolado de compromissos. Contudo, forçando uma brecha na agenda, vou até sua casa dar-lhe um abraço pessoalmente. Adorei esse telefonema e tê-lo pessoalmente do outro lado.</p>



<p>– Venha. Há muito o que conversar.</p>



<p>Ao desligar, nessa última frase, percebi que havia uma carga de emoção tamanha que presumi estar ele às lágrimas. Desliguei emocionado &#8211; com Genoíno, com o País, conosco, com o que em por aí. É possível que tenha segurado o choro. Fui picar o alho-poró e bater o creme de castanhas.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/cronica/demora-de-lula-em-mudar-governo-e-incompreensivel-e-revela-ma-estrategia-para-o-jogo-politico/">Demora de Lula em mudar Governo é incompreensível e revela má estratégia para o jogo político</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/cronica/demora-de-lula-em-mudar-governo-e-incompreensivel-e-revela-ma-estrategia-para-o-jogo-politico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>2</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comédia de erros sem graça alguma, episódio das mentiras sobre “IR do pix” fará novas vítimas no Governo</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/comedia-de-erros-sem-graca-alguma-episodio-das-mentiras-sobre-ir-do-pix-fara-novas-vitimas-no-governo/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/comedia-de-erros-sem-graca-alguma-episodio-das-mentiras-sobre-ir-do-pix-fara-novas-vitimas-no-governo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[LUÍS COSTA PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 15:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - Luís Costa Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[manchete]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=3827</guid>

					<description><![CDATA[<p>A curetagem das feridas que sangram no intestino da Comunicação palaciana e da Esplanada ainda está em curso. Os sistemas antivírus estão em atualização no Planalto Por Luís Costa Pinto Na última segunda-feira, quando a popularidade do presidente Lula e a credibilidade do Governo Federal para impor rumos corretos à gestão pública sangravam nas redes [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/artigo/comedia-de-erros-sem-graca-alguma-episodio-das-mentiras-sobre-ir-do-pix-fara-novas-vitimas-no-governo/">Comédia de erros sem graça alguma, episódio das mentiras sobre “IR do pix” fará novas vítimas no Governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>A curetagem das feridas que sangram no intestino da Comunicação palaciana e da Esplanada ainda está em curso. Os sistemas antivírus estão em atualização no Planalto</em></p>



<p><strong><em>Por Luís Costa Pinto</em></strong></p>



<p>Na última segunda-feira, quando a popularidade do presidente Lula e a credibilidade do Governo Federal para impor rumos corretos à gestão pública sangravam nas redes sociais e expunham vários flancos sensíveis e os desacertos da Comunicação Pública do Palácio do Planalto, a empresa de pesquisa Nexus divulgava dados de um levantamento dando conta que “Juliette é a campeã do BBB com mais seguidores no Instagram”.</p>



<p>Subsidiária do complexo FSB, contratada pela Secom da Presidência da República para administrar o barômetro destinado a medir a eficácia da publicidade estatal e a capilaridade das mensagens emanadas a partir de peças que disseminam políticas de Estado, a Nexus (ex-IPRI, ex-FSB Pesquisa) passou batido pela disseminação no Instagram e no Whatsapp (duas empresas da “neotrumpista” Meta!) do vídeo em que o amolecado deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) faz perorações falsas e eficazes ao inocular o vírus da suspeita de “taxação do pix” e “sobrefiscalização da Receita” contra as classes C, D e E a partir da implementação das novas determinações estratégicas do Ministério da Fazenda para transações financeiras. A empresa de análise de dados Bites já havia captado o “case Nikolas” nas redes. Quem observa o panorama de informações também.</p>



<p>Naquele mesmo dia, véspera da troca de comando na Secom/PR, os responsáveis pela administração da conta da FSB, que também cuida da gestão da comunicação institucional do Palácio do Planalto, num contrato que chega a R$ 84 milhões anuais com aditivos, estavam definindo quem iria e quem não iria à cerimônia de transmissão de cargo entre Paulo Pimenta e Sidônio Palmeira. O discurso de despedida de Pimenta, responsável por estabelecer uma relação excessivamente fluida com determinados fornecedores do sistema de comunicação palaciano, recebeu um tratamento especial nas oficinas de texto da empresa. Mas, mergulho profundo nos problemas que já ali atormentavam o cliente, nada. O resultado é o que se está a ver.</p>



<p>Subindo a pirambeira da Esplanada no curto trecho do Eixo Monumental entre o Planalto e os ministérios, especificamente no Ministério da Fazenda, o bate-cabeças era ainda maior. Numa ação desesperada de contenção de danos à má estratégia de divulgação de uma medida de gestão corriqueira, necessária e republicana, o secretário da Receita Federal Robinson Barreirinhas armava-se de verdades cartesianas para ir a campo aberto nos ringues da mídia tradicional e enfrentar o eco que se espalhava com a velocidade e a eficácia de um boato de ‘Tapacurá Estourou!’ (Recife, 1975) entre a classe média, profissionais liberais, trabalhadores de aplicativo e as camadas mais espoliadas (e trabalhadoras) da sociedade brasileira. O preparo técnico de Barreirinhas para defender a medida correta do Governo nunca foi páreo para o poder comunicativo da irresponsabilidade atroz e até criminosa de Nikolas Ferreira, do senador Flávio Bolsonaro, do deputado Gustavo Gayer e de outros que se juntaram a eles no espalhamento das mentiras sobre algo que nunca esteve em cogitação: a “taxação do pix”.</p>



<p>O oportunismo da ação política de parte do PT, curtido nas intermináveis assembleias sindicais e estudantis, começou então a procurar outros culpados pela derrota caótica que já então se desenhava. Nunzio Briguglio, assessor especial do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, desde os tempos do Ministério da Educação e da Prefeitura de São Paulo, entrou na alça de mira dos petistas. Alas mais à esquerda do PT e Briguglio nunca se deram bem. O próprio presidente Lula vê com reservas a confiança que Haddad deposita no auxiliar e por duas vezes questionou o auxiliar se não era hora de “reciclar” seu pessoal. Agora, Nunzio está sob novo ataque dentro do Governo – Robinson Barreirinhas também.</p>



<p>Recuar na adoção das medidas de ampliação do espectro e fiscalização da Receita Federal sobre as transações financeiras, açambarcando o pix e os pagamentos de faturas de cartões de crédito em dinheiro vivo, foi a dolorosa e humilhante decisão do presidente Lula. Era o melhor caminho, fundamental para estancar a sangria de popularidade e de credibilidade. O preço do recuo, porém, virá nas faturas das próximas pesquisas de avaliação de Governo – a menos que a Nexus, a empresa de pesquisa que faz os levantamentos para a Secom, siga na sua cegueira deliberada ante a vida real que está posta aos seus olhos, captando apenas aquilo que lhes convém captar a fim de empoderar os discursos dos próprios contratantes.</p>



<p>O episódio da derrota do Governo Federal para o exército mercenário dos obscuros e mentirosos parlamentares da oposição (Nikolas, Flávio Bolsonaro, Gayer etc) tem de servir para uma curetagem completa das feridas que sangram no intestino da Comunicação palaciana e da Esplanada. Nesse processo, ainda há vítimas a surgirem dentro das equipes governamentais. Os sistemas antivírus estão em atualização no Planalto e na Esplanada.</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/artigo/comedia-de-erros-sem-graca-alguma-episodio-das-mentiras-sobre-ir-do-pix-fara-novas-vitimas-no-governo/">Comédia de erros sem graça alguma, episódio das mentiras sobre “IR do pix” fará novas vítimas no Governo</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/comedia-de-erros-sem-graca-alguma-episodio-das-mentiras-sobre-ir-do-pix-fara-novas-vitimas-no-governo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sidônio assume Secom sem margem para errar. Burocracia do cargo pode engessá-lo</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/sidonio-assume-secom-sem-margem-para-errar-burocracia-do-cargo-pode-engessa-lo/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/sidonio-assume-secom-sem-margem-para-errar-burocracia-do-cargo-pode-engessa-lo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[LUÍS COSTA PINTO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 14:47:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[GOVERNO]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - Luís Costa Pinto]]></category>
		<category><![CDATA[manchete]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=3822</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tirar Pimenta era mandatório. Mudar radicalmente a Comunicação de Governo, idem. Só não sei se engessar Sidônio no Palácio era a melhor saída; tenho certeza que deixá-lo reproduzir na máquina pública a estrutura de comando e criação de sua agência de publicidade e marketing político se revelará um erro. Há que se temer a repercussão desse erro em 2026.</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/artigo/sidonio-assume-secom-sem-margem-para-errar-burocracia-do-cargo-pode-engessa-lo/">Sidônio assume Secom sem margem para errar. Burocracia do cargo pode engessá-lo</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Saída de Pimenta veio tarde e era imperativo. Novo ministro terá de conciliar gênio criativo e estratégico com administração. Sócios da vida privada no Palácio é erro crasso</em><br><strong><em>Por Luís Costa Pinto</em></strong></p>



<p>Tirar o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) da Secretaria de Comunicação da Presidência da República foi uma decisão certa e tardia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na virada de chave entre a primeira e a derradeira metades desse seu 3º mandato no Palácio do Planalto.</p>



<p>Trazer o publicitário Sidônio Palmeira da Bahia para Brasília e deixá-lo mais próximo das linhas de produção da Comunicação de Governo e das agências de publicidade que atendem à conta institucional palaciana também foi medida necessária, crucial para eventual sucesso eleitoral em 2026 e que demorou a ser empreendida.</p>



<p>Colocar o marqueteiro presidencial de 2022 na cadeira de ministro-chefe da Secom, porém, talvez não venha a se revelar o melhor caminho para atingir o fim pretendido. Ele é homem de criação e de estratégia. A Secretaria de Comunicação é órgão gestor e agudamente burocratizado – como toda a máquina pública, como sói acontecer a braços do Estado que mexem com a administração pública. A burocracia tira foco, energia, paciência e tolhe a ousadia de quem não tem tempo de compreendê-la e domá-la sem infringir normais, regras e leis. Há sempre uma CGU e um TCU à espreita e, em palácios, é sempre bom temer as instituições reguladoras (coisa que Pimenta tentou driblar por todo o tempo, afoitamente crendo-se mais inteligente que os demais).</p>



<p>Sidônio não se aproximou mais do Palácio do Planalto a partir, já, da posse de Lula, há dois anos, porque dois fornecedores da Secretaria de Comunicação afastaram-no de todos os caminhos que levavam ao exercício da influência sobre as estratégias publicitárias do Governo. Essas duas empresas, Agência Nacional e FSB Comunicação, vencedoras de licitações promovidas ainda sob o mandato trágico de Jair Bolsonaro e coordenadas pelo então ministro das Comunicações Fábio Faria, converteram-se rapidamente em líderes dos contratos publicitários e de assessoria palacianos. Paulo Pimenta entregou-se a elas risonha e francamente, permitindo que um consórcio criativo entre ambas influenciasse todos os demais fornecedores da área de comunicação pública. Foi a gênese do desastre.</p>



<p>A partir do último trimestre do ano passado, quando ficou claro que a manutenção do deputado gaúcho à frente da Secom era insustentável, idealizaram-se campanhas de última hora para alavancar a propaganda de Governo e queimar o que havia de verba de veiculação. Mas, a gestão “Lula 3” carecia – como segue carecendo – de uma marca, de uma idéia-força, de uma linha que agregue para a maioria dos brasileiros um prisma de visão do País a partir das boas entregas que o 3º mandato do presidente ex-sindicalista vem tendo.</p>



<p>Empresário do ramo publicitário e também do setor imobiliário na Bahia, engenheiro de formação, profissional hábil na leitura de relatórios de pesquisa (quando eles são bem feitos, porque bem encomendados, algo difícil de encontrar no espólio da Secom que herda de Paulo Pimenta), Sidônio Palmeira precisa sentar na cadeira de ministro já voando para pôr a mão na massa de ações estratégicas de campanha. Não poderá perder tempo com a burocracia. Ele sabe disso. E porque sabe disso, arrisco aqui uma opinião dura para que não me chamem de engenheiro de obra feita lá na frente: errará feio se levar seus parceiros de vida privada (bem-sucedida) no marketing político para dentro da estrutura operacional da Secom.</p>



<p>Como tem pouco tempo para mostrar resultados cabais de sua excelência comunicativa, será erro fatal se Sidônio deixar-se enrolar nos novelos e nas quizílias da gestão pública. O Leviatã não espera pelo aprendizado dos dribles às armadilhas espalhadas por Brasília, pela Esplanada, pelos porões tecnocráticos. Além disso, o novo ministro da Secom precisará revelar traquejo político para receber a todos os parlamentares e colegas de equipe, ouvir pedidos, dizer “não” sorrindo e tendo terceirizado a missão árdua, construindo pontes com a mídia, fazendo amigos e influenciando cabeças entre jornalistas.</p>



<p>Tirar Pimenta era mandatório. Mudar radicalmente a Comunicação de Governo, idem. Só não sei se engessar Sidônio no Palácio era a melhor saída; tenho certeza que deixá-lo reproduzir na máquina pública a estrutura de comando e criação de sua agência de publicidade e marketing político se revelará um erro. Há que se temer a repercussão desse erro em 2026.</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/artigo/sidonio-assume-secom-sem-margem-para-errar-burocracia-do-cargo-pode-engessa-lo/">Sidônio assume Secom sem margem para errar. Burocracia do cargo pode engessá-lo</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/artigo/sidonio-assume-secom-sem-margem-para-errar-burocracia-do-cargo-pode-engessa-lo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
