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	<title>VALOR ECONÔMICO, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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	<title>VALOR ECONÔMICO, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>Grande empresariado rejeita percepção de que Bolsonaro tem seu apoio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VALOR ECONÔMICO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 15:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia e caos brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os CEOs críticos ao bolsonarismo estão recolhidos em suas casas porque temem aquilo que o presidente despreza, a agressividade da covid-19</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Maria Cristina Fernandes &#8211; do <a href="https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/04/08/grande-empresariado-rejeita-percepcao-de-que-bolsonaro-tem-seu-apoio.ghtml">Valor Econômico</a></em></strong></p>



<p>Grupos de WhatsApp de grandes empresários e investidores amanheceram indignados nesta quinta-feira com a percepção vigente sobre o jantar promovido na noite de ontem por Washington Cinel, dono da empresa de segurança Gocil, ao presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p>A avaliação é de que o Palácio do Planalto quis passar a percepção – e foi bem sucedido – de que Bolsonaro tem apoio na elite econômica do país quando, na verdade, juntou um punhado de empresários e banqueiros que responde a um dos critérios ou a ambos: são do núcleo duro do bolsonarismo e estão sempre a assediar o presidente de plantão.</p>



<p>A posição do grande empresariado e da grande finança estaria bem mais refletida, na visão deste interlocutor, em iniciativas como a Coalizão Brasil, a Concertação pela Amazônia ou mesmo o apoio ao manifesto dos economistas por saídas para a pandemia, que reúne CEOs de grupos como Itaú, Klabin, Gerdau, Amaggi, Natura, Ambev, Gávea, Marfrig e Amaggi.</p>



<p>A tentativa do presidente da República de ressuscitar o antipetismo para fisgar de volta o apoio empresarial perdido, diz este interlocutor, tampouco surtirá efeito. Entre aqueles que, de fato, ditam os rumos da economia nacional, este discurso não adiciona um único voto no presidente da República em 2022. Uma parte deles reconhece que se o PT estivesse no poder o país não teria afundado tanto e a grande maioria recebe esse discurso do presidente da República como um estímulo redobrado para a busca por uma terceira via.</p>



<p>A presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, tampouco os sensibilizou. A tentativa de Bolsonaro de mostrar que seu ministro da Economia está prestigiado não surte mais efeito. Guedes atualmente é visto como ministro de um país imaginário onde todos gostariam de viver mas que, infelizmente, ninguém acredita que exista.</p>



<p>Apesar do incômodo gerado pelo jantar, cuja divulgação teve o empenho pessoal de ministros palacianos, de que há uma divisão na elite econômica, não haverá mobilizações adicionais para mostrar o azedume com este governo. E o principal motivo é a pandemia. Os CEOs críticos ao bolsonarismo estão recolhidos em suas casas porque temem aquilo que o presidente despreza, a agressividade da covid-19. Cresce, porém, neste grupo, a percepção de que Bolsonaro, no limite, chegará a 2022.</p>



<p>Há empresários deste meio que se aproximaram do vice-presidente Hamilton Mourão por conta de sua atuação no Conselho Nacional da Amazônia mas não há qualquer mobilização real para apear o presidente da República do poder por conta da percepção de que o Congresso quer mantê-lo no cargo.</p>



<p>O artigo do vice-presidente publicado na última terça-feira no &#8220;Estadão&#8221; foi lido como uma manifestação clara de que Mourão não endossou o comportamento de Bolsonaro na recente crise militar e que subscreve a atuação estritamente constitucional das Forças Armadas em defesa das instituições nacionais.</p>



<p></p>
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		<title>Saúde prevê até 3 mil mortes diárias em março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VALOR ECONÔMICO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 11:04:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia e caos brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cúpula da pasta vê “tempestade perfeita”, com novas variantes, colapso hospitalar e falta de vacinas</p>
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<p>A cúpula do Ministério da Saúde espera que o Brasil atravesse nas próximas duas semanas o pior momento da pandemia. O Valor apurou que, no entorno do ministro Eduardo Pazuello, a expectativa é que haja uma explosão de casos e mortes no período, com os óbitos ultrapassando a barreira dos 3.000 por dia.</p>



<p>O diagnóstico decorre de uma tempestade perfeita: o alastramento do vírus em todo o país, impulsionado pelas aglomerações no fim do ano e no Carnaval; a dificuldade da população de manter-se em isolamento social; a circulação no país de novas variantes mais contagiosas e com grande carga viral; a iminência de um colapso do sistema hospitalar em diversos Estados ao mesmo tempo; e a falta de vacinas disponíveis para imunizar os brasileiros.</p>



<p>As atenções da pasta estão voltadas sobretudo para a região Sul. No Rio Grande do Sul, por exemplo, a ocupação de leitos de UTI tem estado próximo ou acima de 100% durante toda a semana. Na região Norte, embora o número de casos seja menor, há preocupações quanto à pouca disponibilidade de leitos. Os alertas também já dispararam quanto à situação de Estados como Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.</p>



<p>Na visão da equipe de Pazuello, São Paulo tem conseguido até o momento evitar o pior por possuir a maior rede hospitalar do Brasil. Principal porta de entrada do país, o Estado mais populoso da federação registrou 60 mil das cerca de 260 mil mortes pelo coronavírus em solo brasileiro. Para a equipe de Pazuello, se um colapso hospitalar ocorrer ali, os números dessa “tragédia anunciada” podem subir exponencialmente.</p>



<p>Leia aqui a íntegra do texto publicado no Valor e republicado pelo G1: <a href="https://valor.globo.com/brasil/noticia/2021/03/05/saude-preve-ate-3-mil-mortes-diarias-em-marco.ghtml?origem=G1&amp;utm_source=g1.globo.com&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=materia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://valor.globo.com/brasil/noticia/2021/03/05/saude-preve-ate-3-mil-mortes-diarias-em-marco.ghtml?origem=G1&amp;utm_source=g1.globo.com&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=materia</a></p>
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		<title>Bolsonaro aparece com aprovação abaixo de 30% e tem evangélicos como principal base. Conheça a pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VALOR ECONÔMICO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 10:39:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>RIO &#8211; No pior momento da pandemia e ainda sem a retomada do pagamento do auxílio emergencial, a aprovação do presidente Jair Bolsonaro aparece abaixo do patamar de 30% da população, segundo pesquisa do IPEC (Inteligência, Pesquisa e Consultoria). O levantamento, realizado entre 18 e 23 de fevereiro, aponta que 28% dos entrevistados consideram a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>RIO &#8211; No pior momento da pandemia e ainda sem a retomada do pagamento do auxílio emergencial, a aprovação do presidente Jair Bolsonaro aparece abaixo do patamar de 30% da população, segundo pesquisa do IPEC (Inteligência, Pesquisa e Consultoria). O levantamento, realizado entre 18 e 23 de fevereiro, aponta que 28% dos entrevistados consideram a gestão Bolsonaro ótima ou boa, enquanto 39% avaliam como ruim ou péssima. Segundo os dados do IPEC, o eleitorado evangélico é a principal base de apoio a Bolsonaro, que tem avaliação positiva de 38% neste segmento. A margem de erro é de dois pontos.</p>



<p><strong>Leia:</strong><a href="https://oglobo.globo.com/brasil/bia-kicis-vence-resistencias-deve-ser-confirmada-na-ccj-da-camara-24908018">Bia Kicis vence resistências e deve ser confirmada na CCJ da Câmara</a></p>



<p>Em levantamentos de institutos como Datafolha e Ibope em 2020, o nível de aprovação geral do governo Bolsonaro quase sempre ultrapassava um terço da população. Em dezembro, apesar do aumento de mortes em decorrência da Covid-19 após as eleições municipais, o presidente manteve 37% de aprovação. Já no fim de janeiro, primeiro mês após o fim do pagamento das parcelas de R$ 300 do auxílio emergencial, o Datafolha apontou queda nas avaliações positivas, com 31% considerando o governo ótimo ou bom, e rejeição na casa de 40%. A retomada do auxílio, agora em quatro parcelas de R$ 250 cada, faz parte da PEC Emergencial no Senado.</p>



<p>O IPEC, instituto formado por executivos que deixaram o Ibope após o encerramento das atividades com pesquisas de opinião pública, aponta ainda neste levantamento que, para 87% dos brasileiros, há alguma expectativa de pagamento do auxílio emergencial “até a situação econômica voltar ao normal” — o que pressupõe um prazo maior do que os quatro meses do planejamento do governo federal. Segundo a pesquisa, 72% concordam totalmente com esta visão; 15% concordam em parte.https://flo.uri.sh/visualisation/5453607/embed?auto=1<a href="https://public.flourish.studio/visualisation/5453607/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation/5453607">A Flourish chart</a><br>&nbsp;https://flo.uri.sh/visualisation/5453499/embed?auto=1<a href="https://public.flourish.studio/visualisation/5453499/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation/5453499">A Flourish chart</a></p>



<h2 class="wp-block-heading">91% do nordeste</h2>



<p>O maior clamor por uma disponibilização prolongada do auxílio vem do Nordeste, onde 91% concordam total ou parcialmente que o benefício deve ser pago até que o cenário econômico esteja em normalidade. As regiões Norte/Centro-Oeste e Sudeste aparecem com 87% de concordância parcial ou total neste item, enquanto o Sul tem 80%.</p>



<p>No recorte por renda, 93% dos que têm renda mensal de até um salário mínimo — parcela da população à qual o benefício é majoritariamente destinado — concordam, ao menos de forma parcial, que o auxílio deve durar até uma normalidade econômica. Ontem, a divulgação do PIB de 2020 pelo IBGE apontou que o país não se recuperou do impacto da pandemia da Covid-19, fechando o ano com um rombo de 4,1%. Na última semana, Bolsonaro afirmou que o benefício “custa caro” e representa “um endividamento enorme”, ao justificar que a União não poderia pagar o auxílio indefinidamente.</p>



<p>Para a cientista política Luciana Veiga, professora da Unirio, o cenário atual de baixa aprovação, na medida em que traz preocupações para Bolsonaro em seu projeto de reeleição em 2022, pode estimular o presidente a tentar um prolongamento do benefício, contrariando suas próprias declarações e as projeções da área econômica, comandada pelo ministro Paulo Guedes. A especialista observa que, segundo a pesquisa do IPEC, nos estratos de menor remuneração e no Nordeste a avaliação do governo como regular fica acima da média nacional.</p>



<p>— O que Bolsonaro faz com o auxílio não é conquistar eleitores que não gostam dele, mas sim trazer o que está nesse bloco do regular. É um eleitor muito prático, menos apegado a questões ideológicas, e que pode oscilar a depender do impacto do governo federal em sua vida. É aí que entra o auxílio. Por outro lado, este eleitor também é mais pressionado pelo cenário da Saúde, já que depende da rede pública — avaliou Veiga. <a href="https://flo.uri.sh/visualisation/5453637/embed?auto=1A Flourish chart" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://flo.uri.sh/visualisation/5453637/embed?auto=1A Flourish chart</a><br>https://flo.uri.sh/visualisation/5453580/embed?auto=1<a href="https://public.flourish.studio/visualisation/5453580/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation/5453580">A Flourish chart</a></p>



<p>A CEO do IPEC, Márcia Cavalari, afirma que a análise dos resultados deve levar em consideração o contexto à época da realização das pesquisas. O levantamento do IPEC, que ouviu 2.002 pessoas presencialmente em 143 municípios, ocorreu nos dias que se seguiram à primeira ameaça de Bolsonaro de trocar o comando da Petrobras por insatisfação com aumentos nos preços de combustíveis, o que gerou reação negativa do mercado, com forte queda no valor das ações da empresa. O anúncio da demissão de Roberto Castelo Branco da presidência da petroleira ocorreu no dia 19, durante a realização da pesquisa.</p>



<p>— Esta é uma das possíveis hipóteses para que a rejeição ao governo seja mais alta entre os eleitores com maior remuneração do que entre os mais pobres. Para o segmento de menor renda, a troca pode não ter soado tão ruim, por conta do discurso de baratear o combustível — afirmou Márcia.</p>



<p><strong>Veja também:&nbsp;</strong><a href="https://oglobo.globo.com/brasil/capitais-registram-panelacos-em-protesto-contra-bolsonaro-apos-novo-recorde-de-mortes-por-covid-24908522">Capitais registram panelaços em protesto contra Bolsonaro após novo recorde de mortes por covid</a></p>



<p>Entre os eleitores que declaram renda mensal superior a cinco salários mínimos, 47% disseram considerar o governo ruim ou péssimo, enquanto 24% consideram ótimo ou bom. Entre os mais pobres, com renda de até um salário mínimo, o nível de aprovação é semelhante (26%), mas o percentual dos que rejeitam o governo é bem menor: 38%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acenos conservadores</h2>



<p>A parcela evangélica do eleitorado apresenta, na pesquisa do IPEC, um desenho inverso em relação à avaliação geral do governo. Neste segmento, é o percentual de avaliações como ótimo ou bom que se aproxima da faixa de 40% dos entrevistados — e não a rejeição, como ocorre no recorte mais amplo da pesquisa. Entre os evangélicos, 27% consideram o governo ruim ou péssimo. É a menor taxa de rejeição registrada em todo o levantamento.</p>



<p>Para a cientista política Luciana Veiga, a situação se explica pelo fato de Bolsonaro se manter “sem inconsistências” na defesa da chamada pauta de costumes ao longo do mandato — o que difere, segundo a especialista, do comportamento oscilante em outras bandeiras, como a agenda econômica liberal e a pauta anticorrupção. Nos dois primeiros anos de governo, Bolsonaro procurou fazer acenos recorrentes a lideranças evangélicas que atuam em igrejas espalhadas pelo país, e que já o haviam apoiado durante as eleições de 2018. O presidente tem prometido que indicará um evangélico para a próxima vaga que se abrirá no Supremo Tribunal Federal (STF), em julho, com a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello.</p>
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		<title>“Um amigo de 20 anos entregou na bandeja nossa cabeça ao Palácio”, afirma Maia</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2021 16:16:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DEM]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Maia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-presidente da Câmara critica duramente ACM Neto e Caiado e diz que vai para partido de oposição</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A vida do deputado Rodrigo Maia (RJ) passa por profundas mudanças. O fim de seu mandato na presidência da Câmara não o fez trocar apenas de lar, a ampla residência oficial por um apartamento funcional como o de outros parlamentares, mas também de partido. A disputa pelo comando da Casa provocou um racha no DEM, sigla da qual ele promete sair para fazer oposição ao presidente Jair Bolsonaro.</p>



<p>Em sua primeira entrevista exclusiva desde que deixou o cargo, Maia não poupou críticas ao presidente do DEM, Antonio Carlos Magalhães Neto. Disse ter demorado a perceber que fora traído por um amigo de 20 anos, que levou o partido à neutralidade, em vez de fechar apoio a Baleia Rossi (MDB-SP), o que favoreceu o candidato governista e vencedor da disputa, Arthur Lira (PP-AL). “Mesmo a gente tendo feito o movimento que interessava ao candidato dele no Senado, ele entregou a nossa cabeça numa bandeja para o Palácio do Planalto”, desabafou ao Valor.</p>



<p>Para Maia, o movimento conduzido pelo presidente do DEM, de aproximar o partido ao governo Bolsonaro, faz com que a legenda retome sua origem de direita ou extrema-direita e afastará o apresentador Luciano Huck.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Foi um processo muito feio do Neto e do Caiado. Ficar contra é legítimo, falar uma coisa e fazer outra não. Falta caráter, né”</p><cite>Rodrigo Maia</cite></blockquote>



<p>Continue lendo em <a href="https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/02/08/dem-voltou-para-a-extrema-direita-dos-anos-1980.ghtml?origem=G1&amp;utm_source=g1.globo.com&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=materia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://valor.globo.com/politica/noticia/2021/02/08/dem-voltou-para-a-extrema-direita-dos-anos-1980.ghtml?origem=G1&amp;utm_source=g1.globo.com&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=materia</a></p>
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