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	<title>PODER 360, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
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	<title>PODER 360, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
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		<title>Crise de energia impacta preços de alimentos e inflação, diz Campos Neto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 18:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia e caos brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente do BC participou de live do BIS. Conta de energia ficará bem mais cara já em junho</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em><a href="https://www.poder360.com.br/economia/crise-de-energia-impacta-precos-de-alimentos-e-inflacao-diz-campos-neto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Do Poder360</a></em></strong></p>



<p>O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, disse que a crise de energia no Brasil impacta a inflação no país. O comentário foi feito em&nbsp;<em>live</em>&nbsp;do&nbsp;<a href="https://www.bis.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BIS</a>&nbsp;(Banco de Compensações Internacionais, na sigla em inglês),</p>



<p>De acordo com ele, o BC avalia como atuar na política monetária, de definição da taxa básica, a Selic, com base na situação das chuvas do país.&nbsp;<em>Estamos falando sobre crise de energia no Brasil de novo porque não está chovendo o suficiente”, afirmou. “Isso tem efeito em inflação, nos preços dos alimentos, em tudo o que fazemos“, completou.</em></p>



<p>Segundo o&nbsp;<a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBGE</a>&nbsp;(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o custo da energia no país chegou a 7,27% no acumulado de 12 meses até maio, considerando a prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15). A tendência é acelerar nos próximos meses com o encarecimento da conta de luz.</p>



<p><a href="https://graficos.poder360.com.br/IB1Q1/1/">https://graficos.poder360.com.br/IB1Q1/1/</a></p>



<p>A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/economia/conta-de-luz-fica-mais-cara-em-junho-com-bandeira-vermelha-2-decide-aneel/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">decidiu</a>&nbsp;aumentar o custo da conta de luz em junho para diminuir o consumo. Optou por adotar a bandeira vermelha 2 –a mais cara–como referência nas contas de energia elétrica de junho. Isso significa que, para cada 100 quilowatts-hora consumidos, é acrescido o valor de R$ 6,24 na conta de energia elétrica. O anúncio foi feito nesta 6ª feira (28.mai.2021).</p>



<p>O risco de faltar eletricidade voltou a preocupar o Brasil depois que o governo federal emitiu&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/governo/governo-emite-alerta-de-emergencia-hidrica-para-5-estados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">alerta de emergência hídrica</a>. O ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia)&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/brasil/nao-ha-risco-de-racionamento-de-energia-diz-ministro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">descartou</a>&nbsp;a possibilidade de racionamento. Ele pede, no entanto, um uso “<em>racional</em>” por parte dos consumidores.</p>
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		<title>Maior regressão econômica e social da história republicana tem de parar</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/maior-regressao-economica-e-social-da-historia-republicana-tem-de-parar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2021 12:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - José Paulo Kupfer]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Renda per capita afunda</p>
<p>Pobreza e fome aumentam</p>
<p>Desigualdade volta a crescer</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/maior-regressao-economica-e-social-da-historia-republicana-tem-de-parar/">Maior regressão econômica e social da história republicana tem de parar</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>José Paulo Kupfer &#8211; <a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/economia/maior-regressao-economica-e-social-da-historia-republicana-tem-de-parar-escreve-jose-paulo-kupfer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Poder360</a></em></strong></p>



<p>É difícil que o Brasil tenha vivido período de maior regressão social e econômica do que os últimos 7 anos, pelo menos em toda a sua história republicana. Mesmo considerando as travas da República Velha, e os quase 30 anos, num total de 130 anos, nos quais o país esteve sob o domínio de ditaduras escancaradas, não se tem notícia de nada parecido antes dos tempos atuais.</p>



<p>Parte desse retrocesso, sem dúvida, foi acentuado pelos choques, abruptos e devastadores, da pandemia de covid-19, que pegou o governo Bolsonaro em seu 2º ano de mandato. Mas é importante não esquecer que a pandemia tão somente potencializou problemas e dificuldades anteriores ao coronavírus. Se cabe a ela alguma culpa é a de acelerar a marcha a ré que já vinha engatada.</p>



<p>Com idas e vindas, aos trancos e barrancos, o país avançou, urbanizou-se, diversificou a indústria do começo do século 20 até meados da 2ª década do século 21. Até os anos 80 do século passado, cresceu a uma média anual de 7,5% –uma das maiores, se não a maior do planeta, no período–, embora esse crescimento tenha resultado em imensas desigualdades e concentração de renda. Apesar de mais fechado do que desejável na economia, o país também se inseriu em harmonia no conjunto das nações, valendo-se de um poderoso&nbsp;<em>“soft power”</em>, tendo a cultura e sua música como carro-chefe.</p>



<p>Ainda que com recorrentes crises –de dívida externa, de desequilíbrios fiscais, de surtos hiperinflacionários–, o país andou para a frente. Alguma coisa, porém, desandou mais forte a partir da 2ª metade da 1ª década deste século. A economia afundou e não mais se recuperou. A população, antes tida como cordial, alegre e festeira, dividiu-se numa polarização ampla, radical e raivosa.</p>



<p>Não se vai aqui tentar debater as causas, apenas constatar que essa divisão, evidente a partir da reeleição à presidência, por margem mínima, da petista Dilma Rousseff em 2013, só se solidificou daí em diante. Ao mesmo tempo, as melhoras na economia e os progressos sociais obtidos, sobretudo nos governos de Fernando Henrique e Lula, foram se dissolvendo de uma maneira dramática e lamentável.</p>



<p>O fato é que os resultados econômicos e sociais no&nbsp;conjunto representado pelo breve 2º mandato de Dilma, pela também breve gestão de Michel Temer, e pelos primeiros 2 anos de Jair Bolsonaro à frente do governo foram de assustador retrocesso. A atividade econômica murchou, o mercado de trabalho encolheu, a renda per capita desabou, as desigualdades e a pobreza voltaram a crescer, o mesmo ocorrendo com a fome e a situação de insegurança alimentar.</p>



<p>Depois de uma das 3 maiores recessões desde 1901, que durou 11 trimestres, do 2º trimestre de 2014 até o 4º trimestre de 2016, fazendo a economia mergulhar 8,2%, a recuperação tem sido a mais lenta da história. Cinco anos depois do tombo, no fim de 2019, a economia ainda não tinha superado as perdas ocorridas na grande recessão quando voltou a afundar em 2020, empurrada para baixo pela pandemia. Em 2021, depois de 7 anos do último pico, registrado no primeiro trimestre de 2014, o PIB ainda está 4,5% abaixo daquele ponto.</p>



<p>Essa involução foi ainda mais regressiva para a renda per capita. Dados do FMI mostram um recuo, na década passada, de 8%. Medida por PPP (paridade de poder de compra, na sigla em inglês), a renda per capita brasileira caiu de US$ 15,4 mil para US$ 14,1 mil. No ranking de 191 países listados pelo FMI, a renda per capita brasileira desceu da 77ª posição, em 2011, para o 85º lugar, no ano passado.</p>



<p>A perda de renda dos brasileiros, nesses últimos anos, atingiu mais os mais pobres. De 2014 a 2019, segundo cálculos do Banco Mundial, a renda dos 40% mais pobres caiu 1,5% ao ano, enquanto os demais obtiveram ganho médio anual na renda de 0,3%. Com isso, o índice de Gini, que mede o grau de desigualdade de uma população (quanto mais perto de 1, menos desigual a amostra), e tinha avançado de 0,525, em 2015, para o pico de 0,550, em 2018, voltou a cair para 0,547, em 2019, devendo ter retrocedido ao nível de seis anos atrás, em 2020.</p>



<p>Retrocessos também ocorreram nos níveis de pobreza. No primeiro trimestre de 2021, depois de encerrado o auxílio emergencial do ano anterior, segundo projeções da FGV-RJ, 17,7 milhões de pessoas voltaram à pobreza. Os extremamente pobres, eram 9,5 milhões, em agosto de 2020, o equivalente a 4,5% da população, mas somavam já 27,2 milhões, quase 13% do total de brasileiros, em fevereiro passado. Em 2019, 11% da população, num conjunto de 23 milhões de pessoas, se encontravam na extrema pobreza.</p>



<p>Desse quadro de ampla regressão, a consequência mais dramática é a da fome e de suas sequelas, inclusive cognitivas, sobretudo em crianças. Dados do IBGE mostram ter havido, nos últimos sete anos, aumento expressivo das residências em que a falta de comida era, pelo menos, uma preocupação cotidiana. De 23% dos lares brasileiros, em 2013, o total daqueles em que rondava o espectro da fome, subiu para 37%, em 2018, indicando tendência de chegar a 40%, em 2019.</p>



<p>Pesquisa mais recente, de novembro a dezembro de 2020, parte de um projeto conjunto da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade de Brasília (UnB) e Universidade Livre de Berlim, constatou a existência de 32 milhões de pessoas, ocupando 15% dos lares brasileiros, em situação de fome. Em situação de insegurança alimentar, ou seja, pelo menos com preocupação se haveria comida no prato no dia seguinte, são mais de 125 milhões de brasileiros, quase 60% da população.</p>



<p>A discussão das causas de retrocesso tão agudo é necessária, mas pode ficar para outra oportunidade. O que não pode, diante do quadro traçado, é não ter certeza de que como já está não dá mais para continuar.</p>
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		<title>Lula amplia vantagem sobre Bolsonaro no 2º turno e venceria por 52% a 34%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 23:13:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa - PoderData]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente hoje não vence ninguém</p>
<p>Lula e Huck ganhariam de Bolsonaro</p>
<p>Moro, Ciro e Doria ficariam empatados</p>
<p>Na simulação de 1º turno: tudo estável</p>
<p>Bolsonaro mantém 1/3 do eleitorado</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.poder360.com.br/author/do-poder360/">PODER360</a><br>14.abr.2021 (quarta-feira) &#8211; 19h20<br>atualizado: 14.abr.2021 (quarta-feira) &#8211; 19h51</p>



<p>Pesquisa&nbsp;<strong>PoderData</strong>, realizada em todo o Brasil com 3.500 entrevistas nesta semana (12-14.abr.2021), indica que&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/929674#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</a>&nbsp;teria 18 pontos de vantagem sobre&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/630212#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jair Bolsonaro (sem partido)</a>&nbsp;num eventual 2º turno na disputa pelo Palácio do Planalto. O petista teria 52% contra 34% do atual presidente.</p>



<p>A eleição presidencial é apenas em 2 de outubro de 2022. Os cenários testados agora devem ser tomados com uma radiografia do momento, quando o país enfrenta o pior impacto da pandemia de coronavírus, muitos Estados mantêm negócios fechados e há incerteza sobre a recuperação da economia.</p>



<p>Nesse contexto, a pesquisa&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;captou uma piora das intenções de voto para Bolsonaro na comparação com&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">duas semanas atrás</a>, quando apenas Lula e&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/253108#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ciro Gomes (PDT)</a>&nbsp;venceriam Bolsonaro num eventual 2º turno. Agora, o presidente já não ganha de ninguém com segurança.</p>



<p>Mas é muito importante registrar que numa conjuntura adversa –com a CPI da Covid&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/justica/plenario-do-stf-confirma-abertura-de-cpi-da-covid-no-senado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">quase entrando em funcionamento</a>–, Bolsonaro segue com o apoio fiel de 1/3 do eleitorado. É um sinal de que as vicissitudes não provocaram uma erosão no bolsonarismo de raiz.</p>



<p>Segundo o&nbsp;<strong>PoderData</strong>, Bolsonaro perderia hoje num confronto direto para Lula (52% X 34%) e para o empresário e apresentador da TV Globo Luciano Huck (48% X 35%).</p>



<p>Contra outros 3 possíveis candidatos testados, Bolsonaro ficaria apenas em situação de empate técnico (a margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos): Bolsonaro 38% X 37%&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/654174#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Doria (PSDB)</a>; Bolsonaro 38% X 37% Sergio Moro (sem partido); Bolsonaro 38% X 38% Ciro Gomes.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-intencao-presidente-14-abr-2021-9.png" alt="" class="wp-image-670777"/></figure>



<p>Chama a atenção a melhora do tucano João Doria, justamente no período em que o governador de São Paulo reduziu os atritos públicos com seu partido (o PSDB) e também quando o Instituto Butantan conseguiu acelerar a vacinação contra a covid-19. O eleitorado reagiu e Doria agora subiu de 31% para 37% em duas semanas numa simulação de 2º turno contra Bolsonaro, segundo o&nbsp;<strong>PoderData</strong>.</p>



<p>Também foi registrada uma melhora do ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro (de 31% para 37%) na simulação de 2º turno. E uma expressiva pontuação de Luciano Huck, que em duas semanas saiu de 40% para 48%. Huck e Moro, além de Doria, são sempre citados como possíveis nomes para satisfazer uma corrente que se autodenomina “de centro” e que gostaria de ter um candidato em 2022 fora da polarização Bolsonaro-Lula.</p>



<p>Além de Bolsonaro, quem coletou um resultado negativo nesta rodada do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;foi o pedetista Ciro Gomes. Ele variou negativamente dentro da margem de erro na simulação de 2º&nbsp;turno (de 39% para 38%), mas viu Bolsonaro nesse cenário encostar, saindo de 34% para 38%.&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Há duas semanas, Ciro venceria</a>. Agora, fica empatado com o atual presidente –talvez um sinal de que seu nome não agrade ao eleitorado situado do centro para a direita do espectro político.</p>



<p>A pesquisa relatada aqui neste post foi realizada pelo&nbsp;<strong>PoderData</strong>, a divisão de estudos estatísticos do&nbsp;<strong>Poder360</strong>. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.</p>



<p>Foram 3.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.</p>



<p>Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>1º TURNO ESTÁVEL NO TOPO</strong></h2>



<p>O cenário de 1º turno testado pelo&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;(só foi testada uma hipótese) apresentou estabilidade no topo da tabela. Bolsonaro tinha 30% há duas semanas e agora está com 31%, uma variação estritamente dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual. Lula tinha 34% e ficou com o mesmo percentual agora.</p>



<p>Houve algumas variações, entretanto, na parte de baixo da cartela de candidatos, sempre de no máximo 3 pontos percentuais –tudo próximo ou dentro da margem de erro, como mostra o infográfico a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-intencao-presidente-14-abr-2021-1.png" alt="" class="wp-image-670775"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>2º TURNO: HUCK, DORIA, MORO E CIRO</strong></h2>



<p>O presidente da República seria derrotado por Luciano Huck no 2º turno. Empataria com João Doria, Sergio Moro e Ciro Gomes.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-bolsonaro-huck-14-abr-2021-05.png" alt="" class="wp-image-670847"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-2turno-bolsonaro-doria-14-abr-2021-6.png" alt="" class="wp-image-670771"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-bolsonaro-moro-14-abr-2021-07-1.png" alt="" class="wp-image-670879"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-2turno-bolsonaro-ciro-14-abr-2021-8.png" alt="" class="wp-image-670770"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ESTRATIFICAÇÕES</strong></h2>



<p>O levantamento do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;mostra ainda a estratificação das intenções de voto no 2º turno nas seguintes disputas. Bolsonaro é mais aprovado nos estratos dos que ganham mais de 10 salários mínimos (61%) e dos homens (47%). Lula supera o presidente em todos os outros, com destaque para os jovens (69%) e as mulheres (61%). Eis a estratificação de&nbsp;<strong>Bolsonaro X Lula</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-voto-presidente-estratificacoes-lula-14-abr-2021-01.png" alt="" class="wp-image-670911"/></figure>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Bolsonaro X Luciano Huck:</strong></li></ul>



<p>Quem aprova mais Huck:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>os que ganham mais de 10 salários mínimos (65%);</li><li>os moradores da região Norte (55%).</li></ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-voto-presidente-estratificacoes-potencial-14-abr-2021-03.png" alt="" class="wp-image-670912"/></figure>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Bolsonaro X Ciro Gomes:</strong></li></ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/04/pd-voto-presidente-estratificacoes-ciro-14-abr-2021-02.png" alt="" class="wp-image-670908"/></figure>



<p>O conteúdo do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;no&nbsp;<a href="https://twitter.com/PoderData_">Twitter</a>, no&nbsp;<a href="https://web.facebook.com/poderdata">Facebook</a>, no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/poderdata" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>&nbsp;e no&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/company/poderdata">LinkedIn</a>.</p>
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		<title>Retrato do governo tem colapso hospitalar, mortes em alta e vacina lenta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Apr 2021 11:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - José Paulo Kupfer]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil é líder entre os piores</p>
<p>Bolsonaro comanda resistências</p>
<p>Vacinação lenta, economia fraca</p>
<p>Elite engata “salve-se quem puder”</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/retrato-do-governo-tem-colapso-hospitalar-mortes-em-alta-e-vacina-lenta/">Retrato do governo tem colapso hospitalar, mortes em alta e vacina lenta</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por José Paulo Kupfer &#8211; no Poder360</em></strong></p>



<p>Brasil é líder inconteste do indesejado ranking dos países que pior estão enfrentando a pandemia de Covid-19. Ocupa as primeiras posições em mortos e infectados, enquanto ocupa a rabeira na soma da população já vacinada.</p>



<p>Com 3% da população mundial, o país responde agora por mais um terço das mortes diárias em todo o mundo. Já com mais de 300 mil mortes e 12 milhões de infectados, só perde para os americanos, nesta estatística macabra.</p>



<p>Nos Estados Unidos, porém, para cada 100 pessoas, 35 já foram vacinadas. Enquanto isso, no Brasil, mal passam de 8 para 100. Imunizados com duas doses não chegam a 3 brasileiros a cada 100.</p>



<p>Não se trata de algo fortuito, um acidente ou azar. Essa situação opressiva é fruto de uma ação ativa, comandada pelo presidente Jair Bolsonaro, compactuada por seu governo, com o apoio de parte da população. Todo o esforço para tirar o corpo fora da responsabilidade que lhe cabe, transferindo culpas a governadores e prefeitos, é simplesmente inaceitável.&nbsp;</p>



<p>A pressão social, em reação do descalabro da atuação do governo no combate à pandemia, tem crescido numa curva ascendente, que acompanha a de mortes, de filas de espera nas UTIs e da escassez de oxigênio, anestésicos e medicamentos. Projeções realistas indicam que as duas curvas ainda não chegaram ao pico, com o número de mortes diárias podendo bater em cinco mil e o total acumulado em meio milhão.</p>



<p>Isso significa que o contágio está se espalhando mais rápido e, na prática, chegando mais perto de mais pessoas. Reflete ainda não só mutações mais agressivas do vírus, mas também resistências a bloquear o contágio, em nome da manutenção da atividade econômica, num escandaloso equívoco do senso comum.&nbsp;</p>



<p>Estudos e mais estudos já se cansaram de evidenciar que os negócios são interrompidos principalmente porque boa parte da população se retrai, antes mesmo da imposição oficial de restrições à circulação. O temor de contrair a doença, que se acentua com notícias do aumento do número de internações e de mortes, é o principal fator de retração de consumidores.</p>



<p>Amplíssimo&nbsp;<a href="https://www.nber.org/system/files/working_papers/w27432/w27432.pdf">levantamento</a>&nbsp;de 2 pesquisadores da Universidade de Chicago coletou, em registros de movimentação em celular, as visitas de consumidores a mais de duas milhões de lojas, em mais de cem subsetores da economia americana, no auge da primeira onda. Publicado em junho de 2020, o estudo evidencia que o abrupto declínio da atividade se deveu muito mais ao recolhimento voluntário das pessoas do que a&nbsp;<em>lockdowns</em>&nbsp;impostos por autoridades. A conclusão foi a de que, enquanto o movimento de pessoas nas lojas caiu 60% no período analisado, apenas 7% dessa queda ocorreu em razão de restrições legais de circulação.&nbsp;</p>



<p>Essa é uma situação geral em todo o mundo. Na cidade de São Paulo, por exemplo, em fevereiro de 2020, a movimentação de pessoas, medida por rastreamento do aplicativo Waze e por celulares, mostra, claramente, queda abrupta em meados de março, antes das medidas de restrição adotadas pelo governo estadual e prefeitura, e retorno abaixo dos níveis anteriores, nos primeiros tempos de relaxamento das restrições. Só se reaproxima do pico anterior, de fevereiro, em julho, quando reabrem bares e restaurantes.</p>



<p>No Brasil, evidências, contudo, não são suficientes para mudar tendências do comportamento das pessoas e favorecer o distanciamento social. Estimulados por Bolsonaro, que não perde uma oportunidade para atacar os esforços de isolamento e promove, ele mesmo, aglomerações regulares, grupos saem às ruas, se arriscam em aglomerações, muitas vezes sem máscaras, para protestar contra o fechamento do comércio.</p>



<p>Pressões desses grupos têm contribuído para que as restrições impostas sejam parciais e, efetivamente, ineficientes. Transporte público apinhado, circulação de veículos, parte do comércio não essencial em funcionamento, são elementos que contribuem para os péssimos resultados dos&nbsp;<em>lockdowns</em>. O fracasso das paralisações, num círculo vicioso, acaba alimentando a falácia de que elas não funcionam para conter o vírus.</p>



<p>Restam as vacinas. Mas também nesse departamento o Brasil é um exemplo do que não deve ser feito. Bolsonaro levou seu governo a rejeitar a ideia do bloqueio do contágio por vacinas e, ao longo de 2020, adotou uma posição claramente negacionista em relação aos imunizantes. Como resultado, o país se atrasou, enormemente, na contratação de vacinas. Foi para o fim da fila dos fabricantes.</p>



<p>O quadro hoje, em uma palavra clara, é de escassez&nbsp; de vacinas. Estudos atualizados da ONG Impulso, dedicada a questões de saúde pública, concluem que este primeiro semestre ainda será marcado por escassez de vacinas. Um alívio no desequilíbrio entre oferta e demanda deverá ocorrer na segunda metade do ano, com a redução da demanda em outros países.&nbsp;</p>



<p>De todo modo, nas avaliações da ONG, seria possível cobrir toda a população maior de 60 anos até fim de abril, mitigando os riscos na faixa etária que, até aqui, tem sido a mais gravemente afetada pela Covid-19. Não se deve esquecer, porém, que, com o contágio se estendendo no tempo e se alastrando no espaço, novas variantes estão aparecendo, e estas estão atacando também populações mais jovens.</p>



<p>Essa escassez de doses colaborará para que o ritmo de vacinação, entre abril e julho, seja mais lento do que o previsto pelo Ministério da Saúde. Coincidindo com o aumento do número de infecções, colapso hospitalar e mortes, a pressão por vacinas já tem produzido tentativas de furar filas de vacinação, protagonizados por segmentos da elite social.&nbsp;</p>



<p>Ao mesmo tempo em que resistem aos&nbsp;<em>lockdowns</em>, grupos do alto da pirâmide social jogam a moral e a ética no lixo para tentar se safar sem pensar no coletivo, engatando um “salve-se quem puder”. O caso dos empresários mineiros que contrataram vacinação clandestina – apurou-se que foram enganados e vacinados com soro fisiológico – é só um exemplo.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, do “salve-se quem puder”, mais espantoso, estarrecedor mesmo, é a tentativa do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) de aprovar um projeto de lei que libera a vacinação privada e ainda concede benefício fiscal para tanto. No quadro de calamidade sanitária e humanitária que o país vive, em meio a escassez acentuada de vacinas, é algo além do inominável.</p>



<p>A combinação de colapso hospitalar, alta em mortes e atraso na vacina a que o país está sendo submetido tem reflexos diretos e contundentes no comportamento na vida política e econômica na qual o Brasil está afundado. A crise na área militar dos últimos é um efeito colateral preocupante do descontrole da pandemia e do desgoverno em outras áreas.</p>



<p>Quanto à economia, pouco a pouco, as projeções para o crescimento em 2021 recuam. De uma expansão de 3,5%, há menos de três meses, os analistas já apontam para 3% e mesmo 2,5%. Para essa redução nas previsões, a relação é direta e forte com o descontrole da pandemia e a vacinação lenta.</p>



<p>Leia o texto no site Poder360, onde foi originalmente publicado, clicando aqui: <a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/economia/retrato-do-governo-tem-colapso-hospitalar-mortes-em-alta-e-vacina-lenta-analisa-jose-paulo-kupfer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.poder360.com.br/opiniao/economia/retrato-do-governo-tem-colapso-hospitalar-mortes-em-alta-e-vacina-lenta-analisa-jose-paulo-kupfer/</a></p>
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		<item>
		<title>Rejeição ao governo segue em alta, mas 1/3 dos eleitores apoiam Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2021 14:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa - PoderData]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desaprovação ao governo vai a 59%</p>
<p>Trabalho de Bolsonaro: 53% rejeitam</p>
<p>Mas ainda 26% aprovam presidente</p>
<p>33% seguem dando apoio ao governo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.poder360.com.br/author/gabriela-oliva/">GABRIELA OLIVA</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/author/pedro-felipe/">PEDRO PLIGHER</a> &#8211; <a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/rejeicao-ao-governo-segue-em-alta-mas-1-3-dos-eleitores-apoiam-bolsonaro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Do Poder360</a><br></p>



<p>Pesquisa nacional&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;realizada, de 2ª a 4ª feira (29-31.mar.2021), com 3.500 pessoas indica que o momento ruim ainda não passou para Jair Bolsonaro. As taxas de desaprovação ao governo e ao trabalho do presidente seguem em alta. Mas a proporção dos que seguem fiéis ao titular do Palácio do Planalto se mantém estável, na faixa de 1/3 do eleitorado.</p>



<p>O governo Bolsonaro é hoje rejeitado por um recorde de 59% dos eleitores. Essa é a taxa mais alta registrada desde o início da pandemia e quando o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;passou a fazer levantamentos regulares, nacionais, a cada 15 dias –o único levantamento dessa natureza no Brasil com essa regularidade.</p>



<p>Há duas semanas, a taxa era de 54%. Como a margem de erro do estudo é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, houve realmente uma piora na aprovação do governo federal.</p>



<p>Os que aprovam o governo Bolsonaro eram 32% há duas semanas e agora são 33%, o que indica estabilidade.</p>



<p>Houve redução expressiva dos que dizem não saber responder, que são 8% hoje e eram 14% há 15 dias. Isso é mais um sinal da intensa polarização de opiniões sobre a administração de Jair Bolsonaro: ou as pessoas aprovam (33%) ou desaprovam (59%).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-aprovacao-governobolsonaro-drive-31-mar-2021-03.png" alt="" class="wp-image-662330"/></figure>



<p>A pesquisa foi feita pela&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata-institucional/">divisão de estudos estatísticos</a>&nbsp;do&nbsp;<strong>Poder360</strong>. A divulgação do levantamento é realizada em&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/institucional-poder360/poder360-e-grupo-bandeirantes-fazem-parceria-para-a-divulgacao-de-pesquisas/">parceria editorial&nbsp;</a>com o&nbsp;<em>Grupo Bandeirantes</em>.</p>



<p>Foram 3.500 entrevistas em 541 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/entenda-como-foi-realizada-a-pesquisa-datapoder360/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto</a>.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Receba a newsletter do Poder360<br><small>todos os dias no seu e-mail</small></h1>



<p>Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>DESAPROVAÇÃO AO TRABALHO DE BOLSONARO</strong></h2>



<p>A avaliação&nbsp;negativa do trabalho de Jair Bolsonaro manteve-se estável. A proporção dos que consideram a atual gestão&nbsp;<em>“ruim ou péssima”</em>&nbsp;passou de 52% para 53% (oscilação dentro da margem de erro) em 15 dias. Os que consideram o trabalho do chefe do Executivo&nbsp;<em>“bom ou ótimo”</em>&nbsp;somam 26% (eram 24% no levantamento anterior).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-drive-31-mar-2021-01.png" alt="" class="wp-image-662118"/></figure>



<p>No período em que foi realizada a pesquisa, o Brasil bateu sucessivos recordes de casos e de mortes por covid. A média móvel de vítimas em 7 dias atingiu 2.710 na 3ª feira (29.mar) –maior número desde o início da pandemia. Outro fator que pode ter impactado a avaliação do presidente foram&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/governo/bolsonaro-oficializa-nomes-que-substituirao-ministros-na-esplanada/">as trocas de 6 ministros</a>, feitas nesta semana.</p>



<p>O governo&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/economia/novo-auxilio-emergencial-comecara-a-ser-pago-em-6-de-abril/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">anunciou</a>&nbsp;nesta 4ª feira que começará a pagar a nova rodada do auxílio emergencial em 6 de abril.</p>



<p>O valor do benefício irá de R$ 150 a R$ 375. A próxima pesquisa do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;(12-14.abr) deve captar o efeito da liberação do dinheiro na aprovação do presidente e do governo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO GOVERNO</strong></h2>



<p>A pesquisa realizada de 29 a 31 de março mostra os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao governo.</p>



<p><strong>Quem mais aprova:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>os homens (41%);</li><li>quem tem de 25 a 44 anos (38%)</li><li>os que cursaram até o ensino fundamental (50%);</li><li>moradores da região Sul e Norte&nbsp;(38%);</li><li>quem ganha até 2 salários mínimos (42%).</li></ul>



<p><strong>Quem mais desaprova:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>mulheres (64%);</li><li>quem tem de 16 a 24 anos (65%);</li><li>os moradores da região Centro-Oeste (65%);</li><li>quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (72%).</li><li>os que cursaram até o ensino superior (66%).</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05.png" alt="" width="801" height="1633" srcset="//static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05.png 801w, //static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05-294x600.png 294w, //static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05-502x1024.png 502w, //static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05-768x1566.png 768w, //static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-drive-31-mar-2021-05-753x1536.png 753w"></h2>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO DE BOLSONARO</strong></h2>



<p>O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho de Bolsonaro.</p>



<p><strong>Quem mais aprova o trabalho do presidente:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>quem tem de 25 a 44 anos (31%)</li><li>moradores do Norte (39%);</li><li>quem estudou até o ensino médio (29%);</li><li>quem ganha até 2 salários mínimos (31%).</li></ul>



<p><strong>Quem mais reprova o trabalho do presidente:</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>mulheres (58%);</li><li>quem tem de 16 a 24 anos (66%);</li><li>moradores do Centro-Oeste (63%);</li><li>quem tem ensino superior (63%);</li><li>quem ganha de 2 a 5 salários mínimos (74%).</li></ul>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-estratificado-drive-31-mar-2021-02.png" alt="" class="wp-image-662119"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>OS 19% QUE ACHAM BOLSONARO</strong><strong>&nbsp;“<em>REGULAR”</em></strong></h2>



<p>No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “<em>regular</em>” é uma incógnita.</p>



<p>Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo. Os dados mostram que a proporção daqueles que enxergam o trabalho de Bolsonaro como<em>&nbsp;“regular”</em>&nbsp;e hoje aprovam seu governo é de 34%. Já foram 66% em agosto.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacao-governobolsonaro-drive-31-mar-2021-04.png" alt="" class="wp-image-662117"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-avaliacaodebolsonaro-regular-evolucao-drive-31-mar-2021-06.png" alt="" class="wp-image-662121"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PODERDATA</strong></h2>



<p>O conteúdo do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;no&nbsp;<a href="https://twitter.com/PoderData_">Twitter</a>, no&nbsp;<a href="https://web.facebook.com/poderdata">Facebook</a>, no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/poderdata" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>&nbsp;e no&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/company/poderdata">LinkedIn</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PESQUISAS MAIS FREQUENTES</strong></h2>



<p>O&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;é a única empresa de pesquisas no Brasil que vai a campo a cada 15 dias desde abril de 2020. Tem coletado um minucioso acervo de dados sobre como o brasileiro está reagindo à pandemia de coronavírus.</p>



<p>Num ambiente em que a política vive em tempo real por causa da força da internet e das redes sociais, a conjuntura muda com muita velocidade. No passado, na era analógica, já era recomendado fazer pesquisas com frequência para analisar a aprovação ou desaprovação de algum governo. Agora, no século 21,&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/analise/se-nao-for-frequente-pesquisa-capta-sinal-incompleto-sobre-bolsonaro/">passou a ser vital a repetição regular de estudos de opinião</a>.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/PoderData-X-Datafolha-31mar2021-1.png" alt="" class="wp-image-662347"/></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Ficção das ficções, Orçamento ficará sujeito a golpes, manobras e pedaladas</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/ficcao-das-ficcoes-orcamento-ficara-sujeito-a-golpes-manobras-e-pedaladas-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 14:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - José Paulo Kupfer]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Privilégio para militares</p>
<p>Faca em benefícios sociais</p>
<p>Saúde e Educação no fim da fila</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/ficcao-das-ficcoes-orcamento-ficara-sujeito-a-golpes-manobras-e-pedaladas-2/">Ficção das ficções, Orçamento ficará sujeito a golpes, manobras e pedaladas</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>José Paulo Kupfer &#8211; Poder360</em></strong></p>



<p>Não tem nada de injusta ou inverídica a ideia de que orçamentos públicos anuais são peças de ficção. É natural a tendência de superestimar receitas e subestimar despesas. Nas sociedades em que as instituições têm mais musculatura, os princípios de pesos e contrapesos operam ajustes para manter o equilíbrio distributivo nas peças orçamentárias.</p>



<p>Onde esses pesos e contrapesos não têm, digamos assim, tanta solidez, orçamentos são ficções que costumam funcionar como parte das engrenagens que perpetuam ou mesmo acentuam desigualdades sociais. Acomodações e ajustes são feitos de acordo com leis do faroeste, nas quais os setores com mais poder sacam primeiro. Somente em momentos raros e especiais, em que a correlação de forças não é tão desequilibrada em favor dos poderosos, o mecanismo não funciona assim.</p>



<p>A LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2021,&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/brasil/congresso-aprova-orcamento-de-2021-e-envia-a-sancao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada com largo atraso no Congresso</a>, é candidata ao título de maior das ficções orçamentárias em muitos anos. Os valores de referência aprovados estão defasados, com receitas muito superestimadas e despesas envoltas em maquiagens para atender interesses dos parlamentares do centrão e do governo Bolsonaro.</p>



<p>Movimentos em torno da proposta orçamentária deste ano careceram de um mínimo de transparência. Por exemplo, não se sabe por que o ministro Paulo Guedes não solicitou modificação, nas estimativas de receitas e despesas, alteradas, em relação à proposta original da Lei Orçamentária, no relatório de execução fiscal do primeiro bimestre do ano, publicado há uma semana, por imposição da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).</p>



<p>Entre outros problemas, a inexistência de uma mensagem que atualizasse as projeções. Aprisionou-se o texto a um salário mínimo de R$ 1.067, quando o que está em vigência é de R$ 1.100. Mais do isso, todos os cálculos de correção de benefícios estão relacionados a uma projeção do INPC para 2021 de 2,09%, quando a previsão atualizada do índice foi elevada, no relatório do primeiro bimestre, para 5,45%.</p>



<p>Uma das consequências dessas defasagens em índices de reajuste, até já mencionada no relatório de execução orçamentária, é que as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos estão estourando R$ 17,5 bilhões em relação à proposta orçamentária elaborada em agosto do ano passado. Como o total de despesas obrigatórias está no limite do teto de gastos, um ajuste teria de ser feito.</p>



<p>Se as despesas obrigatórias estão estourando, os cortes teriam de ser feitos nos gastos não obrigatórios –como, aliás, tem ocorrido desde que o teto de gastos foi instituído. Ocorre que o Orçamento está mantendo o volume total de despesas discricionárias, ou seja, não revisou o total de recursos originalmente destinado a investimentos e custeio da máquina pública.</p>



<p>No Congresso, o relator Márcio Bittar (MDB-AC) ainda acrescentou emendas parlamentares, no montante de R$ 16 bilhões, e o bolo não obrigatório ficou em pouco mais de R$ 113 bilhões. Se tirar daí os R$ 17,5 bilhões, mantidas as emendas, vão sobrar menos de R$ 80 bilhões. Especialistas entendem que, com esse limite, a máquina pública pode entrar em colapso.</p>



<p>Seria um absurdo imaginar que o governo não catasse aqui e ali, com a ajuda do Congresso, dinheiro para contornar essa situação de&nbsp;<em>shutdown</em>&nbsp;da máquina. Mas, se já estamos falando de ficção, não custa ir mais fundo. Numa manobra, para garantir emendas parlamentares, decidiu-se cortar ainda mais gastos obrigatórios anteriormente já subestimados.</p>



<p>Entraram na faca recursos de benefícios sociais como o abono salarial (uma manobra já tinha adiado para 2022 parte do abono que deveria ser paga em 2021) e o seguro-desemprego. Pior ainda, a poda atingiu benefícios previdenciários, que já estavam com seus montantes subestimados na proposta original. Será que a ideia é dar calote nos beneficiários da Previdência ou terá de ser feita, ao longo do ano, alguma manobra para repor o que pode ficar faltando?</p>



<p>Não é coincidência, nem surpreende, que militares tenham sido privilegiados neste Orçamento. Além de ficarem garantidas contra congelamentos salariais e livres de ajustes e gatilhos, as Forças Armadas, via Ministério da Defesa, receberam a maior fatia setorial dos recursos previstos para investimento. À área foram destinados R$ 8,3 bilhões, equivalentes a mais de um quinto do (parco) total reservado a investimentos.</p>



<p>A guerra, no momento, é outra, contra a pandemia causada pela covid-19, mas para a Saúde, assim como para a Educação, as verbas orçamentárias minguaram. À Saúde foram definidas emendas parlamentares, para obras e custeio, sem levar em conta necessidades do SUS. Para completar a obra anti-civilizatória, desidrataram tanto os recursos destinados ao Censo Demográfico, já atrasado de 2020, que simplesmente o inviabilizaram.</p>



<p>Ficção das ficções, a LOA de 2021, tudo indica, será alvo de golpes, manobras e pedaladas que talvez façam as do governo Dilma parecerem brincadeira de jardim de infância. Especulava-se, antes da votação do Orçamento, que Guedes teria deixado de enviar um substitutivo às projeções do Orçamento exatamente para poder manobrá-lo depois.</p>



<p>A especulação já se tornou concreta com a promessa do governo aos parlamentares de reajustar e acomodar gastos, sobretudo nas áreas da Saúde, Educação e para repor de pé o Censo Demográfico, por meio de créditos extraordinários. Ou seja, antes mesmo da aprovação final do Orçamento no Congresso, já estava estabelecido que ele será modificado.</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/ficcao-das-ficcoes-orcamento-ficara-sujeito-a-golpes-manobras-e-pedaladas-2/">Ficção das ficções, Orçamento ficará sujeito a golpes, manobras e pedaladas</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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		<title>Ficção das ficções, Orçamento ficará sujeito a golpes, manobras e pedaladas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 13:49:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Privilégio para militares</p>
<p>Faca em benefícios sociais</p>
<p>Saúde e Educação no fim da fila</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>José Paulo Kupfer &#8211; Poder360</em></strong></p>



<p>Não tem nada de injusta ou inverídica a ideia de que orçamentos públicos anuais são peças de ficção. É natural a tendência de superestimar receitas e subestimar despesas. Nas sociedades em que as instituições têm mais musculatura, os princípios de pesos e contrapesos operam ajustes para manter o equilíbrio distributivo nas peças orçamentárias.</p>



<p>Onde esses pesos e contrapesos não têm, digamos assim, tanta solidez, orçamentos são ficções que costumam funcionar como parte das engrenagens que perpetuam ou mesmo acentuam desigualdades sociais. Acomodações e ajustes são feitos de acordo com leis do faroeste, nas quais os setores com mais poder sacam primeiro. Somente em momentos raros e especiais, em que a correlação de forças não é tão desequilibrada em favor dos poderosos, o mecanismo não funciona assim.</p>



<p>A LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2021,&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/brasil/congresso-aprova-orcamento-de-2021-e-envia-a-sancao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aprovada com largo atraso no Congresso</a>, é candidata ao título de maior das ficções orçamentárias em muitos anos. Os valores de referência aprovados estão defasados, com receitas muito superestimadas e despesas envoltas em maquiagens para atender interesses dos parlamentares do centrão e do governo Bolsonaro.</p>



<p>Movimentos em torno da proposta orçamentária deste ano careceram de um mínimo de transparência. Por exemplo, não se sabe por que o ministro Paulo Guedes não solicitou modificação, nas estimativas de receitas e despesas, alteradas, em relação à proposta original da Lei Orçamentária, no relatório de execução fiscal do primeiro bimestre do ano, publicado há uma semana, por imposição da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal).</p>



<p>Entre outros problemas, a inexistência de uma mensagem que atualizasse as projeções. Aprisionou-se o texto a um salário mínimo de R$ 1.067, quando o que está em vigência é de R$ 1.100. Mais do isso, todos os cálculos de correção de benefícios estão relacionados a uma projeção do INPC para 2021 de 2,09%, quando a previsão atualizada do índice foi elevada, no relatório do primeiro bimestre, para 5,45%.</p>



<p>Uma das consequências dessas defasagens em índices de reajuste, até já mencionada no relatório de execução orçamentária, é que as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos estão estourando R$ 17,5 bilhões em relação à proposta orçamentária elaborada em agosto do ano passado. Como o total de despesas obrigatórias está no limite do teto de gastos, um ajuste teria de ser feito.</p>



<p>Se as despesas obrigatórias estão estourando, os cortes teriam de ser feitos nos gastos não obrigatórios –como, aliás, tem ocorrido desde que o teto de gastos foi instituído. Ocorre que o Orçamento está mantendo o volume total de despesas discricionárias, ou seja, não revisou o total de recursos originalmente destinado a investimentos e custeio da máquina pública.</p>



<p>No Congresso, o relator Márcio Bittar (MDB-AC) ainda acrescentou emendas parlamentares, no montante de R$ 16 bilhões, e o bolo não obrigatório ficou em pouco mais de R$ 113 bilhões. Se tirar daí os R$ 17,5 bilhões, mantidas as emendas, vão sobrar menos de R$ 80 bilhões. Especialistas entendem que, com esse limite, a máquina pública pode entrar em colapso.</p>



<p>Seria um absurdo imaginar que o governo não catasse aqui e ali, com a ajuda do Congresso, dinheiro para contornar essa situação de&nbsp;<em>shutdown</em>&nbsp;da máquina. Mas, se já estamos falando de ficção, não custa ir mais fundo. Numa manobra, para garantir emendas parlamentares, decidiu-se cortar ainda mais gastos obrigatórios anteriormente já subestimados.</p>



<p>Entraram na faca recursos de benefícios sociais como o abono salarial (uma manobra já tinha adiado para 2022 parte do abono que deveria ser paga em 2021) e o seguro-desemprego. Pior ainda, a poda atingiu benefícios previdenciários, que já estavam com seus montantes subestimados na proposta original. Será que a ideia é dar calote nos beneficiários da Previdência ou terá de ser feita, ao longo do ano, alguma manobra para repor o que pode ficar faltando?</p>



<p>Não é coincidência, nem surpreende, que militares tenham sido privilegiados neste Orçamento. Além de ficarem garantidas contra congelamentos salariais e livres de ajustes e gatilhos, as Forças Armadas, via Ministério da Defesa, receberam a maior fatia setorial dos recursos previstos para investimento. À área foram destinados R$ 8,3 bilhões, equivalentes a mais de um quinto do (parco) total reservado a investimentos.</p>



<p>A guerra, no momento, é outra, contra a pandemia causada pela covid-19, mas para a Saúde, assim como para a Educação, as verbas orçamentárias minguaram. À Saúde foram definidas emendas parlamentares, para obras e custeio, sem levar em conta necessidades do SUS. Para completar a obra anti-civilizatória, desidrataram tanto os recursos destinados ao Censo Demográfico, já atrasado de 2020, que simplesmente o inviabilizaram.</p>



<p>Ficção das ficções, a LOA de 2021, tudo indica, será alvo de golpes, manobras e pedaladas que talvez façam as do governo Dilma parecerem brincadeira de jardim de infância. Especulava-se, antes da votação do Orçamento, que Guedes teria deixado de enviar um substitutivo às projeções do Orçamento exatamente para poder manobrá-lo depois.</p>



<p>A especulação já se tornou concreta com a promessa do governo aos parlamentares de reajustar e acomodar gastos, sobretudo nas áreas da Saúde, Educação e para repor de pé o Censo Demográfico, por meio de créditos extraordinários. Ou seja, antes mesmo da aprovação final do Orçamento no Congresso, já estava estabelecido que ele será modificado.</p>



<p></p>
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		<title>Só 12% dos eleitores não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa - PoderData]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equivale a 17,7 milhões de votos</p>
<p>Polarização PT-Bolsonaro é forte</p>
<p>Ainda não há nome viável na 3ª via</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/so-12-dos-eleitores-nao-votariam-nem-em-lula-nem-em-bolsonaro/">Só 12% dos eleitores não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Do Poder 360</em></strong></p>



<p>Na pesquisa&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>PoderData</strong></a>&nbsp;divulgada na última 5ª feira (17.mar) simulando o 1º turno da eleição presidencial 2022, Lula tem 34%. Bolsonaro, 30%. Quando se cruza a intenção de voto com a rejeição, descobre-se que 12% dos eleitores (17,7 milhões de brasileiros) não querem votar nem no petista nem no atual presidente.</p>



<p>Eis os dados:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/photo5100684954819471598.jpg" alt="" class="wp-image-656029"/></figure>



<h1 class="wp-block-heading">Receba a newsletter do Poder360<br><small>todos os dias no seu e-mail</small></h1>



<p>Pelos dados do&nbsp;<strong>PoderData</strong>, é possível averiguar como votam esses 12% que dizem rejeitar tanto Lula como Bolsonaro. Segundo a pesquisa, 17% votariam em Sergio Moro (sem partido).&nbsp;<a href="https://poder360.us11.list-manage.com/track/click?u=75f3f336083d5680d82480729&amp;id=85ea5a862a&amp;e=2ee4b14948">João Amoêdo (Novo)</a>&nbsp;e Luciano Huck (sem partido) têm a preferência de 10% cada.&nbsp;<a href="https://poder360.us11.list-manage.com/track/click?u=75f3f336083d5680d82480729&amp;id=4126034681&amp;e=2ee4b14948">João Doria (PSDB)</a>&nbsp;atrai 9% dos que rejeitam o petista e o presidente.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/photo5100684954819471599.jpg" alt="" class="wp-image-656031"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">METODOLOGIA</h2>



<p>A pesquisa foi realizada pela&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata-institucional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divisão de estudos estatísticos</a>&nbsp;do&nbsp;<strong>Poder360</strong>. A divulgação do levantamento é feita em&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/institucional-poder360/poder360-e-grupo-bandeirantes-fazem-parceria-para-a-divulgacao-de-pesquisas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parceria editorial</a>&nbsp;com o&nbsp;<em>Grupo Bandeirantes</em>.</p>



<p>Foram 3.500 entrevistas em 545 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual.&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/entenda-como-foi-realizada-a-pesquisa-datapoder360/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto</a>.</p>



<p>Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.</p>



<p>Leia a&nbsp;<a href="https://static.poder360.com.br/2021/03/PoderData-relatorio-final-Brasil-17mar21-2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">íntegra</a>&nbsp;do relatório da pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">ANÁLISE</h2>



<p>Nos últimos dias surgiram análises do tipo&nbsp;<em>“nem Lula, nem Bolsonaro”</em>&nbsp;em setores do&nbsp;<em>establishment</em>&nbsp;e da mídia. Pelo que mostram os dados do&nbsp;<strong>PoderData</strong>, esse sentimento ainda está longe de ter alguma tração significativa entre os eleitores. Só 12% estão nessa&nbsp;<em>“vibe”</em>&nbsp;que busca uma 3ª via para a disputa do Palácio do Planalto em 2022.</p>



<p>Por pior que esteja o país em meio à pandemia, crise econômica e incerteza sobre o futuro, ainda não apareceu nenhuma personagem capaz de furar a polarização entre Bolsonaro e Lula.</p>



<p>As centenas de empresários, banqueiros, operadores do mercado e ex-autoridades que&nbsp;<a href="https://poder360.com.br/economia/carta-de-economistas-por-combate-a-pandemia-passa-de-1-500-assinaturas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">assinaram uma carta prolixa</a>&nbsp;sobre a atual conjuntura ensaiaram o&nbsp;<em>“nem Lula, nem Bolsonaro”</em>. Mas disseram isso de maneira oblíqua, sem assertividade. Estão com uma lanterna na mão procurando um nome. Esse nome ainda não existe.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PODERDATA</h2>



<p>Leia mais sobre a pesquisa&nbsp;<strong>PoderData</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/poderdata-doria-e-moro-tem-maior-rejeicao-para-2022-lula-a-menor/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PoderData: Doria e Moro têm maior rejeição para 2022; Lula, a menor</a>;</li><li><a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/poderdata-lula-venceria-bolsonaro-no-sudeste-e-manteria-hegemonia-no-nordeste/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PoderData: Lula venceria Bolsonaro no Sudeste e manteria hegemonia no Nordeste</a>;</li><li><a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/mais-da-metade-dos-brasileiros-que-rejeitam-bolsonaro-votariam-em-lula/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais da metade dos brasileiros que desaprovam Bolsonaro votariam em Lula.</a></li></ul>



<p>O conteúdo do&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;no&nbsp;<a href="https://twitter.com/PoderData_">Twitter</a>, no&nbsp;<a href="https://web.facebook.com/poderdata">Facebook</a>, no&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/poderdata" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instagram</a>&nbsp;e no&nbsp;<a href="https://www.linkedin.com/company/poderdata">LinkedIn</a>.</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/so-12-dos-eleitores-nao-votariam-nem-em-lula-nem-em-bolsonaro/">Só 12% dos eleitores não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lula e Ciro venceriam Bolsonaro no 2º turno, diz PoderData</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 21:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa - PoderData]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=1197</guid>

					<description><![CDATA[<p>2º turno: Lula 41% X 36% Bolsonaro</p>
<p>2º turno: Ciro 39% X 34% Bolsonaro</p>
<p>Margem de erro: 1,8 ponto percentual</p>
<p>Pesquisa realizou 3.500 entrevistas</p>
<p>1º turno: empate, com Lula à frente</p>
<p>Huck também melhora na pesquisa</p>
<p>Sergio Moro e Doria não decolam</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/">Lula e Ciro venceriam Bolsonaro no 2º turno, diz PoderData</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.poder360.com.br/author/do-poder360/">PODER360</a><br>17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 16h49<br>atualizado: 17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 17h03</p>



<p>Pesquisa&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;realizada nesta semana em todo o país com 3.500 pessoas indica que, se a eleição presidencial fosse hoje,&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/630212#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Jair Bolsonaro</a>&nbsp;(sem partido) iria para o 2º turno junto&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/929674#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Inácio Lula da Silva</a>&nbsp;(PT). O atual presidente tem 30% e o petista pontua 34%. Como a margem de erro do levantamento é de 1,8 ponto percentual, para mais ou para menos, há um empate técnico no limite desses percentuais.</p>



<p>A polarização é grande. Depois de Bolsonaro e Lula, todos os demais candidatos testados ficam com menos de 10%. O ex-juiz federal da Lava Jato Sergio Moro (sem partido) tem 6%.&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/253108#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ciro Gomes</a>&nbsp;(PDT), 5%. O empresário e apresentador da TV Globo Luciano Huck (sem partido) fica com 4%. O governador de São Paulo,&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/654174#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Doria</a>&nbsp;(PSDB) pontua 3%.&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/670890#2018" target="_blank" rel="noreferrer noopener">João Amôedo</a>&nbsp;(Novo) tem 3% e&nbsp;<a href="https://eleicoes.poder360.com.br/candidato/929341#2014" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luiz Henrique Mandetta</a>&nbsp;(DEM), 2%.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-intencao-presidente-17-mar-2021-2-01.png" alt="" class="wp-image-652804"/></figure>



<p>A pesquisa foi realizada pela&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata-institucional/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">divisão de estudos estatísticos</a>&nbsp;do&nbsp;<strong>Poder360</strong>. A divulgação do levantamento é feita em&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/institucional-poder360/poder360-e-grupo-bandeirantes-fazem-parceria-para-a-divulgacao-de-pesquisas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">parceria editorial</a>&nbsp;com o&nbsp;<em>Grupo Bandeirantes</em>.</p>



<p>Foram 3.500 entrevistas em 545 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 pontos percentuais.&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/entenda-como-foi-realizada-a-pesquisa-datapoder360/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto</a>.</p>



<p>Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.</p>



<p>Quando o&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;simula eventuais cenários de 2º turno, Bolsonaro fica numa situação muito menos confortável do que no&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/bolsonaro-lidera-com-folga-1o-turno-de-2022-e-ganharia-de-todos-no-2o-turno/">estudo de dezembro de 2020</a>, quando vencia em todos os cenários de 1º e de 2º turnos.</p>



<p>Lula estava inelegível naquela ocasião e, por isso, e não foi testado. Agora,&nbsp;<a href="https://www.poder360.com.br/lava-jato/fachin-anula-todos-os-atos-processuais-contra-lula-realizados-em-curitiba/">teve os processos anulados pelo STF</a>&nbsp;(tudo terá de começar novamente). No confronto com o atual presidente numa simulação de 2º turno, o petista pontua 41%. Bolsonaro fica com 36%. São 5 pontos percentuais de diferença, além da margem de 1,8 ponto do levantamento, segundo o&nbsp;<strong>PoderData</strong>.</p>



<p>No caso de eventual enfrentamento com Ciro Gomes, nova derrota de Bolsonaro. Há 3 meses, em dezembro de 2020, Ciro tinha 35% e perdia para o atual presidente, que pontuava 44% (9 pontos de diferença). Agora, o cenário se inverteu. Ciro foi a 39% e Bolsonaro desceu 10 pontos, para 34%.</p>



<p>Também melhorou no cenário de 2º turno o apresentador Luciano Huck. Ele pontua 40% contra 37% de Bolsonaro. Essa diferença (3 pontos) ainda os coloca empatados tecnicamente, mas é notável o fato de Huck estar numericamente à frente. Em dezembro 2020, Bolsonaro tinha 44% e Huck 38%.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/poderdata-2-turno-Lula-Bolsonaro-04.png" alt="" class="wp-image-652798"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-intencao-presidente-17-mar-2021-BolsonaroxCiro-08.png" alt="" class="wp-image-652784"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-intencao-presidente-17-mar-2021-HuckxBolsonaro-05.png" alt="" class="wp-image-652788"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-intencao-presidente-17-mar-2021-BolsonaroxMoro-07.png" alt="" class="wp-image-652786"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/pd-intencao-presidente-17-mar-2021-BolsonaroxDoria-06.png" alt="" class="wp-image-652785"/></figure>



<p>O desempenho pior de Bolsonaro, como se vê, favoreceu a Lula, Ciro e Huck. Já o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o ex-juiz federal da Lava Jato Sergio Moro não melhoraram. Seguem perdendo para o atual presidente num eventual 2º turno.</p>



<p>O tucano tinha 31% em dezembro de 2020 contra Bolsonaro, que pontuava 46%. O presidente desceu para 41%. Só que Doria ficou com os mesmos 31% de 3 meses atrás.</p>



<p>Moro perdeu tração. Registrava 36% em dezembro de 2020 contra Bolsonaro, que tinha 43%. Agora, o presidente desceu para 38% nessa simulação, mas Moro escorregou para 31%.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/PoderData-intencao-de-voto-2-turno-09.png" alt="" class="wp-image-652792"/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>REJEIÇÃO E POTENCIAL DE VOTO</strong></h2>



<p>O&nbsp;<strong>PoderData</strong>&nbsp;também apresentou os nomes de potenciais candidatos a presidente e perguntou aos 3.500 entrevistados se votariam nessas pessoas com certeza, se poderiam votar ou se não votariam de jeito nenhum.</p>



<p>Esse tipo de pergunta mede a rejeição (não votaria de jeito nenhum) e o potencial de voto (vota com certeza ou poderia votar).</p>



<p>O candidato com menor rejeição foi Lula, com 40%. Todos os demais têm mais de 50%, começando com Bolsonaro, com 53%, Huck (54%), Moro (60%), Ciro (56%), e, na lanterna, Doria (65%).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/poderdata-potencialdevoto-presidente-1turno-15-17mar.png" alt="" class="wp-image-652683"/></figure>



<p>Lula também lidera quando se trata de potencial de voto: 53%, sendo 33% que votariam com certeza no petista e outros 20% que dizem que poderiam votar.</p>



<p>Bolsonaro tem 43% de potencial de voto. É seguido por Huck (39%), Ciro (36%), Moro (34%) e Doria (30%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">ESTRATIFICAÇÃO</h2>



<p>O levantamento do PoderData mostra que, no 1º turno, Bolsonaro tem mais intenções de voto entre homens (37%), jovens de 16 a 24 anos (44%) e com pessoas que recebem de 5 a 10 salários mínimos (48%).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/poderdata-intencoesdevoto-15-17mar-estratificado.png" alt="" class="wp-image-652709"/></figure>



<p>Leia a&nbsp;<a href="https://static.poder360.com.br/2021/03/PoderData-relatorio-final-Brasil-17mar21-2.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">íntegra</a>&nbsp;do relatório da pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PODERDATA</strong></h2>



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<p>Luia aqui o texto do Poder 360: <a href="https://www.poder360.com.br/poderdata/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.poder360.com.br/poderdata/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/lula-e-ciro-venceriam-bolsonaro-no-2o-turno-diz-poderdata/">Lula e Ciro venceriam Bolsonaro no 2º turno, diz PoderData</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depois de 1 ano da 1ª morte, covid já mata uma pessoa por minuto no Brasil</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/depois-de-1-ano-da-1a-morte-covid-ja-mata-uma-pessoa-por-minuto-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PODER 360]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 11:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia e caos brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São 287.127 mortes confirmadas</p>
<p>Nº superior à população de Barueri</p>
<p>Conheça média móvel de cada Estado</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/depois-de-1-ano-da-1a-morte-covid-ja-mata-uma-pessoa-por-minuto-no-brasil/">Depois de 1 ano da 1ª morte, covid já mata uma pessoa por minuto no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.poder360.com.br/author/valquiria-homero/">VALQUÍRIA HOMERO</a><br>17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 6h00<br>atualizado: 17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 7h13</p>



<p>O Ministério da Saúde confirmou a 1ª morte por covid-19 em 17 de março de 2020. Um ano depois, as autoridades notificaram mais de 282 mil vítimas no país.</p>



<p>Durante esse período foram, em média, 32 mortes confirmadas a cada hora e 775 registros por dia. O ritmo atual da pandemia, contudo, é o mais intenso já observado até o momento. Neste mês de março, são 1.699 mortes por dia, o que equivale a 71 por hora ou&nbsp;<strong>1,18 morte por minuto</strong>.</p>



<p>O número total de mortes confirmadas é superior às populações de cidades como Barueri (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Volta Redonda (RJ).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/282-mil-mortes-covid-brasil-16mar2021-01.png" alt="" class="wp-image-652253"/></figure></div>



<h1 class="wp-block-heading">Receba a newsletter do Poder360<br><small>todos os dias no seu e-mail</small></h1>



<p>A média móvel de novas vítimas ultrapassa picos sucessivos desde 24 de fevereiro. Atingiu 1.965 na 3º feira (16.mar.2021), dia em que o país também registrou novo recorde no número de mortes confirmadas (2.841).</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/covid-media-movel-mortes-16mar2021-01.png" alt="" class="wp-image-652049"/></figure></div>



<p>Mas o coronavírus atinge de forma diferente cada parte do Brasil. No Amazonas, por exemplo, o ritmo de mortes diminuiu.</p>



<p>O Estado enfrentou uma crise de falta de oxigênio no início de fevereiro. A média móvel chegou à máxima de 149 no dia 4 daquele mês. Nessa 3ª (16.mar), a curva estava em 40.</p>



<p>No Rio Grande do Sul, por outro lado, as mortes dispararam. A média móvel chegou a 253, também na 3ª (16.mar). Há um mês, a curva estava em 42.</p>



<p>O&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;preparou um gráfico interativo com a evolução da média móvel de mortes em cada unidade da Federação.</p>



<p>Você pode selecionar um único Estado ou vários, para comparar as curvas. Passe o cursor sobre as linhas para visualizar os valores e as datas.https://flo.uri.sh/visualisation/5586981/embed?auto=1<a href="https://public.flourish.studio/visualisation/5586981/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation/5586981">A Flourish chart</a></p>



<p>Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm médias acima de 1.000.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PANORAMA NACIONAL</strong></h2>



<p>O infográfico abaixo, também interativo, detalha o número de mortes confirmadas a cada dia, bem como a média móvel de novas vítimas. A área destacada indica o ponto em que a curva começou a sequência de novas máximas.https://flo.uri.sh/visualisation/5587528/embed?auto=1<a href="https://public.flourish.studio/visualisation/5587528/?utm_source=showcase&amp;utm_campaign=visualisation/5587528">A Flourish chart</a></p>



<p>Março se encaminha para se tornar o pior mês da pandemia. Com 16 dias transcorridos, detém os 10 dias com mais registros de mortes.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://static.poder360.com.br/2021/03/dias-com-mais-mortes-covid-16mar2021-01-1.png" alt="" class="wp-image-652197"/></figure></div>



<p>Levantamento do&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;indica que, mantido este ritmo, março também pode se tornar o mês com mais vítimas de coronavírus por&nbsp;<strong>data real</strong>.</p>



<p>Isso significa que os números elevados observados nas últimas semanas não são apenas de mortes de períodos anteriores que estão sendo confirmadas agora. Mais pessoas estão efetivamente sucumbindo à doença.</p>



<p>É o que sugerem dados preliminares do Ministério da Saúde e explicados pelo&nbsp;<strong>Poder360</strong>&nbsp;nesta reportagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ENTENDA A MÉDIA MÓVEL</strong></h2>



<p>Os números de mortes confirmadas sofrem flutuações. Em finais de semanas e feriados, há menos servidores trabalhando na contabilização dos dados. Os registros diminuem, efeito que se reflete também nas segundas-feiras.</p>



<p>O Ministério da Saúde também registrou diversos casos de dados represados no ano passado. As informações acumuladas por 2 dias ou mais, quando atualizadas, criam picos artificiais no número de confirmações.</p>



<p>A média móvel suaviza essas variações abruptas.</p>



<p><strong>Como ela é calculada:&nbsp;</strong>a média móvel em 7 dias, como o nome sugere, consiste em somar o número de mortes confirmadas a cada dia pelo intervalo de 7 dias consecutivos. Depois, divide-se o total por 7. Assim, calcula-se a média de registros diários naquele intervalo de tempo.</p>



<p><strong>Queda e alta de mortes:</strong>&nbsp;especialistas usam a média móvel para determinar se as mortes estão desacelerando, estáveis ou em alta. Compara-se a média móvel de uma data com o registrado há duas semanas.</p>



<p>Se a variação for de -15% ou menos, considera-se que o ritmo de mortes diminuiu. Se for superior a 15%, as mortes estão em ascensão. Caso a variação fique entre esses 2 percentuais (15% e -15%), a progressão é considerada estável.</p>



<p>Por essa análise, a média de mortes está estável na Bahia e em Roraima e em queda no Amazonas e Rio de Janeiro. Em todas as outras unidades da Federação, a curva de mortes está em alta.</p>



<p>Há limitações nessa análise. Em Estados onde a média móvel está baixa, as variações percentuais são mais elevadas. Por exemplo: se a média móvel é 1 em determinado dia, e no dia seguinte vai para 2, a variação foi de 100%.</p>



<p>Leia clicando aqui o texto original publicado no Poder360: VALQUÍRIA HOMERO 17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 6h00 atualizado: 17.mar.2021 (quarta-feira) &#8211; 7h13 O Ministério da Saúde confirmou a 1ª morte por covid-19 em 17 de março de 2020. Um ano depois, as autoridades notificaram mais de 282 mil vítimas no país. Durante esse período foram, em média, 32 mortes confirmadas a cada hora e 775 registros por dia. O ritmo atual da pandemia, contudo, é o mais intenso já observado até o momento. Neste mês de março, são 1.699 mortes por dia, o que equivale a 71 por hora ou 1,18 morte por minuto. O número total de mortes confirmadas é superior às populações de cidades como Barueri (SP), Juazeiro do Norte (CE) e Volta Redonda (RJ). Receba a newsletter do Poder360 todos os dias no seu e-mail seu e-mail A média móvel de novas vítimas ultrapassa picos sucessivos desde 24 de fevereiro. Atingiu 1.965 na 3º feira (16.mar.2021), dia em que o país também registrou novo recorde no número de mortes confirmadas (2.841). Mas o coronavírus atinge de forma diferente cada parte do Brasil. No Amazonas, por exemplo, o ritmo de mortes diminuiu. O Estado enfrentou uma crise de falta de oxigênio no início de fevereiro. A média móvel chegou à máxima de 149 no dia 4 daquele mês. Nessa 3ª (16.mar), a curva estava em 40. No Rio Grande do Sul, por outro lado, as mortes dispararam. A média móvel chegou a 253, também na 3ª (16.mar). Há um mês, a curva estava em 42. O Poder360 preparou um gráfico interativo com a evolução da média móvel de mortes em cada unidade da Federação. Você pode selecionar um único Estado ou vários, para comparar as curvas. Passe o cursor sobre as linhas para visualizar os valores e as datas. Flourish logoA Flourish chart Bahia, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina têm médias acima de 1.000. PANORAMA NACIONAL O infográfico abaixo, também interativo, detalha o número de mortes confirmadas a cada dia, bem como a média móvel de novas vítimas. A área destacada indica o ponto em que a curva começou a sequência de novas máximas. Flourish logoA Flourish chart Março se encaminha para se tornar o pior mês da pandemia. Com 16 dias transcorridos, detém os 10 dias com mais registros de mortes. Levantamento do Poder360 indica que, mantido este ritmo, março também pode se tornar o mês com mais vítimas de coronavírus por data real. Isso significa que os números elevados observados nas últimas semanas não são apenas de mortes de períodos anteriores que estão sendo confirmadas agora. Mais pessoas estão efetivamente sucumbindo à doença. É o que sugerem dados preliminares do Ministério da Saúde e explicados pelo Poder360 nesta reportagem. ENTENDA A MÉDIA MÓVEL Os números de mortes confirmadas sofrem flutuações. Em finais de semanas e feriados, há menos servidores trabalhando na contabilização dos dados. Os registros diminuem, efeito que se reflete também nas segundas-feiras. O Ministério da Saúde também registrou diversos casos de dados represados no ano passado. As informações acumuladas por 2 dias ou mais, quando atualizadas, criam picos artificiais no número de confirmações. A média móvel suaviza essas variações abruptas. Como ela é calculada: a média móvel em 7 dias, como o nome sugere, consiste em somar o número de mortes confirmadas a cada dia pelo intervalo de 7 dias consecutivos. Depois, divide-se o total por 7. Assim, calcula-se a média de registros diários naquele intervalo de tempo. Queda e alta de mortes: especialistas usam a média móvel para determinar se as mortes estão desacelerando, estáveis ou em alta. Compara-se a média móvel de uma data com o registrado há duas semanas. Se a variação for de -15% ou menos, considera-se que o ritmo de mortes diminuiu. Se for superior a 15%, as mortes estão em ascensão. Caso a variação fique entre esses 2 percentuais (15% e -15%), a progressão é considerada estável. Por essa análise, a média de mortes está estável na Bahia e em Roraima e em queda no Amazonas e Rio de Janeiro. Em todas as outras unidades da Federação, a curva de mortes está em alta. Há limitações nessa análise. Em Estados onde a média móvel está baixa, as variações percentuais são mais elevadas. Por exemplo: se a média móvel é 1 em determinado dia, e no dia seguinte vai para 2, a variação foi de 100%.</p>
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