<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>CONJUR, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
	<atom:link href="https://plataformabrasilia.com.br/author/conjur/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://plataformabrasilia.com.br/author/conjur/</link>
	<description>Informação, análise e entretenimento</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Apr 2021 15:06:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://plataformabrasilia.com.br/wp-content/uploads/2021/02/cropped-icone-32x32.png</url>
	<title>CONJUR, Autor em PLATAFORMA BRASÍLIA</title>
	<link>https://plataformabrasilia.com.br/author/conjur/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>A sereníssima República de Merval e Deltan! Os homens que calculavam!</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-serenissima-republica-de-merval-e-deltan-os-homens-que-calculavam/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-serenissima-republica-de-merval-e-deltan-os-homens-que-calculavam/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CONJUR]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 15:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo - Lênio Streck]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=1629</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Lênio Streck &#8211; no Conjur Até agora, jornalistas, jornaleiros, bacharéis em Direito e muitos quejandos estão tentando entender um artigo misterioso de Merval Pereira, replicado-elogiado por seu fiel escudeiro Dallagnol. Título: &#8220;As Razões do STF&#8221;. Explico. Merval revela, em&#160;O Globo, que matematicamente o STF ainda poderia decidir que o foro de Curitiba era competente [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-serenissima-republica-de-merval-e-deltan-os-homens-que-calculavam/">A sereníssima República de Merval e Deltan! Os homens que calculavam!</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Lênio Streck &#8211; no <a href="https://www.conjur.com.br/2021-abr-21/senso-incomum-serenissima-republica-merval-deltan-homens-calculavam?fbclid=IwAR1aD1Qz07AyA86XKlqff9v-GGblD1rmW5Oe_D7LRDy8t2b43mZyaD62EkE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conjur</a></em></strong></p>



<p>Até agora, jornalistas, jornaleiros, bacharéis em Direito e muitos quejandos estão tentando entender um artigo misterioso de Merval Pereira, replicado-elogiado por seu fiel escudeiro Dallagnol. Título: &#8220;As Razões do STF&#8221;.</p>



<p><img decoding="async" alt="" src="https://www.conjur.com.br/img/b/caricatura-lenio-luiz-streck.png" width="220">Explico. Merval revela, em&nbsp;<em>O Globo</em>, que matematicamente o STF ainda poderia decidir que o foro de Curitiba era competente para julgar Lula e que Moro não era incompetente. Uma estranhíssima matemática, já que o resultado pela incompetência de Curitiba foi de oito a três.</p>



<p>Mas Merval é uma espécie de 36º&nbsp;camelo de Malba Tahan, de &#8220;O Homem Que Calculava&#8221;. Ele conta e não conta (com o duplo sentido que palavra &#8220;conta&#8221;&nbsp;tem). É um camelo imaginário.</p>



<p>Para Merval,&nbsp;<em>oito votos não são oito</em>, porque esses se dividiram entre dois que achavam que era mesmo Curitiba, mais Alexandre de Moraes, que entendia que era São Paulo, e três outros que votaram por Curitiba. Entenderam? Não? Mas Deltan Dallagnol explicou:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.conjur.com.br/img/b/deltan-tuite.jpeg" alt=""/></figure>



<p>É incrível isso. Já não bastava dar à lei o sentido que queriam, assim como Humpty Dumpties, através do espelho — em &#8220;Alice no país&#8230;&#8221;&nbsp;—, agora investem contra fatos. E contra a matemática. Ousados.</p>



<p>Estranho esse Brasil em que até a matemática vira objeto/produto da consciência, da vontade. Pobres Kurt Gödel, Bertrand Russell, Wittgenstein, Turing, todos aqueles que discutiam a natureza da matemática, o significado dos números enquanto números e seus fundamentos.</p>



<p>Matemática é o que Deltinha e Merval decidem que é, seus tolos! &#8220;Realismo matemático&#8221;.</p>



<p>Em 1984, de Orwell, 2 + 2 = 5, porque o Grande Irmão assim disse. E pronto. No Brasil do lavajatismo, oito não é oito. Porque o Merval disse e Deltan Dallagnol referendou. O que é a matemática perto dessa autoridade, pois não?</p>



<p>A perfeita definição de solipsismo. Viciado(s) em si mesmo(s).&nbsp;<em>Até a matemática é filigrana</em>. Como é possível isso?&nbsp;<em>Nem a matemática</em>&nbsp;tem uma objetividade independente da mente do sujeito-agente-<em>auctoritas</em>-Deltinha-Merval.</p>



<p>Eu não entendo. Peço desculpas, mas não sou capaz de entender uma coisa dessas.</p>



<p><strong>A solução está na &#8216;filologia&#8217;</strong><br>Eis, então, que fui buscar na Academia Brasileira de Letras a solução. Não no acadêmico Merval, mas no &#8220;dono da casa&#8221;, Machado (de Assis). Afinal, como se chama mesmo a Academia? &#8220;A&nbsp;Casa de Machado&#8221;.</p>



<p>Pois eu não sou da Academia (Brasileira de Letras), mas sou &#8220;feito a Machado&#8221;. E fui buscar na &#8220;Sereníssima República&#8221; a explicação para a incrível hermenêutica do drible da vaca feita por Merval, apoiada por, vejam, sempre ele, Dallagnol.</p>



<p>Prestemos atenção. A ironia do destino é que só Machado explica Merval. Quer dizer, o filólogo do conto &#8220;Sereníssima República&#8221;. Vamos lá?</p>



<p>O cônego ofereceu à República das Aranhas um sistema eleitoral a partir de sorteio, em que eram colocadas bolas com os nomes dos candidatos em sacos.</p>



<p>O inusitado ocorreu quando da eleição de um magistrado (para uma corte superior). Havia dois candidatos. A disputa era&nbsp;<em>&#8220;Nebraska contra Caneca&#8221;.</em></p>



<p>Em face de problemas anteriores — grafia errada de nomes de candidatos nas bolas —,&nbsp;<em>a lei estabeleceu que uma comissão de cinco assistentes poderia jurar ser o nome inscrito o próprio nome do candidato</em>.</p>



<p>Feito o sorteio, saiu a bola com o nome de&nbsp;<em>Nebraska</em>. Ocorre que faltava ao nome a última letra (a). Mas as cinco testemunhas resolveram o problema. Afinal, Nebrask, faltando um &#8220;a&#8221;, só poderia ser&#8230; Nebraska. Bingo.</p>



<p>Mas, porém, mervaliana e deltaniamente, Caneca, o derrotado,&nbsp;<em>impugnou o resultado</em>. Fez um agravo. E trouxe um grande filólogo, formado por uma famosa universidade, que apresentou a sua tese:</p>



<p><em>&#8220;1) Em primeiro lugar, não é fortuita a ausência da letra &#8216;a&#8217; do nome Nebraska. Não havia carência de espaço. Logo, a falta foi intencional.<br>2) E qual a intenção? A de chamar a atenção para a letra &#8216;k&#8217;, desamparada, solteira, sem sentido. Ora, na mente,&#8217;k&#8217; e “ca” é a mesma coisa.<br>3)&nbsp;Logo, quem lê o final lerá &#8216;ca&#8217;; imediatamente, volta-se ao início do nome, que é &#8216;ne&#8217;. Tem-se, assim, &#8216;cané&#8217;.<br>4)&nbsp;Resta a sílaba do meio, &#8216;bras&#8217;, cuja redução a esta outra sílaba &#8216;ca&#8217;, última do nome Caneca, é a coisa mais demonstrável do mundo. Mas não demonstrarei isso.<br>5)&nbsp;É óbvio. Há consequências lógicas e sintáticas, dedutivas e indutivas&#8230; Aí está a prova: a primeira afirmação mais as silabas &#8216;ca&#8217; às duas &#8216;Cane&#8217;, dando o nome Caneca&#8221;.</em></p>



<p>Pronto. Merval estava lá, disfarçado de filólogo. Mas&nbsp;vamos ver como Merval chegou à conclusão de que oito a três não era oito a três?</p>



<p>Simples.</p>



<p><em>1)&nbsp;São três &#8220;foros&#8221;&nbsp;envolvidos. Curitiba, São Paulo e Brasília. Qual foi o mote central da suspeição de moro? Resposta: o grampeamento dos telefones dos advogados de Lula.</em></p>



<p><em>2)&nbsp;Então o ponto é: telefonia. Quais são os prefixos das três cidades? Curitiba é 041, Brasília é 061, São Paulo é 011.</em></p>



<p><em>3)&nbsp;Pegando Brasília e tirando Curitiba, sobram 20. Somando São Paulo, dá 31.</em></p>



<p><em>4) Então, como diz o filosofo Antíteses, na sua obra &#8220;Juris tantum mas non tantum&#8221;, no caso sub judice cabe a &#8220;fórmula da inclusão exclusória&#8221;. Qualquer um sabe o que significa essa famosa cláusula.</em></p>



<p><em>5)&nbsp;Como isso é feito? Fácil: soma-se o resultado obtido da &#8220;operação incluso-exclusória&#8221;&nbsp;das três cidades do possível foro (31) com o número de votos que disseram que Curitiba era incompetente (oito). Assim, 31 mais 8 é igual a 39.</em></p>



<p><em>6)&nbsp;Quantas cidades estão na &#8220;disputa&#8221;? Três.</em></p>



<p><em>7) Logo, dividindo 39 por 3 dá exatamente 13.</em></p>



<p><em>8)&nbsp;Qual é número da vara de Curitiba em que Moro atuou? 13ª.</em></p>



<p><em>9)&nbsp;Pronto. Curitiba é competente. Qualquer um sabe disso!</em></p>



<p>E nada mais precisou ser dito! Causa finita!</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-serenissima-republica-de-merval-e-deltan-os-homens-que-calculavam/">A sereníssima República de Merval e Deltan! Os homens que calculavam!</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-serenissima-republica-de-merval-e-deltan-os-homens-que-calculavam/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PF produziu perícia para ajudar Moro e procuradores de Curitiba</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/pf-produziu-pericia-para-ajudar-moro-e-procuradores-de-curitiba/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/pf-produziu-pericia-para-ajudar-moro-e-procuradores-de-curitiba/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CONJUR]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 14:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Análise - Márcio Chaer]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=1571</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Márcio Chaer &#8211; Consultor Jurídico &#8211; Conjur Um sargento morreu por causa da explosão de uma bomba dentro do automóvel em que estava e que arrebentou também grande parte da barriga do capitão que o acompanhava. Os dois, trabalhando para o serviço secreto do Exército, haviam sido incumbidos de explodir um centro de convenções [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/pf-produziu-pericia-para-ajudar-moro-e-procuradores-de-curitiba/">PF produziu perícia para ajudar Moro e procuradores de Curitiba</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Márcio Chaer &#8211; Consultor Jurídico &#8211; <a href="https://www.conjur.com.br/2021-abr-13/pf-produziu-pericia-ajudar-moro-procuradores-curitiba" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conjur</a></em></strong></p>



<p>Um sargento morreu por causa da explosão de uma bomba dentro do automóvel em que estava e que arrebentou também grande parte da barriga do capitão que o acompanhava. Os dois, trabalhando para o serviço secreto do Exército, haviam sido incumbidos de explodir um centro de convenções onde 20 mil pessoas assistiam a um show alusivo ao Dia do Trabalhador.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.conjur.com.br/img/b/riocentro.jpeg" alt=""/><figcaption>Policiais fazem perícia na explosão que fez vítima um sargento do Exército, em 1981</figcaption></figure>



<p>Isso aconteceu no dia 30 de abril de 1981, uma quinta-feira, véspera do 1º de Maio. Mais coragem que os dois desastrados, que acabaram cometendo um atentado contra si próprios, teria o coronel do Exército, Job Lorena, dois meses depois. Estribado em uma perícia de 700 páginas, Lorena tentou convencer os brasileiros de que a bomba fora jogada no carro por terroristas —&nbsp;teoria que seria desmentida pelas investigações.</p>



<p>Nesta segunda-feira (12/4), três peritos da Polícia Federal&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2021-abr-12/delegado-contradiz-pf-negar-veracidade-mensagens-procuradores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entraram para o hall da fama</a>&nbsp;junto com o coronel Lorena. Elcio Ricardo de Carvalho, Wilson Dos Santos Serpa Júnior e Fábio Melo Pfeifer&nbsp;produziram um &#8220;laudo&#8221;, em nove páginas, para duvidar da autenticidade dos arquivos roubados pelo hacker Walter Delgatti, do armazém de dados do&nbsp;procurador Deltan Dallagnol.</p>



<p>Com um texto discursivo e retórico, o trio esbanja adjetivos e não oferece qualquer base concreta para suas conclusões —&nbsp;para tentar dar ares de sentença judicial ao que deveria ser um trabalho técnico. Os peritos não cruzaram nem checaram informações, não auditaram os arquivos e, por fim, não indicaram uma única inconsistência para concluir que os diálogos &#8220;podem ter sido&#8221;&nbsp;adulterados.</p>



<p>O hacker Walter Delgatti não disse que invadiu o Telegram, mas sim o material que Deltan armazenou na nuvem. Dali, ele baixava os arquivos&nbsp;no Dropbox. E, conforme explica o próprio Dropbox, qualquer alteração feita&nbsp;<a href="https://help.dropbox.com/pt-br/files-folders/share/file-activity" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pode ser verificada</a>. O que, se foi feito, não aparece no &#8220;laudo&#8221;. Claro que tudo seria esclarecido se os envolvidos franqueassem seus dispositivos para verificação.</p>



<p>Algoritmos à parte, é possível verificar a veracidade das conversas. Os diálogos citam ofícios, decisões, notícias, reuniões, viagens que são combinados nos diálogos. Qualquer jornalista checaria se os fatos ocorreram depois: ofícios e decisões têm número e data; as notícias estão na internet;&nbsp;para reuniões há agendas e para viagens há bilhetes aéreos.</p>



<p>Nos arquivos, além de planilhas e documentos, há fotos, vídeos e áudios. Mas, segundo os peritos, não se pode presumir que isso tudo não foi adulterado.</p>



<p>Mais que isso, se o hacker baixou os arquivos de Deltan da nuvem —&nbsp;e os equipamentos usados pertencem à PGR, assim como telefones, laptops e computadores dos interlocutores de Deltan —, as informações que os peritos deveriam procurar estão nas mãos do próprio Estado. Ou seja, ao alcance da PF. Mas o fato de os procuradores terem negado ao Estado a prova que o Estado diz ter procurado, aparentemente, não interessava&nbsp;aos policiais.</p>



<p>Alguns dos procuradores da República de Curitiba se habilitaram no processo contra o hacker na condição de vítimas e receberam cópia dos arquivos. Eles nunca apontaram qualquer divergência entre o que escreveram e o que está documentado a partir da apreensão dos arquivos. Ao contrário, a procuradora Jerusa Viecili&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2019-ago-27/procuradora-desculpas-lula-ironizar-luto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediu desculpas</a>&nbsp;a Lula pelo que disse a respeito do velório do neto do ex-presidente. Sergio Moro&nbsp;<a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/06/em-audio-moro-pede-desculpas-a-integrantes-do-mbl-por-chama-los-de-tontos.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pediu desculpas</a>&nbsp;ao Movimento Brasil Livre (MBL) por tê-los ofendido nos diálogos.</p>



<p>Não se apurou se de fato houve os encontros com procuradores dos Estados Unidos ou da Suíça para trocar&nbsp;informações estratégicas contra as empresas brasileiras. Nem&nbsp;se combinaram &#8220;rachadinhas&#8221;&nbsp;com dinheiro de multas de empresas. Ignorou-se, ainda, que, no Laudo de Apreensão dos arquivos, os diferentes dispositivos foram logo de início periciados —&nbsp;e considerados íntegros.</p>



<p>Nesse laudo de apreensão, ressalvaram os primeiros colegas dos peritos a avaliar o material, caso surgisse alguma dúvida posterior, qualquer possível adulteração poderia ser detectada, já que a Polícia Federal tem capacitação técnica para isso. O novo &#8220;laudo&#8221;, divulgado dois dias antes de o Supremo Tribunal Federal discutir&nbsp;de novo a incompetência de Curitiba e a suspeição de Moro, tem um lugar na história, ao lado do Inquérito Policial Militar de Job Lorena.</p>



<p><strong>Clique&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/dl/pf-produziu-pericia-ajudar-moro.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>&nbsp;para ler o laudo</strong></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/pf-produziu-pericia-para-ajudar-moro-e-procuradores-de-curitiba/">PF produziu perícia para ajudar Moro e procuradores de Curitiba</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/pf-produziu-pericia-para-ajudar-moro-e-procuradores-de-curitiba/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Faz tempo que não tenho vergonha na cara&#8221;, disse Dallagnol sobre cooperação informal</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/faz-tempo-que-nao-tenho-vergonha-na-cara-disse-dallagnol-sobre-cooperacao-informal/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/faz-tempo-que-nao-tenho-vergonha-na-cara-disse-dallagnol-sobre-cooperacao-informal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CONJUR]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 16:19:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crimes da Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=837</guid>

					<description><![CDATA[<p>Do site Consultor Jurídico &#8211; Conjur A defesa do ex-presidente Lula enviou ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira (22/2) novas mensagens entre procuradores da &#8220;lava jato&#8221; em Curitiba apreendidas na chamada &#8220;operação spoofing&#8221;, que investiga a atuação de hackers que invadiram os celulares de autoridades. Os diálogos voltam a mostrar que a cooperação internacional feita [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/faz-tempo-que-nao-tenho-vergonha-na-cara-disse-dallagnol-sobre-cooperacao-informal/">&#8220;Faz tempo que não tenho vergonha na cara&#8221;, disse Dallagnol sobre cooperação informal</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Do site Consultor Jurídico &#8211; Conjur</em></strong></p>



<p>A defesa do ex-presidente Lula enviou ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira (22/2) novas mensagens entre procuradores da &#8220;lava jato&#8221; em Curitiba apreendidas na chamada &#8220;operação spoofing&#8221;, que investiga a atuação de hackers que invadiram os celulares de autoridades.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.conjur.com.br/img/b/deltan-dallagnol7.jpeg" alt=""/><figcaption>&#8220;&#8221;Faz tpo [tempo] que não tenho vergonha na cara kkkk&#8221;, disse Dallagnol<br><sup>José Cruz/Agência Brasil</sup></figcaption></figure>



<p>Os diálogos voltam a mostrar que a cooperação internacional feita entre os integrantes do Ministério Público Federal e autoridades estrangeiras&nbsp;ocorria por fora dos canais oficiais, ignorando a competência do Ministério da Justiça para centralizar a colaboração brasileira com outros países.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<strong>ConJur</strong>&nbsp;manteve abreviações e eventuais erros de digitação e ortografia presentes nas conversas.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Li o email de Mônaco, ainda, e é bem melhor do que havia achado… dá a entender que é possível regularizar [a cooperação] a posteriori… enfim, vamos nos falando e fique à vontade&#8221;, afirmou em 2015 Orlando Martello.&nbsp;</p>



<p>Para Dallagnol, não havia problema seguir com essa metodologia. &#8220;Faz tpo [tempo] que não tenho vergonha na cara kkkk&#8221;. Na mesma ocasião, o então chefe da &#8220;lava jato&#8221; disse que havia recebido um email do ex-procurador suíço Stefan Lenz e que os dois trocaram informações pelo Telegram.&nbsp; &#8220;Não comenta com ninguém do e-mail com Stefan. Se vazar algo não mandaram…&#8221;, diz Dallagnol.&nbsp;</p>



<p>Em alguns casos, as informações de brasileiros e empresas nacionais eram encaminhadas a autoridades norte-americanas por pen drives, segundo mostra uma mensagem de Orlando Martello.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Pessoal do RJ, na próxima semana Christopher do DOJ [Departamento de Justiça dos EUA] estará aí, certo? Quem de Vcs estará com ele, pois preciso encaminhar um pen drive&nbsp;para ser entregue a eles&#8221;, diz o procurador.&nbsp;</p>



<p>Não é a primeira vez que os integrantes citam a cooperação ilegal com Mônaco. Em um diálogo recentemente&nbsp;<a href="https://www.conjur.com.br/2021-fev-12/cooperacao-entre-lava-jato-eua-acontecia-fora-canais-oficiais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicado&nbsp;pela</a>&nbsp;<strong><a href="https://www.conjur.com.br/2021-fev-12/cooperacao-entre-lava-jato-eua-acontecia-fora-canais-oficiais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ConJur</a></strong>, Dallagnol admite que usava elementos obtidos fora dos canais oficiais e diz que se a cooperação informal caísse, &#8220;chega pelo canal oficial e pedimos de novo”.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Estou recebendo informações de Mônaco diretamente por email e foi autorizado o uso oficial…&#8221;, diz Dallagnol. O procurador, no entanto, foi repreendido por Vladimir Aras, então responsável pela cooperação internacional da Procuradoria-Geral da República. &#8220;Delta, melhor ter cuidado. Que tipo de situação é? As defesas podem questionar o canal. O DRCI também.&#8221;</p>



<p>DRCI é o &#8220;Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação, órgão vinculado ao Ministério da Justiça e responsável por toda a cooperação brasileira com outros países.</p>



<p>Decretos estabelecem que a colaboração deve necessariamente passar pelo Departamento, ao contrário do que se vê nos diálogos entre procuradores.&nbsp;</p>



<p><strong>Rcl 43.007</strong></p>



<p>Leia o texto no site original clicando aqui:<a href="https://www.conjur.com.br/2021-fev-22/faz-tempo-nao-tenho-vergonha-cara-disse-deltan-monaco?utm_source=dlvr.it&amp;utm_medium=twitter" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> https://www.conjur.com.br/2021-fev-22/faz-tempo-nao-tenho-vergonha-cara-disse-deltan-monaco?utm_source=dlvr.it&amp;utm_medium=twitter</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/faz-tempo-que-nao-tenho-vergonha-na-cara-disse-dallagnol-sobre-cooperacao-informal/">&#8220;Faz tempo que não tenho vergonha na cara&#8221;, disse Dallagnol sobre cooperação informal</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/faz-tempo-que-nao-tenho-vergonha-na-cara-disse-dallagnol-sobre-cooperacao-informal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A sonegação de provas pelo Estado</title>
		<link>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-sonegacao-de-provas-pelo-estado/</link>
					<comments>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-sonegacao-de-provas-pelo-estado/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[CONJUR]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 13:31:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Lewandowski]]></category>
		<category><![CDATA[z-capa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://plataformabrasilia.com.br/?p=387</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em decisão recente, o ministro Ricardo Lewandowski autorizou à defesa de Lula o acesso às mensagens trocadas por procuradores e juiz da Lava Jato, apreendidas na operação Spoofing, em posse da Polícia Federal</p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-sonegacao-de-provas-pelo-estado/">A sonegação de provas pelo Estado</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://www.conjur.com.br/2021-fev-08/direito-defesa-sonegacao-provas-estado#author" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Por Pierpaolo Cruz Bottini</a></p>



<p>Em decisão recente, o ministro Ricardo Lewandowski autorizou à defesa de Lula o acesso às mensagens trocadas por procuradores e juiz da Lava Jato, apreendidas na operação Spoofing, em posse da Polícia Federal. A entrega dos documentos foi postergada por mais de uma vez, sob a justificativa de dificuldades técnicas e decorrentes da falta de compreensão dos termos exatos da ordem, exigindo do ministro a reiteração da determinação.</p>



<p>Estratégias para dificultar o acesso a elementos colhidos em investigações não são raras e aparecem na prática com os mais variados disfarces. Sob o pano de entraves burocráticos muitas vezes se esconde a&nbsp;<em>astúcia estatal</em>&nbsp;para impedir o exercício da defesa.</p>



<p>Juntadas, carimbos e autos parecem detalhes de planície frente aos grandes temas do processo penal, mas é justamente neles que reside aquele senhor a quem alguns chamam de diabo. Todas as conquistas, súmulas e regras referentes ao contraditório e à transparência na investigação e no processo penal caem por terra diante de pequenas táticas que passam ao largo das grandes discussões.</p>



<p>No cotidiano, é comum que certas autoridades, sob a alegação de falta de tempo ou de estrutura, deixem de &#8220;acostar&#8221;&nbsp;aos autos depoimentos, perícias e documentos, muitas vezes apenas revelados&nbsp;—&nbsp;como que por encanto&nbsp;—&nbsp;durante oitivas, surpreendendo o investigado e seu defensor.</p>



<p>Em algum momento da história, o inquérito policial, ou os procedimentos investigatórios, eram espaços de discricionariedade da autoridade, nos quais as decisões sobre diligências, os rumos da investigação, as pessoas a ouvir e as perícias a efetuar cabiam apenas aos representantes do Estado. Ao investigado cedia-se, no máximo, o espaço do depoimento, para apresentar sua versão dos fatos, e, às vezes, o acesso a alguns documentos produzidos.</p>



<p>Há algum tempo, percebeu-se que tal situação compromete o objetivo em torno do qual deve se mover a investigação: conhecer e compreender o&nbsp;<em>realmente ocorrido</em>, ou o mais próximo disso possível. Ainda que a polícia e o Ministério Público se apresentem como agentes do Estado em busca da&nbsp;<em>verdade dos fatos,</em>&nbsp;em boa parte dos casos (com as sempre bem-vindas exceções) sua atuação&nbsp;<em>pende</em>&nbsp;para a busca de indícios ou provas que fundamentem ou reforcem uma tese acusatória, ainda que embrionária. Isso não significa que tais autoridades deixariam deliberadamente de apurar fatos que contradigam suspeitas iniciais, mas é natural que direcionem as atividades para determinados focos, reforçando suas premissas.</p>



<p>Por isso, a <em>transparência das investigações</em> é fundamental. O investigado precisa ter acesso aos autos, conhecer os elementos de prova colhidos, até para contribuir com o esclarecimento do ocorrido com sua versão dos fatos. Não pode haver <em>segredo</em> quando se trata da discussão da liberdade.</p>



<p>Continue lendo em <a href="https://www.conjur.com.br/2021-fev-08/direito-defesa-sonegacao-provas-estado" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.conjur.com.br/2021-fev-08/direito-defesa-sonegacao-provas-estado</a></p>
<p>O post <a href="https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-sonegacao-de-provas-pelo-estado/">A sonegação de provas pelo Estado</a> apareceu primeiro em <a href="https://plataformabrasilia.com.br">PLATAFORMA BRASÍLIA</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://plataformabrasilia.com.br/noticias/a-sonegacao-de-provas-pelo-estado/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
